Campanha da Fraternidade: Fraternidade e Moradia é o tema da CF 2026
18/02/2026

Campanha da Fraternidade: Fraternidade e Moradia é o tema da CF 2026

Campanha da Fraternidade: Fraternidade e Moradia é o tema da CF 2026

No dia 18 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, a Igreja Católica no Brasil dá início a uma nova edição da Campanha da Fraternidade. Este ano, a CF tem como tema “Fraternidade e Moradia” e, como lema, um trecho do Evangelho de João que reforça a consciência sobre o direito à moradia digna como uma expressão da fé cristã: “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14).

O assessor do Setor de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Jean Poul Hansen, explicou que a escolha do tema foi motivada por um pedido da Pastoral da Moradia e Favela e que o lema ilumina teologicamente o debate, a partir do mistério da encarnação. “Deus veio morar entre nós, e isso fundamenta a dimensão social da nossa fé. A Campanha da Fraternidade nos convida a construir aqui, entre nós, sinais do Reino de Deus, promovendo dignidade, especialmente nas realidades onde ela é negada”, afirmou.

Segundo dados levantados pela CNBB, o déficit habitacional no Brasil hoje é de 6 milhões de moradias. Além disso, cerca de 26 milhões de residências são inadequadas, ou seja, têm estruturas precárias ou espaço insuficiente para o número de moradores. Estima-se que 55 milhões de pessoas vivam sem saneamento básico e que existam em torno de 300 mil pessoas morando nas ruas.

“Quando Deus vem morar entre nós, a fé deixa de ser discurso e torna-se compromisso com a dignidade de cada casa e de cada vida.”

O que é a Campanha da Fraternidade?

A Campanha da Fraternidade é realizada anualmente pela Igreja Católica no Brasil desde 1964, sempre no período da Quaresma: tem início na Quarta-feira de Cinzas e se estende até o Domingo de Ramos (o domingo anterior à Páscoa). Durante esse período, os cristãos católicos são chamados a um caminho de conversão, solidariedade e compromisso social, que culmina com a Coleta Nacional da Solidariedade, um gesto concreto de doação destinado a atender as obras sociais e ações da Igreja que estejam relacionadas ao tema da Campanha naquele ano.

Embora a Campanha seja concentrada na Quaresma, durante todo o ano o tema e o lema da CF mobilizam escolas, obras sociais, paróquias e comunidades católicas em todo o país no sentido de resolver ou combater o problema apresentado.

Para orientar e incentivar a participação na Campanha da Fraternidade, as Edições CNBB preparam, todos os anos, uma série de subsídios, entre os quais estão o Cartaz da CF, o Hino, a Oração e o Texto-base.

De acordo com o site da CNBB, a Campanha da Fraternidade tem três objetivos permanentes: “Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho; e renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja)”.

Salesianidade e Campanha da Fraternidade

A Família Salesiana no Brasil, como parte da Igreja, sempre se envolve profundamente com a Campanha da Fraternidade, promovendo momentos de reflexão e atitudes de solidariedade que perpassam tanto as paróquias que estão aos cuidados dos salesianos, quanto escolas, obras sociais e institutos de ensino superior que fazem parte da Rede Salesiana Brasil (RSB).

Este ano, não será diferente: o tema da moradia será refletido nas comunidades, escolas e obras salesianas, contando, para isto, com os materiais preparados pela CNBB – inclusive, neste ano, está disponível um Texto-base para crianças, que poderá ser utilizado para discutir a CF com participantes da catequese ou alunos das escolas católicas.

É preciso lembrar também que o tema da CF 2026 está diretamente relacionado à espiritualidade salesiana, já que um dos fundamentos do Oratório Salesiano, obra característica da proposta educativa e pastoral inspirada por Dom Bosco, é ser “casa que acolhe”. Assim, o tema da moradia digna pode ser abordado junto aos educandos pela ótica evangélica da solidariedade e acolhida aos mais necessitados.

Por fim, a questão da moradia é algo que afeta profundamente a juventude brasileira mais empobrecida, foco da ação social da Família Salesiana no país, na medida em que a negação desse direito tem impacto na estrutura familiar e no acesso a outros direitos básicos, como saúde, educação, lazer e segurança.

Além de abordar o tema de forma tangencial nas obras sociais da RSB em geral, a moradia é tratada de forma específica em alguns projetos salesianos, entre os quais trazemos nesta edição do Boletim Salesiano três exemplos: o Abrigo Dom Bosco, que atende a população em situação de rua na capital paulista; a participação salesiana na luta pela moradia para a população carente da periferia leste de São Paulo que resultou na organização do mutirão Portal Dom Bosco e o Projeto Casa Real, do Centro Universitário Teresa D'Ávila (UNIFATEA), que promove a reforma de habitações para pessoas carentes em Lorena, SP.

Fonte: Boletim Salesiano Com informações: CNBB e Arquivo Boletim Salesiano / Foto: iStock - Jub Job

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Vai começar a Novena Mundial a Maria Auxiliadora

No próximo dia 15 de maio, começa a tradição da Novena Mundial a Maria Auxiliadora dirigida a todos os membros da Família Salesiana e, em especial, aos devotos da “Auxiliadora dos Cristãos”.  Proposta pelo Setor para a Comunicação Social da Congregação Salesiana, a Novena Mundial a Maria Auxiliadora 2026 traz o lema: “Maria, és nosso auxílio” é o lema que orienta a edição da novena deste ano. Ao longo da novena, serão divulgados nove vídeos, inspirados em histórias reais, que evidenciam a presença de Maria no cotidiano. A cada uma dessas histórias associa-se a figura de Maria, que introduz a temática: Maria, Mãe da presença; Maria, Mãe da solidão; Maria, Mãe dos filhos errantes; Maria, Mãe da esperança; Maria, Mãe da incerteza; Maria, Mãe da Palavra ao ouvido; Maria, Mãe do amor; Maria, Mãe da fragilidade e Maria, Mãe do sofrimento No canal do YouTube do Boletim Salesiano, será possível acompanhar a novena em língua portuguesa. Clique aqui para participar. Estrutura da novena A edição de 2026 da novena terá a seguinte estrutura: a apresentação do tema; versículo bíblico introdutório sobre o tema do dia; história de vida em formato de animação; comentário do Reitor-mor; padre Fabio Attard; pergunta para reflexão; oração relacionada ao tema, com referência à vida de Dom Bosco e oração final: “Fazei o que Ele vos disser” Nos dias que antecedem o início da novena, a Agência de Notícias Salesianas (InfoANS)  divulgará um livreto com todos os textos. Clique aqui para acessar. Assista aqui ao trailer da Novena Mundial a Maria Auxiliadora 2026 Fonte: Boletim Salesiano com informações da Agência Info Salesiana

Educação Católica: um jeito sempre novo de orquestrar o futuro

A educação católica nasceu vinculada à missão evangelizadora da Igreja e à formação cultural das sociedades. Das escolas monásticas às redes modernas, tornou-se um lugar de transmissão do saber, formação moral e construção de sentido. A educação católica chega ao século XXI em uma encruzilhada fecunda. Carrega uma tradição humanista, espiritual e comunitária, mas é interpelada por transformações socioculturais e tecnológicas que alteram o modo como as pessoas aprendem, convivem, creem e projetam o futuro. O desafio não é conservar o passado como peça de museu, nem aderir ao novo como novidade da vitrine. É traduzir a identidade católica em linguagem contemporânea, sem diluir sua missão. A escola católica não se reduz ao ensino religioso, à catequese ou à presença de símbolos confessionais. Sua identidade nasce de uma concepção integral da pessoa, na qual inteligência, afetividade, espiritualidade, liberdade, responsabilidade social e abertura ao transcendente são dimensões inseparáveis. Sua relevância pública se expressa na excelência acadêmica, mas não se esgota nela. Educar é formar sujeitos capazes de habitar o mundo com lucidez, dignidade e compromisso com o bem comum. O Pacto Educativo Global reforça essa perspectiva ao convocar instituições, famílias, governos e sociedade civil a reconstruírem alianças em favor da dignidade humana, da fraternidade, da justiça social e da ecologia integral. Para a educação católica, esse chamado confirma que a missão educativa não pode ser autorreferente: precisa dialogar com a diversidade e unir fé, cultura, vida e responsabilidade social. Padre Anselmo Nascimento - Salesiano da Inspetoria São João Bosco e Vice-presidente do Conselho Administrativo do Grupo UBEC Transformações socioculturais A educação católica nasceu vinculada à missão evangelizadora da Igreja e à formação cultural das sociedades. Das escolas monásticas às redes modernas, tornou-se um lugar de transmissão do saber, formação moral e construção de sentido. No Brasil, atravessou disputas entre Igreja e Estado, expansão das congregações docentes e reorganização diante da modernidade. O século XXI exige reinterpretação dessa herança. A escola católica atua em uma sociedade plural, secularizada, desigual e marcada por novas subjetividades juvenis, diferentes arranjos familiares, sofrimento psíquico, fragilidade dos vínculos comunitários e fragmentação das referências de autoridade. A pergunta decisiva é como manter a identidade católica sem tornar-se defensiva, incapaz de dialogar ou presa a uma linguagem que já não alcança as novas gerações. A resposta passa por compreender a identidade católica como fonte de abertura e discernimento. Consciente de si, a escola católica pode dialogar com quem pensa, crê e vive de modo diferente, sem medo da diferença e sem renunciar à missão. A tradição não é obstáculo ao crescimento; é raiz que sustenta a abertura. Por isso, a cultura do encontro e a humanização do processo educativo tornam-se eixos de uma presença católica profética. As transformações socioculturais deslocam a escola católica de uma lógica institucional para uma lógica de impacto humano. A pessoa concreta deve estar no centro: crianças, adolescentes, jovens, famílias, professores, gestores e comunidades vulneráveis. O estudante não é apenas usuário, cliente, capital humano ou futuro profissional. É sujeito de dignidade, história, consciência, fragilidade e transcendência. Essa antropologia exige convivência, saúde emocional, proteção, escuta, justiça social e solidariedade. Transformações tecnológicas As transformações tecnológicas representam um dos maiores desafios contemporâneos para a educação católica. Plataformas digitais, ambientes virtuais, inteligência artificial, análise de dados e personalização da aprendizagem redefinem o cotidiano escolar. A tecnologia entrou na sala de aula, sentou-se na primeira fileira e ainda pediu a senha do Wi-Fi. O problema não é apenas incorporar recursos digitais, mas definir com que finalidade humana, pedagógica e ética serão usados. A inteligência artificial generativa impacta profundamente o trabalho docente. Ao apoiar textos, imagens, avaliações, pesquisas, planos de aula, sínteses, traduções e feedbacks, amplia a capacidade produtiva humana. Porém, se não for orientada por critérios formativos, pode fragilizar autoria, juízo crítico, presença, responsabilidade e relação pedagógica. Por isso, a IA não pode ser tratada apenas como ferramenta técnica, mas como questão antropológica, ética e formativa. A pergunta central é exigente: como tecnologias digitais impactam a humanidade do processo educativo? A IA pode favorecer acessibilidade, criatividade, personalização e apoio à aprendizagem. Também pode estimular dependência cognitiva, superficialidade, terceirização da autoria, vieses e enfraquecimento dos vínculos educativos. Para os docentes não basta apenas treinamentos pontuais; é necessário instituir políticas permanentes de desenvolvimento profissional que integrem competência técnica, reflexão didática, ética digital e coerência profissional. Tradição e inovação não são polos inimigos. A tradição oferece critérios, memória e identidade; a inovação oferece linguagem, recursos e possibilidades de presença. Quando bem articuladas, permitem que a educação católica permaneça relevante em um mundo que muda rapidamente, mas continua carente de sentido, justiça, esperança e humanidade. A saída para a fecunda encruzilhada não está em escolher um dos caminhos, mas em discernir, planejar, avaliar, formar pessoas e sustentar a coerência institucional. O jeito Católico de educar já nasce inovador; a liderança católica precisa ler os sinais dos tempos e unir alma e método, transformando a tradição em resposta viva aos desafios do presente. É como fazer parte de uma importante orquestra. A educação católica reúne famílias, educadores, estudantes, gestores, tecnologias, currículos e projetos pedagógicos. O papel da liderança é atuar como regência: não para silenciar diferenças, mas para harmonizá-las em torno de uma mesma composição educativa. Seu melhor concerto será soar a sinfonia formando pessoas com consciência crítica, sensibilidade espiritual e compromisso com a dignidade humana e, por isso, livres. Fonte: Padre Anselmo Nascimento - Salesiano da Inspetoria São João Bosco e Vice-presidente do Conselho Administrativo do Grupo UBEC. Vatican News

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