Começam os CommTalkS
02/02/2024

Começam os CommTalkS

Começam os CommTalkS
Foto: Divulgação

No dia 31 de janeiro de 2024, na solenidade de São João Bosco, a Madre Geral do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, Chiara Cazzuola, inaugura as vídeo-publicações realizadas pelo Âmbito da Comunicação do Instituto.

Que ocasião melhor do que a solenidade de São João Bosco para lançar a iniciativa CommTalkS, com as vídeo-publicações produzidas pelo Âmbito da Comunicação do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora?

Com a palavra da Superiora Geral, Madre Chiara Cazzuola, iniciou-se uma série de publicações, pequenos vídeos ou webinars, sobre diversos temas da atualidade. Dando início ao primeiro webinar, Irmã Maria Ausilia De Siena, Conselheira Geral para a Comunicação Social, apresenta o seu significado e a sua finalidade: “São pequenos inputs formativos, que também podem ser utilizados para a animação nas comunidades, que, como previsto no programa do sexênio, poderiam ser úteis na criação de uma visão compartilhada da cultura da comunicação, apesar da diversidade de expressão”.

Essas publicações são unificadas pelo logotipo CommTalkS:

“Comm” lembra os termos ingleses Communication e Community para sublinhar a transversalidade da comunicação que permite ler juntos, com sentido crítico, os diferentes aspectos da realidade.

Talk” indica a vontade de promover a reflexão e a discussão em um debate que envolva e seja acessível ao maior número de pessoas, comunidades educativas e jovens.

O “S” recorda a Salesianidade como um estilo de vida que se quer aprofundar e atualizar para redescobrir cada vez mais o Sistema Preventivo como método educativo válido, numa sociedade complexa e desorientada como a atual.

Comunicar é vida” é o tema abordado pela Madre no primeiro vídeo, no qual ela afirma: “Comunicar é adentrar no mistério de Deus, do outro, do mundo. É a capacidade de se colocar em relação com os outros, é uma habilidade que cada um de nós adquire no caminho da própria existência e matura através de numerosos encontros desde o âmbito familiar ao da sociedade em todas as suas expressões. Na verdade, conseguimos compreender quem somos e quanto valemos somente através de um confronto com os outros”.

E assim especifica a importância carismática da comunicação: “Para nós, Filhas de Maria Auxiliadora, a comunicação é uma dimensão da espiritualidade que é fundada na relação comunicativa, uma relação que atinge a todos e procura não esquecer ninguém”.

Os vídeos e os webinars estarão em sinergia com o site do Instituto e a revista DMA que tratará amplamente, neste ano, o tema da paz. Os vídeos têm subtítulos em cinco línguas.

Ao primeiro vídeo seguirá um webinar confiado à Madre Yvonne Reungoat, a qual trará um pouco da sua experiência no recente Sínodo dos Bispos, onde respondeu às perguntas dos jovens de todo o mundo.

Fonte: Instituto Figlie di Maria Ausiliatrice (FMA)

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Primeira Profissão Religiosa de noviços reúnem as inspetorias salesianas de Manaus, Campo Grande e Belo Horizonte

Neste sábado, 31 de janeiro, as Inspetorias Salesianas de Manaus (BMA), Campo Grande (BCG) e Belo Horizonte (BBH) reuniram-se na Capela do Sagrado Coração, em Barbacena – MG, para a celebração da Primeira Profissão Religiosa de 7 noviços pertencentes a essas inspetorias. A cerimônia foi presidida pelo Padre Ricardo Carlos (Inspetor BBH), concelebrada pelos Padres Adalberto Alves de Jesus (Inspetor BCG) e Raimundo Marcelo Maciel (Vigário do Inspetor BMA) e pelos demais Padres Salesianos presentes. Após essa etapa, os jovens salesianos seguirão para o Pós-Noviciado, que acontecerá na Inspetoria de Campo Grande, no Instituto São Vicente, em Mato Grosso do Sul. Conheça os noviços e suas inspetorias: Inspetoria Salesiana São João Bosco (BBH): Felipe Charra dos Santos, Fernando Mauri e Paulo Henrique Carrijo Silva. ‍ Inspetoria Salesiana de Manaus (BMA): Gabriel Garcia Ferreira. Inspetoria Salesiana de Campo Grande (BCG): Lucas Antunes Baschera, Matheus Bogado Lima e Riquelme Ferreira Soares.‍ ‍A Inspetoria São João Bosco oferece aos jovens a oportunidade de fazer o processo de discernimento vocacional por meio de momentos de espiritualidade e diálogo com a comunidade de salesianos nos Estados de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, de Goiás, do Tocantins e no Distrito Federal.  ‍Clique aqui e venha ser um Salesiano de Dom Bosco. Fonte: Inspetoria São João Bosco

Carta para o Dia da Vida Consagrada: Consagrados, sementes de paz onde a dignidade é ferida

A Igreja celebra, na próxima segunda-feira, 2 de fevereiro, o 30º Dia Mundial da Vida Consagrada. Para a data, o Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica do Vaticano divulgou uma carta na qual expressa “gratidão pela fidelidade ao Evangelho e pelo dom de uma vida que se torna semente espalhada nas dobras da história”. O texto é assinado pela prefeita do dicastério, irmã Simona Brambilla; pelo pró-prefeito, cardeal Ángel Fernández Artime; e pela secretária, irmã Tiziana Merletti. O título “Profecia da presença: vida consagrada onde a dignidade é ferida e a fé é provada” resume a reflexão motivadora enviada aos consagrados de todo o mundo, numa “presença que permanece” ao lado dos povos e das pessoas feridas, nos lugares onde o Evangelho é vivido muitas vezes em condições de fragilidade e de provação. São recordados contextos marcados por conflitos, instabilidade social e política, pobreza, marginalização, migrações forçadas, minorias religiosas, violências e tensões que põem à prova a dignidade das pessoas, a liberdade e, por vezes, a própria fé. O 30º Dia Mundial da Vida Consagrada será celebrado na próxima segunda-feira, 2 de fevereiro, Festa da Apresentação do Senhor, e culminará com a Missa presidida pelo Papa Leão XIV na Basílica de São Pedro às 17h no horário de Roma (13h no horário de Brasília), com transmissão em português pelos canais de Vatican Media.   Confira a carta na íntegra:   Cidade do Vaticano, 28 de janeiro de 2026 Profecia da presença:vida consagrada onde a dignidade é ferida e a fé é provada Queridas consagradas, queridos consagrados, com esta carta desejamos chegar idealmente até vocês em todas as partes do mundo, nos lugares da vida e da missão de cada um de vocês, para expressar gratidão pela fidelidade ao Evangelho e pelo dom de uma vida que se torna semente espalhada nas dobras da história. Uma vida às vezes marcada pela provação, mas sempre vivida como sinal de esperança. Ao longo do último ano, durante as viagens e visitas pastorais do Dicastério, tivemos o dom de tocar e de nos deixar alcançar por esta vida, encontrando os rostos de tantas pessoas consagradas chamadas a partilhar situações complexas: contextos marcados por conflitos, instabilidade social e política, pobreza, marginalização, migrações forçadas, minorias religiosas, violências e tensões que põem à prova a dignidade das pessoas, a liberdade e, por vezes, a própria fé. Experiências que revelam o quão forte é a dimensão profética da vida consagrada como «presença que permanece»: ao lado dos povos e das pessoas feridas, nos lugares onde o Evangelho é vivido muitas vezes em condições de fragilidade e de provação. Este «permanecer» assume diferentes formas e esforços, porque diferentes são as complexidades das nossas sociedades: onde a vida quotidiana é marcada por fragilidades Institucionais e insegurança, onde as minorias religiosas vivem pressões e restrições; onde o bem-estar coexiste com solidões, polarizações, novas pobrezas e indiferença; onde as migrações, as desigualdades e a violência generalizada desafiam a convivência civil. Em muitas partes do mundo, a situação política e social põe à prova a confiança e desgasta a esperança: e é precisamente por isso que a presença fiel de vocês, humilde, criativa e discreta se torna um sinal de que Deus não abandona o seu povo. O «permanecer» evangélico nunca é imobilidade nem resignação: é esperança ativa que gera atitudes e gestos de paz: palavras que desarmam precisamente onde as feridas dos conflitos parecem apagar a fraternidade; relações que testemunham o desejo de diálogo entre culturas e religiões; escolhas que protegem os pequenos, mesmo quando ficar do lado deles exige um preço a pagar; paciência nos processos, mesmo dentro da comunidade eclesial; perseverança na busca de caminhos de reconciliação a construir na escuta e na oração; coragem na denúncia de situações e estruturas que negam a justiça e a dignidade das pessoas. Precisamente por isso, este permanecer não é apenas uma escolha pessoal ou comunitária, mas torna-se uma palavra profética para toda a Igreja e para o mundo. Neste «permanecer» como semente que aceita morrer para que a vida floresça, em formas diferentes e complementares, expressa-se a profecia de toda a vida consagrada. A vida apostólica torna visível uma proximidade operosa que sustenta a dignidade ferida; a vida contemplativa guarda, na intercessão e na fidelidade, a esperança quando a fé é provada; os Institutos seculares testemunham o Evangelho como fermento discreto nas realidades sociais e profissionais; o Ordo virginum manifesta a força da gratuidade e da fidelidade que abre para o futuro; a vida eremítica recorda o primado de Deus e o essencial que desarma o coração. Na diversidade das formas, uma única profecia toma corpo: permanecer com amor, sem abandonar, sem calar, fazendo da própria vida a Palavra para este tempo e para esta história. É precisamente dentro desta profecia de permanência que amadurece um testemunho de paz. O Papa Leão XIV insistiu nisso nas suas intervenções, indicando a paz não como uma utopia abstrata, mas como um caminho exigente e quotidiano que requer escuta, diálogo, paciência, conversão da mente e do coração, rejeição da lógica da prevaricação do mais forte. A paz não nasce da oposição, mas do encontro, da responsabilidade partilhada, da capacidade de escuta e do caminho sinodal, do amor por todos na linha do Evangelho, segundo o qual todos são irmãos. Por isso, a vida consagrada, quando permanece ao lado das feridas da humanidade sem ceder à lógica do confronto, mas sem renunciar a dizer a verdade de Deus sobre o homem e sobre a história, torna-se — muitas vezes sem alarde — artífice da paz. Caríssimas e caríssimos, agradecemos-vos pela vossa perseverança quando os frutos parecem distantes, pela paz que semeais mesmo quando não é reconhecida. Continuemos a guardar com gratidão na memória a experiência do Jubileu da Vida Consagrada, que nos chamou a ser peregrinos de esperança no caminho da paz: não é um slogan ou uma fórmula. Vivemos essa experiência concretamente também no caminho que nos preparou para nos encontrarmos em Roma. É, ao invés, um estilo evangélico a ser encarnado, todos os dias, onde a dignidade é ferida e a fé é provada. Confiamos cada um e cada uma de vocês ao Senhor, para que vos torne firmes na esperança e mansos no coração, capazes de permanecer, de consolar, de recomeçar: e assim de ser, na Igreja e no mundo, profecia da presença e semente da paz. Ir. Simona Brambilla, M.C.Prefeita Ángel F. Card. Artime, S.D.B.Pró-Prefeito Ir. Tiziana Merletti, S.F.P.   Fonte: CNBB

Três filmes que propagaram o carisma universal de Dom Bosco por meio da arte cinematográfica

O grande encanto e o carisma de Dom Bosco conquistaram milhões de pessoas em todo o mundo. Sua figura permeou, e permeia, a obra de muitos artistas que ajudaram a traçar-lhe o perfil, tornando-o ainda mais universal por meio de diversas formas de arte: entre elas, o cinema certamente teve um papel importante na aproximação do Santo dos Jovens ao grande público. Dom Bosco é um santo absolutamente "internacional", conhecido em todo o mundo e, de maneira particular, nos 135 países em que os salesianos se encontram; portanto, não é impossível encontrar vídeos de vários tipos dedicados a ele na rede. Mas, dentre as muitas obras produzidas, é inegável que foi sua própria terra natal, a Itália, que lhe rendeu as mais famosas homenagens através do filme. Por isso, no processo de seleção das obras da sétima arte dedicadas a Dom Bosco, reduzimos a escolha a três filmes, que ainda hoje são referência para quem quer se aventurar no mesmo campo artístico, que marcaram época e que vêm sendo traduzidos, dublados e legendados em vários idiomas, e divulgados em todo o mundo. Trata-se de três produções intituladas simplesmente "Dom Bosco", provando que o nome de Dom Bosco dispensa apresentações. A primeira foi dirigida por Goffredo Alessandrini, em 1935, um ano após a canonização do Santo dos Jovens. Interpretado por Gian Paolo Rosmino, o filme conta a vida de Dom Bosco, do nascimento à canonização, ocorrida na Páscoa e Encerramento do Ano Santo da Redenção (1º de abril de 1934). O filme foi restaurado a partir de um negativo conservado no Fundo Salesiano depositado em 2016 em Ivrea (Piemonte), Itália. No centenário da morte do Santo da Juventude, em 1988, foi lançado o filme "Dom Bosco", do diretor Leandro Castellani, com o astro ítalo-americano Ben Gazzara no papel de um Dom Bosco idoso, relembrando as ações que o levaram a realizar seu maior sonho: dedicar-se integralmente aos jovens. Até a TV italiana foi cativada pelo carisma de Dom Bosco e, em 2004, criou uma minissérie na RAI, dirigida por Lodovico Gasparini e interpretada por Flavio Insinna. É a história de uma vocação vivida sob o signo da alegria e do otimismo, apesar das dificuldades que se difundem pelo caminho de Dom Bosco. Hoje apresentamos estas três obras, para introduzi-las aos nossos leitores por ocasião da festa de Dom Bosco e para promover a sua visão como instrumento de divulgação de sua figura.   Fonte: Agência Info Salesiana

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