Construir uma Rede Internacional de Comunicação Salesiana
21/11/2023

Construir uma Rede Internacional de Comunicação Salesiana

Construir uma Rede Internacional de Comunicação Salesiana

Na última sexta-feira (17), aconteceu, em formato totalmente on-line, o tradicional Encontro dos Coordenadores Regionais de Comunicação Social. O evento é fixo na programação anual do Setor de Comunicação, que ocorre duas ou três vezes por ano e visa partilhar objetivos e perspectivas sobre os principais projetos do Setor e os desafios mais significativos em nível regional e mundial.

O encontro, que nesta edição teve como objetivo construir a rede de comunicação salesiana e avaliar os programas desenvolvidos durante o ano, contou com a participação do Conselheiro Geral para a Comunicação Social (CS), Pe. Gildasio Mendes dos Santos, dos membros da sua Equipe e dos diversos Coordenadores de cada Região Salesiana, sob a orientação operacional do Pe. Ernest Rosario.

Na abertura dos trabalhos, o Pe. Gildasio agradeceu pelo trabalho feito pelos Coordenadores na própria Região e por toda a Congregação. Em seguida, traçou os objetivos e lembrou aos membros alguns pontos fundamentais da atual Comunicação Salesiana:

 

– Saber construir relacionamentos;

– Tomar iniciativas nas diversas atividades;

– Colaborar com terceiros para alargar a missão;

– Networking, uma vez que o trabalho em rede é fundamental.

 

“O acompanhamento, a formação e a presença são essenciais para avançarmos juntos”, acrescentou, ao convidar todos os membros a promover e divulgar a “Carta de Comunicação” e manifestando alegria pelo lançamento do seu recente livro “Dom Bosco e a Realidade Digital”.

Cada um dos Coordenadores Regionais partilhou, então, sucessos e desafios da Região Salesiana. O Pe. Rigobert Fumtchum (África-Madagascar) falou de uma equipe estável, da formação de jovens e da nova iniciativa de jornalismo móvel prestes a ser lançada.

Zaida Navarrete (Interamérica) apresentou os diversos programas do ano: o encontro da Equipe de Comunicação Social das Américas, o Projeto Voices e o diálogo com 98 participantes sobre o Sonho dos Nove Anos. Além disso, comentou o primeiro encontro de músicos salesianos, bem como os programas e planos para 2024.

O Pe. João Carlos Ribeiro (América Cone Sul) apresentou as atividades para o Bicentenário do Sonho dos Nove Anos, a Visita do Reitor-Mor e a ‘Campanha da Fraternidade’ dos Bispos do Brasil. Também aludiu aos preparativos, em sua região, em vista dos próximos eventos de comunicação internacional, programados para 2024, em Roma.

O Pe. Ambrose Pereira (Ásia Leste-Oceânia) destacou o compromisso da região no caminho com os jovens por meio do Projeto Voices e do Don Bosco Global Youth Film Festival. Os jovens abordaram a dependência digital e de substâncias, o meio ambiente e a violência. O Camboja está buscando dar voz aos povos indígenas; além disso, estão sendo realizados trabalhos de divulgação do Boletim Salesiano e realizados seminários sobre Inteligência Artificial para outros formadores salesianos. Os planos para 2024 incluem compromissos de treinamento adicionais.

O Pe. Marcin Wosiek (Europa Centro e Norte) afirmou que as diferentes línguas da região dificultam um pouco a existência de programas comuns, mas que estão sendo preparados projetos capazes de envolver a todos.

O Pe. Ernest Rosario (Ásia Sul) falou sobre o Projeto Voices, que colocou em evidência os migrantes, o desemprego e o problema dos vícios. Ele também ilustrou as realidades da BOSCOM – rede regional de Comunicação Social, que atua há 27 anos – do festival de cinema de Chennai, do Fórum Digital Dom Bosco, do encontro de músicos salesianos e da Assembleia Geral de BOSCOM. Além disso, será criada uma Secretaria Central em Mumbai. Os planos futuros incluem a coordenação de uma formação de três dias por ocasião do Dia Mundial das Comunicações Sociais.

O Pe. Harris Pakkam, Referente para a Ásia e a Oceânia na equipe do Setor, disse que o Projeto Voices foi bem recebido, assim como o projeto DBGYFF, ainda em andamento.

O Pe. Ricardo Campoli, Referente da Equipe do Setor para a América, interagiu com vários Delegados durante sua visita à Região. Ele falou sobre a Escola de Comunicação Plus, estabelecida na Inspetoria das Antilhas, que já conta com 140 participantes, e realizou um encontro de partilha sobre os aspectos centrais do Boletim Salesiano.

O Pe. Maciej Makula, Referente para África e Europa, disse que a comunicação na Europa aborda, sobretudo, as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, e informou que na África, está prevista a abertura de uma Secretaria Regional, em Nairóbi. Falou do lançamento do curso de jornalismo móvel na Gâmbia, as estratégias de comunicação social e o website regional em desenvolvimento. Em relação aos eventos no setor da comunicação para 2024, ele pediu aos responsáveis que indiquem Palestrantes de diferentes Regiões para a Conferência e que se discutam as questões-chave que foram distribuídas.

Na conclusão, o Pe. Gildásio Mendes manifestou satisfação pela participação ativa de todos e divulgou alguns dos próximos compromissos comuns.

Fonte: Agenzia Info Salesiana (ANS) / Texto: Pe. Ambrósio Pereira SDB

Mais Recentes

Missão Salesiana de Mato Grosso inaugura memorial histórico em Campo Grande

Campo Grande recebeu, na noite desta quinta-feira (14/05), um presente feito de tempo. A Missão Salesiana de Mato Grosso abriu as portas do seu Memorial Histórico no coração da cidade. O espaço ocupa o prédio do campus central da UCDB, defronte à Praça da República. Ali, onde o trânsito e o cotidiano se cruzam, passa a existir agora um lugar de silêncio e de memória. Uma noite de encontro entre o passado e o presente A solenidade reuniu salesianos vindos de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Três bispos marcaram presença — Dom Dimas Lara, Dom Vitório Pavanelo e Dom Vartan Bogossian. Três reitores de universidades também compareceram, representando a UCDB, a UFMS e o UNISALESIANO. Pró-reitores, membros do Legislativo e representantes do governador do Estado e da prefeita de Campo Grande completaram a solenidade. Foi uma noite em que a história se sentou à mesa com o presente. Uma educação que deixou marcas no chão do Centro-Oeste O inspetor da MSMT, padre Adalberto Alves de Jesus, abriu os trabalhos com palavras que atravessaram o salão. Ele lembrou que os objetos expostos não são apenas peças de museu. São retratos vivos de “uma educação que humaniza, uma presença que acolhe e uma fé que realiza obras concretas”. Cada vitrine, cada fotografia, cada instrumento carrega o peso suave de uma história construída à mão. Um projeto nascido do desejo de não esquecer O curador do Memorial é o vice-inspetor padre Ademir Lima de Oliveira. Ele conduziu o projeto por mais de um ano, com paciência de quem sabe que a memória não se apressa. A ideia nasceu do ex-inspetor padre Ricardo Carlos. Ele queria garantir que mais de 130 anos de presença salesiana no Centro-Oeste não se perdessem no esquecimento. O Memorial é a resposta concreta a esse desejo. Na solenidade de inauguração, coube a Dom Vitório Pavanello dar a bênção de abertura do novo espaço. Núcleos que contam histórias maiores do que o espaço que ocupam A exposição está organizada em núcleos temáticos. O primeiro deles guarda uma joia rara: a primeira gráfica de Mato Grosso, operada pelos salesianos desde 1894. A máquina de tipos é central na história da comunicação regional. Ela imprimiu palavras em um tempo em que palavras eram escassas e preciosas. Outro núcleo preserva o acervo das antigas Escolas de Ofício. Ali estão instrumentos e registros das oficinas de Marcenaria, Tipografia, Alfaiataria e Sapataria. Esses espaços formaram gerações de jovens em profissões que o tempo foi tornando raras. As ferramentas expostas ainda guardam o cheiro do trabalho e da dignidade. Um terceiro núcleo dedica-se às Missões Indígenas. Documentos, fotografias e objetos narram a presença salesiana nos rios Araguaia, Xingu e das Mortes. São registros de encontros entre culturas. São também registros de escolhas, de caminhadas longas e de rios que nunca param de correr. A sala “Educação para a Vida” fecha o percurso com uma linha do tempo. Ela vai dos primeiros oratórios até os projetos educacionais contemporâneos da MSMT. É o fio que costura ontem e hoje sem deixar nó aparente. O quarto onde um santo dormiu Entre os espaços mais aguardados do Memorial está o quarto onde o Papa João Paulo II, hoje São João Paulo II, se hospedou na sede da Missão Salesiana em outubro de 1991. No dia 16 daquele mês, o Santo Padre chegou à sede da Missão Salesiana de Mato Grosso e ali pernoitou, antes de realizar suas atividades pela cidade no dia seguinte. O dormitório está agora em exibição no Memorial, com todos os seus artigos originais preservados. A cama, mesas laterais, luminárias, genuflexório, crucifixo, escrivaninha, cadeira, quadros de parede, roupa de cama e louças compõem o ambiente, incluindo relíquias de primeiro grau: objetos tocados e utilizados pelo Pontífice durante sua estadia e preservados pelos salesianos como testemunhos sagrados de uma noite que a cidade nunca esqueceu Relíquias, fé e a matéria de que são feitos os santos O Memorial abriga também relíquias de primeiro e segundo grau de santos salesianos. São objetos de devoção. São peças consideradas sagradas pela Igreja Católica. Elas ocupam o espaço com uma presença silenciosa e poderosa. A memória como compromisso com o jovem de hoje Padre Ademir Lima de Oliveira resume com clareza o propósito do lugar. “A gente não guarda essas peças por saudosismo”, afirmou. “Guardamos porque elas provam que o método de Dom Bosco funciona aqui há 130 anos.” E foi direto ao coração da missão: “Este Memorial é pra dizer ao jovem de hoje: você faz parte de uma história maior.” Uma congregação que fincou raízes para durar Fundada em 1894, a MSMT é uma das presenças religiosas e educacionais mais antigas do Centro-Oeste. Ao longo de mais de um século, os salesianos construíram escolas, abriram paróquias, criaram obras sociais. Caminharam também ao lado de povos indígenas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Eles chegaram e ficaram. Ficaram e criaram raízes. O inspetor, P. Adalberto declarou que a abertura do espaço à visitação pública “representa para a história da missão salesiana de Mato Grosso o legado de muitos salesianos que passaram por aqui e se dedicaram à educação da juventude, à evangelização dos povos indígenas. Que estas imagens que contemplaremos com os nossos olhos possa ser a recordação do passado, a importância do presente e o futuro que se abre para a juventude”, finalizou. Como visitar o Memorial O Memorial da Missão Salesiana de Mato Grosso abre suas portas ao público a partir do dia 20 de maio. A visitação é gratuita. O espaço fica na sede da entidade, no campus central da UCDB, em Campo Grande. Grupos e visitantes individuais podem agendar pelo e-mail memorial@missaosalesiana.org.br. A história espera. E ela tem muito a dizer. Fonte: Missão Salesiana de Mato Grosso

Vai começar a Novena Mundial a Maria Auxiliadora

No próximo dia 15 de maio, começa a tradição da Novena Mundial a Maria Auxiliadora dirigida a todos os membros da Família Salesiana e, em especial, aos devotos da “Auxiliadora dos Cristãos”.  Proposta pelo Setor para a Comunicação Social da Congregação Salesiana, a Novena Mundial a Maria Auxiliadora 2026 traz o lema: “Maria, és nosso auxílio” é o lema que orienta a edição da novena deste ano. Ao longo da novena, serão divulgados nove vídeos, inspirados em histórias reais, que evidenciam a presença de Maria no cotidiano. A cada uma dessas histórias associa-se a figura de Maria, que introduz a temática: Maria, Mãe da presença; Maria, Mãe da solidão; Maria, Mãe dos filhos errantes; Maria, Mãe da esperança; Maria, Mãe da incerteza; Maria, Mãe da Palavra ao ouvido; Maria, Mãe do amor; Maria, Mãe da fragilidade e Maria, Mãe do sofrimento No canal do YouTube do Boletim Salesiano, será possível acompanhar a novena em língua portuguesa. Clique aqui para participar. Estrutura da novena A edição de 2026 da novena terá a seguinte estrutura: a apresentação do tema; versículo bíblico introdutório sobre o tema do dia; história de vida em formato de animação; comentário do Reitor-mor; padre Fabio Attard; pergunta para reflexão; oração relacionada ao tema, com referência à vida de Dom Bosco e oração final: “Fazei o que Ele vos disser” Nos dias que antecedem o início da novena, a Agência de Notícias Salesianas (InfoANS)  divulgará um livreto com todos os textos. Clique aqui para acessar. Assista aqui ao trailer da Novena Mundial a Maria Auxiliadora 2026 Fonte: Boletim Salesiano com informações da Agência Info Salesiana

Educação Católica: um jeito sempre novo de orquestrar o futuro

A educação católica nasceu vinculada à missão evangelizadora da Igreja e à formação cultural das sociedades. Das escolas monásticas às redes modernas, tornou-se um lugar de transmissão do saber, formação moral e construção de sentido. A educação católica chega ao século XXI em uma encruzilhada fecunda. Carrega uma tradição humanista, espiritual e comunitária, mas é interpelada por transformações socioculturais e tecnológicas que alteram o modo como as pessoas aprendem, convivem, creem e projetam o futuro. O desafio não é conservar o passado como peça de museu, nem aderir ao novo como novidade da vitrine. É traduzir a identidade católica em linguagem contemporânea, sem diluir sua missão. A escola católica não se reduz ao ensino religioso, à catequese ou à presença de símbolos confessionais. Sua identidade nasce de uma concepção integral da pessoa, na qual inteligência, afetividade, espiritualidade, liberdade, responsabilidade social e abertura ao transcendente são dimensões inseparáveis. Sua relevância pública se expressa na excelência acadêmica, mas não se esgota nela. Educar é formar sujeitos capazes de habitar o mundo com lucidez, dignidade e compromisso com o bem comum. O Pacto Educativo Global reforça essa perspectiva ao convocar instituições, famílias, governos e sociedade civil a reconstruírem alianças em favor da dignidade humana, da fraternidade, da justiça social e da ecologia integral. Para a educação católica, esse chamado confirma que a missão educativa não pode ser autorreferente: precisa dialogar com a diversidade e unir fé, cultura, vida e responsabilidade social. Padre Anselmo Nascimento - Salesiano da Inspetoria São João Bosco e Vice-presidente do Conselho Administrativo do Grupo UBEC Transformações socioculturais A educação católica nasceu vinculada à missão evangelizadora da Igreja e à formação cultural das sociedades. Das escolas monásticas às redes modernas, tornou-se um lugar de transmissão do saber, formação moral e construção de sentido. No Brasil, atravessou disputas entre Igreja e Estado, expansão das congregações docentes e reorganização diante da modernidade. O século XXI exige reinterpretação dessa herança. A escola católica atua em uma sociedade plural, secularizada, desigual e marcada por novas subjetividades juvenis, diferentes arranjos familiares, sofrimento psíquico, fragilidade dos vínculos comunitários e fragmentação das referências de autoridade. A pergunta decisiva é como manter a identidade católica sem tornar-se defensiva, incapaz de dialogar ou presa a uma linguagem que já não alcança as novas gerações. A resposta passa por compreender a identidade católica como fonte de abertura e discernimento. Consciente de si, a escola católica pode dialogar com quem pensa, crê e vive de modo diferente, sem medo da diferença e sem renunciar à missão. A tradição não é obstáculo ao crescimento; é raiz que sustenta a abertura. Por isso, a cultura do encontro e a humanização do processo educativo tornam-se eixos de uma presença católica profética. As transformações socioculturais deslocam a escola católica de uma lógica institucional para uma lógica de impacto humano. A pessoa concreta deve estar no centro: crianças, adolescentes, jovens, famílias, professores, gestores e comunidades vulneráveis. O estudante não é apenas usuário, cliente, capital humano ou futuro profissional. É sujeito de dignidade, história, consciência, fragilidade e transcendência. Essa antropologia exige convivência, saúde emocional, proteção, escuta, justiça social e solidariedade. Transformações tecnológicas As transformações tecnológicas representam um dos maiores desafios contemporâneos para a educação católica. Plataformas digitais, ambientes virtuais, inteligência artificial, análise de dados e personalização da aprendizagem redefinem o cotidiano escolar. A tecnologia entrou na sala de aula, sentou-se na primeira fileira e ainda pediu a senha do Wi-Fi. O problema não é apenas incorporar recursos digitais, mas definir com que finalidade humana, pedagógica e ética serão usados. A inteligência artificial generativa impacta profundamente o trabalho docente. Ao apoiar textos, imagens, avaliações, pesquisas, planos de aula, sínteses, traduções e feedbacks, amplia a capacidade produtiva humana. Porém, se não for orientada por critérios formativos, pode fragilizar autoria, juízo crítico, presença, responsabilidade e relação pedagógica. Por isso, a IA não pode ser tratada apenas como ferramenta técnica, mas como questão antropológica, ética e formativa. A pergunta central é exigente: como tecnologias digitais impactam a humanidade do processo educativo? A IA pode favorecer acessibilidade, criatividade, personalização e apoio à aprendizagem. Também pode estimular dependência cognitiva, superficialidade, terceirização da autoria, vieses e enfraquecimento dos vínculos educativos. Para os docentes não basta apenas treinamentos pontuais; é necessário instituir políticas permanentes de desenvolvimento profissional que integrem competência técnica, reflexão didática, ética digital e coerência profissional. Tradição e inovação não são polos inimigos. A tradição oferece critérios, memória e identidade; a inovação oferece linguagem, recursos e possibilidades de presença. Quando bem articuladas, permitem que a educação católica permaneça relevante em um mundo que muda rapidamente, mas continua carente de sentido, justiça, esperança e humanidade. A saída para a fecunda encruzilhada não está em escolher um dos caminhos, mas em discernir, planejar, avaliar, formar pessoas e sustentar a coerência institucional. O jeito Católico de educar já nasce inovador; a liderança católica precisa ler os sinais dos tempos e unir alma e método, transformando a tradição em resposta viva aos desafios do presente. É como fazer parte de uma importante orquestra. A educação católica reúne famílias, educadores, estudantes, gestores, tecnologias, currículos e projetos pedagógicos. O papel da liderança é atuar como regência: não para silenciar diferenças, mas para harmonizá-las em torno de uma mesma composição educativa. Seu melhor concerto será soar a sinfonia formando pessoas com consciência crítica, sensibilidade espiritual e compromisso com a dignidade humana e, por isso, livres. Fonte: Padre Anselmo Nascimento - Salesiano da Inspetoria São João Bosco e Vice-presidente do Conselho Administrativo do Grupo UBEC. Vatican News

Receba as novidades no seu e-mail

O futuro que você merece
Somos Rede

Siga a RSB nas redes sociais:

2026 © Rede Salesiana Brasil