Editora Edebê é patrocinadora do Selo ODS Educação
02/07/2024

Editora Edebê é patrocinadora do Selo ODS Educação

Editora Edebê é patrocinadora do Selo ODS Educação

A Editora Edebê, comprometida com a transformação social e a educação de qualidade, se tornou a patrocinadora nacional do Selo ODS Educação 2024-2025. Esta é uma iniciativa que busca reconhecer e estimular práticas sustentáveis nas instituições de ensino, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS-4: Educação de Qualidade.

O PAPEL DA EDITORA EDEBÊ

Conhecida por seu compromisso com a educação de qualidade, a Edebê vê no Selo ODS Educação uma oportunidade de potencializar sua missão. Ao patrocinar esta iniciativa, a Editora reafirma seu compromisso com a transformação social por meio da educação que é a base para o desenvolvimento sustentável e a construção de um futuro melhor.

O patrocínio da Edebê é um passo significativo para a promoção dos ODS na educação. Através desta parceria, espera-se que mais instituições de ensino sejam motivadas a adotar e implementar práticas que contribuam para a Agenda 2030, criando um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.

A IMPORTÂNCIA DO SELO ODS EDUCAÇÃO

O Selo ODS Educação visa reconhecer iniciativas que contribuem com os ODS, estimulando a participação das instituições de ensino nas metas da Agenda 2030. Utilizando uma tecnologia social de reconhecimento, o selo destaca boas práticas e soluções das instituições participantes, engajando a comunidade acadêmica na criação de práticas sustentáveis para um mundo mais justo e inclusivo.

O PROPÓSITO DO SELO ODS EDUCAÇÃO

A iniciativa do Selo ODS Educação é parte da estratégia de implementação da Agenda 2030 no Brasil. Ela visa a internalização dos objetivos globais e sua aplicação nas diversas localidades brasileiras, por meio de um programa de reconhecimento que busca ativar a capacidade transformadora das instituições de ensino. Ao incorporar os ODS e outros índices de desenvolvimento em suas ações de gestão, ensino, pesquisa e extensão, essas instituições podem desempenhar um papel crucial na promoção de um desenvolvimento sustentável.

Saiba mais em: www.seloods.org.

Fonte: Editora Edebê

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75º aniversário da morte de Santo Artêmides Zatti

No dia 15 de março, realizou-se a memória pelos 75 anos de falecimento do Santo Artêmides Zatti, que, após recuperar-se da tuberculose nos primeiros anos do século XX, manteve uma saúde excepcional, o que lhe permitiu enfrentar trabalhos pesados e contínuos, além de grandes sacrifícios, dedicando sua vida integralmente aos doentes e aos pobres. Somente seu ardente zelo pelo bem do próximo explica o esforço constante que suportou com serenidade e dedicação até aos últimos dias, quase sem jamais descansar. Seu declínio começou em 19 de julho de 1950, quando subiu numa escada encostada a uma parede do edifício para consertar tubulações de água. Ao tombar da escada, caiu de altura considerável, sofrendo lesões internas, ficando logo evidente a gravidade do acidente. Os médicos identificaram, como ele próprio compreendeu, uma doença latente que o impacto agravou, acelerando seus últimos dias. Surgiram os sintomas de um câncer terminal no fígado, que progrediu rapidamente e culminou em sua morte seis meses depois.Em 27 de fevereiro de 1951, a seu pedido, recebeu o Viático e a Unção dos Enfermos. A crônica da casa, de março de 1951, registra suas palavras: “Que belo morrer como salesiano e na Patagônia!”. Após a administração dos Sacramentos, a doença seguiu seu curso, e Zatti manteve sua serenidade e alegria, mesmo em meio a atrozes sofrimentos. Ele próprio redigiu para o Dr. Sussini o certificado de óbito: “O Dr. Antonio Sussini certifica que Artêmides Zatti, de 70 anos, domiciliado em Viedma, calle Gallardo s/n, filho de Luis Zatti e Albina Vecchi, naturalizado argentino, faleceu por insuficiência hepática no dia… às horas… no Hospital San José, conforme testemunho de quem o assistiu”.Em 13 de março, recebeu uma carta do Inspetor, P. Carlos Mariano Pérez, que lhe deixava algumas “comissões para o Céu”. Às 6h do dia 15 de março, entrou em agonia e faleceu às 6h30. O Diretor celebrou imediatamente a Missa. Segundo a tradição, a Crônica do colégio registra que o grande sino anunciou, pela manhã, sua subida ao Céu: um Coirmão a menos na Casa e um Santo a mais no Céu. O corpo de Zatti foi colocado em um caixão simples. O velório se estendeu por todo o dia e a noite, com a Capela cheia, do entardecer ao amanhecer. O funeral foi realizado no dia 16 de março, com intensa participação de Autoridades e População. A notícia de sua morte comoveu toda a Viedma e grande parte da Patagônia, transformando-se num verdadeiro plebiscito de reconhecimento por seus méritos, e de gratidão. A razão desse profundo envolvimento popular estava resumida na afirmação: “Era um santo!”.Cumpria-se, assim, a recomendação de Dom Bosco aos primeiros missionários salesianos enviados à Argentina: “Cuidem especialmente dos enfermos, das crianças, dos idosos e dos pobres, e ganharão a bênção de Deus e a benevolência dos homens”. Zatti, como o Bom Samaritano, acolheu na hospedaria de seu coração e no ‘Hospital San José’, de Viedma, os pobres, os enfermos e os rejeitados da sociedade. Em cada um deles, visitou a Cristo, cuidou de Cristo, alimentou Cristo, vestiu Cristo, hospedou Cristo e honrou a Cristo. Um médico do hospital testemunhou: “O único milagre que presenciei em minha vida foi o Sr. Zatti, pela extraordinária nobreza de caráter, pela dedicação ao próximo e pela paciência incomparável com os doentes”. Fonte: Salesianos SP

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