Ex- diretora do HNSA, Ir. Nilda Cavalcante, recebe homenagem na Câmara Municipal de Lins
27/10/2025

Ex- diretora do HNSA, Ir. Nilda Cavalcante, recebe homenagem na Câmara Municipal de Lins

Ex- diretora do HNSA, Ir. Nilda Cavalcante, recebe homenagem na Câmara Municipal de Lins

Na última quinta-feira (23), a ex-diretora geral do Hospital Auxiliadora, Irmã Maria Nilda Cavalcante Rangel, recebeu o título de Cidadã Linense, em solenidade na Câmara Municipal de Lins-SP.

A homenagem reconhece sua trajetória marcada por fé, coragem, sabedoria e dedicação ao bem comum.

Ir. Nilda esteve à frente do Hospital Auxiliadora em diferentes momentos, em 1981 a 1984 e retornou em 2020 a 2023, liderando reformas administrativas e estruturais, fortalecendo a gestão hospitalar e deixando um legado de humanização, técnica e espiritualidade.

Participaram da cerimônia o diretor geral, Marco Calderon, a diretora financeira, Ir. Dilma Canavarro, e o gestor do Pronto Atendimento de Água Clara, Nilton Nunes, representando o Hospital Auxiliadora neste momento especial de reconhecimento e emoção.

Com fé e amor, celebramos sua história inspiradora e agradecemos por tantos frutos de dedicação e serviço à vida!

Parabéns, Irmã Maria Nilda Cavalcante Rangel, Cidadã Linense!

Seu exemplo segue iluminando nossa missão de cuidar com excelência e humanização.

Fonte: Hospital Auxiliadora - Lins (SP)

Mais Recentes

Dia Mundial das Comunicações Sociais 2026: “Cuidar das vozes e dos rostos humanos”

Na Mensagem para o 60º Dia das Comunicações Sociais, “Preservar vozes e rostos humanos”, o Papa Leão introduz com a expressão: “O rosto e a voz são traços únicos, distintivos, de cada pessoa; manifestam a própria identidade irrepetível e são o elemento constitutivo de cada encontro”. “O rosto e a voz são sagrados. Foram-nos doados por Deus, que nos criou à sua imagem e semelhança, chamando-nos à vida com a Palavra que Ele próprio nos dirigiu”. O Pontífice continua sua introdução recordando que “preservar rostos e vozes humanas significa preservar o “reflexo indelével do amor de Deus. Não somos uma espécie feita de algoritmos bioquímicos, definidos antecipadamente. Cada um de nós tem uma vocação insubstituível e inimitável que emerge da vida e que se manifesta precisamente na comunicação com os outros”. Ecossistemas informativos e as relações pessoais Papa Leão adverte que se “falharmos nessa preservação”, a tecnologia digital “corre o risco de modificar radicalmente alguns dos pilares fundamentais da civilização humana, que por vezes damos como certos”. Ao simular vozes e rostos humanos, sabedoria e conhecimento, consciência e responsabilidade, empatia e amizade, os sistemas conhecidos como inteligência artificial não apenas interferem nos ecossistemas informativos, mas invadem também o nível mais profundo da comunicação: o da relação entre pessoas humanas”. Desafio antropológico “O desafio, portanto, não é tecnológico, mas antropológico” continua o Papa. “Preservar rostos e vozes significa, em última instância, preservar nós mesmos. Acolher com coragem, determinação e discernimento as oportunidades oferecidas pela tecnologia digital e pela inteligência artificial, não significa esconder de nós mesmos os pontos críticos, as opacidades e os riscos”. Não renunciar ao próprio pensamento Mas hoje acontece que “algoritmos concebidos para maximizar o envolvimento nas redes sociais – lucrativo para as plataformas – recompensam as emoções rápidas”, penalizam as expressões humanas, que necessitam de mais tempo, como o esforço de compreensão e a reflexão”. Ao fechar “grupos de pessoas em bolhas de consenso fácil e de indignação fácil”, “enfraquecem a capacidade de escuta e de pensamento crítico, aumentando a polarização social”. Além disso, em alguns contextos, há “uma confiança ingenuamente acrítica” em relação à IA percebida como “uma espécie de ‘amiga’ onisciente, dispensadora de todas as informações, arquivo de todas as memórias, ‘oráculo’ de todos os conselhos”. Tudo isso pode “enfraquecer” a capacidade do homem “de pensar de forma analítica e criativa, de compreender significados, de distinguir entre sintaxe e semântica”, adverte o Pontífice. “Contentando-nos com uma compilação estatística artificial”, corremos o risco de, “a longo prazo, consumir nossas capacidades cognitivas, emotivas e comunicativas”. Não ceder às máquinas Todavia, a questão fundamental não é sobre “o que a máquina consegue ou conseguirá fazer, mas o que podemos e poderemos fazer nós, crescendo em humanidade e conhecimento, com um uso inteligente de ferramentas tão poderosas a nosso serviço”. “Renunciar ao processo criativo e ceder às máquinas as próprias funções mentais e a própria imaginação significa, no entanto, enterrar os talentos que recebemos com o fim de crescer como pessoas em relação a Deus e aos outros. Significa esconder o nosso rosto e silenciar a nossa voz. Simulação das relações e da realidade Temos dificuldade cada vez maior de identificar se estamos interagindo com outros seres humanos ou com ‘bots’ ou ‘influencers virtuais’. Os chatbots, adverte o Papa, com sua estrutura dialógica e adaptativa, mimética, “é capaz de imitar os sentimentos humanos e, assim, simular uma relação. Essa antropomorfização, que pode soar até mesmo divertida, é ao mesmo tempo enganosa, especialmente para as pessoas mais vulneráveis”. Com visíveis consequências, pois “tornados excessivamente ‘afetuosos’, além de sempre presentes e disponíveis, podem se tornar arquitetos ocultos dos nossos estados emocionais e, desse modo, invadir e ocupar a esfera da intimidade das pessoas”. “A tecnologia que explora a nossa necessidade de relacionamento pode não apenas ter consequências dolorosas no destino dos indivíduos, mas pode também ferir o tecido social, cultural e político das sociedades” Imersos na multidimensionalidade Leão XIV também faz um alerta sobre “distorções” presentes nos sistemas emergentes, chamadas BIAS, que podem reforçar tendenciosidades existentes e ampliar a discriminação, o preconceito e a estereotipagem. “Estamos imersos em uma multidimensionalidade, onde está se tornando cada vez mais difícil distinguir a realidade da ficção”. “A isso, continua, “se soma o problema da falta de precisão. Sistemas que vendem uma probabilidade estatística como conhecimento estão, na verdade, oferecendo-nos, no máximo, aproximações da verdade que, às vezes, são verdadeiras ‘alucinações’. Desafios O desafio” sugere ainda o Papa, “que nos espera não está em frear a inovação digital, mas em orientá-la, em sermos conscientes do seu caráter ambivalente. Cabe a cada um de nós levantar a voz em defesa das pessoas humanas, para que estas ferramentas possam ser verdadeiramente integradas por nós como aliadas”. Esta aliança é possível, mas precisa fundamentar-se em três pilares: responsabilidade, cooperação e educação. Em primeiro lugar, a responsabilidade. “Esta pode ser articulada, dependendo dos papéis, como honestidade, transparência, coragem, capacidade de visão, dever de compartilhar o conhecimento e direito a ser informado. Para os que estão no comando das plataformas on-line; criadores e desenvolvedores de modelos de IA; aos legisladores nacionais e reguladores supranacionais. Ainda no âmbito da responsabilidade o Papa recorda: “Deve-se tutelar a paternidade e a propriedade soberana do trabalho dos jornalistas e dos outros criadores de conteúdo. A informação é um bem público. Um serviço público construtivo e significativo não se baseia na opacidade, mas na transparência das fontes, na inclusão dos sujeitos envolvidos e em um padrão elevado de qualidade”. Com relação à cooperação, Leão afirma: “Todos somos chamados a cooperar. Nenhum setor pode enfrentar sozinho o desafio de guiar a inovação digital e a governança da IA”. Continuando afirma a necessidade de “criar mecanismos de salvaguarda. Todas as partes interessadas – da indústria tecnológica aos legisladores, das empresas criativas ao mundo acadêmico, dos artistas aos jornalistas e educadores – devem estar envolvidas na construção e na efetivação de uma cidadania digital consciente e responsável”. Por fim, com relação à educação, Leão afirma: “aumentar as nossas capacidades pessoais de refletir criticamente, a avaliar a confiabilidade das fontes e os possíveis interesses que estão por trás da seleção das informações que chegam até nós” e “elaborar critérios práticos para uma cultura da comunicação mais saudável e responsável”. Introduzir estudos Na conclusão da mensagem o Papa reitera a necessidade “cada vez mais urgente” de introduzir nos sistemas educativos de todos os níveis, ao lado do letramento midiático, também a alfabetização no campo da IA. “O acrônimo MAIL (ou seja, Media and Artificial Intelligence Literacy) descreve bem essa necessidade, e algumas instituições civis já estão promovendo essa conscientização. “O MAIL”, explica o Pontífice, “ajudará a todos a não se adequarem à deriva antropomorfizante dos sistemas de IA, mas a tratá-los como ferramentas; a utilizar sempre uma validação externa das fontes – que poderiam ser imprecisas ou erradas – fornecidas pelos sistemas de IA; a proteger a própria privacidade e os próprios dados, conhecendo os parâmetros de segurança e as opções de contestação”, concluiu Leão. Papa Leão conclui sua mensagem reiterando “Precisamos que o rosto e a voz voltem a significar pessoa. Precisamos preservar o dom da comunicação como a mais profunda verdade do homem, à qual devemos orientar também toda a inovação tecnológica”. Fonte: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB

Acesse a Novena de Dom Bosco 2026 da ISJB

Entre os dias 22 e 30 de janeiro, a Inspetoria São João Bosco convida a vivenciarem a Novena de Dom Bosco, que em 2026 tem como tema “Dom Bosco: fundador da Família Salesiana”. Neste ano, a Novena evidencia a riqueza e a diversidade da Família Salesiana, com atenção especial aos Salesianos Cooperadores. Fundado por Dom Bosco em 1876, esse grupo celebra 150 anos de história e, juntamente com outros 32 grupos da Família Salesiana, permanece comprometido com o legado do fundador: colaborar para a formação integral das juventudes. Mais do que a repetição de preces, a Novena de Dom Bosco é um tempo especial de graça, que convida os fiéis a colocarem o coração em sintonia com Deus. De modo particular, a proposta desta Novena é meditar sobre o testemunho de fé e de vida de São João Bosco e São Francisco de Sales, referências centrais do carisma salesiano. O subsídio da Novena foi preparado pela equipe da Pastoral Juvenil Salesiana da Inspetoria São João Bosco e está disponível para acesso. Para visualizar o material, clique aqui. Atenta à diversidade e à riqueza das experiências religiosas vivenciadas nas presenças salesianas do Brasil, a Inspetoria também disponibilizou um mural digital, no qual cada pessoa e/ou grupo poderá compartilhar as experiências de oração vividas durante a Novena de Dom Bosco, por meio de fotos, vídeos e orações. Fonte: Inspetoria São João Bosco

Irmãs Junioristas vivenciam Segundo Noviciado “Internacional” com foco na preparação para a Profissão Perpétua

O Segundo Noviciado, etapa formativa no Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora (FMA), na Conferência Interinspetorial do Brasil (CIB) foi marcado por uma novidade: transformou-se em Segundo Noviciado internacional, com duas participantes da Angola Gravatá e Recife (PE) – A primeira etapa do Segundo Noviciado das Irmãs Junioristas – Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) – teve início no dia 27 de dezembro de 2025, Solenidade de São João Apóstolo e Evangelista. O encontro, que se estendeu até 8 de janeiro de 2026, aconteceu nas cidades de Gravatá e Recife (PE), reunindo as jovens religiosas em um tempo formativo essencial para a profissão dos Votos Perpétuos. Em Recife, as Junioristas foram acolhidas na sede da Inspetoria Nossa Senhora Auxiliadora (BRE). A abertura foi presidida pela Inspetora anfitriã, Irmã Maria Américo Rolim, que acolheu as participantes em nome das Inspetoras do Brasil e de Angola. Em sua mensagem, ela enfatizou a relevância desse período no itinerário vocacional, como preparação para o compromisso definitivo na vida consagrada salesiana, no Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora. Participaram do Segundo Noviciado as Irmãs Junioristas: Olívia Maria Matas e Giselle Ferreira dos Santos, da Inspetoria Maria Auxiliadora (BRE); Zeferina Cuamba Cotingo, da Visitadoria Rainha da Paz, de Angola (ANG) e Virgínia António Ganga, também da Visitadoria Rainha da Paz (ANG), atualmente em estudos na Inspetoria Nossa Senhora Aparecida (BAP), de São Paulo. Ao longo dos dias, as Junioristas aprofundaram temas centrais da espiritualidade salesiana: o Sistema Preventivo e a Missão, com o Padre Magno Xavier, Salesiano de Dom Bosco; os Votos Religiosos (castidade, pobreza e obediência), com a Irmã Solange Sanches, Filha de Maria Auxiliadora (FMA) da Inspetoria BAP e atualmente Mestra de Noviças; a Unidade Vocacional em Chave Mariana, com a Irmã Jane Maria da Silva, FMA da Inspetoria Madre Mazzarello (BMM), de Belo Horizonte; e A Vida Comunitária, com a Irmã Antoniele Holanda, FMA da Inspetoria de Recife. O programa incluiu intensa convivência fraterna e partilhas em espírito de família. O encontro culminou em um retiro assessorado pela Irmã Luz Inés Valdés, FMA da Inspetoria de Recife, e com a celebração do aniversário de uma das participantes: Irmã Virgínia Ganga. No encerramento, a Inspetora Irmã Maria Américo dirigiu novamente a palavra às Junioristas, reforçando suas partilhas e destacando o compromisso diário na vocação salesiana – marcado por fidelidade, doação e disponibilidade ao chamado de Deus. Esse percurso representou um tempo de graça e encontro profundo com Jesus à luz da maternidade de Maria, fortalecendo as Irmãs Junioristas para o “sim” cotidiano à vida consagrada.   Fonte: Inspetorias FMA de São Paulo e Recife

Receba as novidades no seu e-mail

O futuro que você merece
O futuro que você merece

Siga a RSB nas redes sociais:

2026 © Rede Salesiana Brasil