Falece Fundador da Canção Nova
13/12/2022

Falece Fundador da Canção Nova

Falece Fundador da Canção Nova

Na noite desta segunda-feira (12), Solenidade de Nossa Senhora de Guadalupe, a Comunidade Canção Nova comunicou o falecimento de seu Fundador, Monsenhor Jonas Abib (SDB). O sacerdote de 85 anos estava se tratando de um mieloma desde maio de 2021, e teve complicações após passar por uma jejunostomia em um hospital da capital paulista onde estava internado desde o final de outubro.  A cirurgia visava controlar os frequentes episódios de pneumonia, provocados por broncoaspiração. Pe. Jonas, que havia comemorado 58 anos de sacerdócio e recebido alta hospitalar na quinta-feira (8), faleceu em sua casa, em Cachoeira Paulista (SP), às 22h14.

Além da Comunidade Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib era também o presidente da Fundação João Paulo II, mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação e Reitor do Santuário do Pai das Misericórdias, em Cachoeira Paulista (SP).

O velório acontece nesta terça-feira (13), e seguirá até quinta-feira (15), na sede da Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP). Para mais detalhes sobre o velório, clique aqui.

 SOBRE MONSENHOR JONAS ABIB  

Jonas Abib nasceu no dia 21 de dezembro de 1936 em Elias Fausto (SP). Filho de Sérgio Abib, de ascendência sírio-libanesa e de Josepha Pacheco Abib, de ascendência italiana. Aos 7 anos, iniciou o curso de primeiro grau no Colégio Padre Moye, em São Paulo (SP) dirigido pelas Irmãs da Providência de Gap. Aos 12 anos, passou a estudar no Liceu Coração de Jesus, em São Paulo (SP), e a trabalhar numa oficina de artes gráficas. Aos 13 anos, foi transferido para o seminário salesiano, no Colégio São Manoel, em Lavrinhas (SP). Depois, cursou o Ensino Médio no Instituto do Coração Eucarístico, em Pindamonhangaba (SP), e Filosofia na cidade de Lorena (SP), no Instituto Salesiano de Filosofia e Pedagogia. Terminada esta etapa, cursou teologia em São Paulo, no Instituto Teológico Salesiano Pio XI, do Alto da Lapa, e foi ordenado sacerdote em 1964, escolheu o seguinte lema: “Feito tudo para todos”. Como padre recém-ordenado, em São Paulo, trabalhava com os jovens. Lecionando na Faculdade de Ciências e Letras de Lorena (SP) e dando assistência à juventude fazendo encontros e retiros.

Em 1971, Pe. Jonas conheceu a Renovação Carismática Católica, que marcou sua vida e ministério. Empenhou-se mais ainda no trabalho com a juventude e, em 1978, fundou a Comunidade Canção Nova, que tem a missão de evangelizar pelos meios de comunicação social.

Em 1980, a Comunidade Canção Nova passou a atuar nos meios de comunicação com a Rádio Canção Nova, hoje com potência que abrange todo Brasil e o mundo pela Internet. A partir de 1989, a Comunidade Canção Nova começou a atuar com uma retransmissora de TV – TVE do Rio de Janeiro – atingindo atualmente também todo o mundo através da Internet.

No dia 21 de janeiro de 2009, a Comunidade Canção Nova foi admitida oficialmente na Família Salesiana, durante a reunião do Conselho Geral dos Salesianos, em Roma, pelo então Reitor-Mor dos Salesianos, Pe. Pascual Chávez Villanueva. Em 2014, no dia 29 de junho, Solenidade de São Pedro e São Paulo, foi assinado o decreto que concedeu à Comunidade Canção Nova o Reconhecimento Definitivo do Vaticano.

 

Fonte: Com informações da comunidade.cancaonova.com

 

Mais Recentes

Publicação de Irmã Josefa Américo Rolim é presença confirmada na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Obra “Textos em Contextos” expressa sensibilidade, fé e missão salesiana e será apresentada no terceiro maior evento literário do mundo A Inspetoria Madre Mazzarello-BMM se alegra imensamente com a presença de uma publicação de uma Filha de Maria Auxiliadora na 28ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Trata-se da obra “Textos em Contextos”, de autoria da Irmã Josefa Américo Rolim, que atualmente atua na Coordenação de Pastoral do Instituto Auxiliadora, em São João del-Rei (MG). Promovida pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e organizada pela RX, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo é consolidada como o terceiro maior evento do gênero no mundo. A 28ª edição já tem data e local confirmados: acontecerá de 4 a 13 de setembro de 2026, no Distrito Anhembi, reunindo autores, editoras e leitores de todo o país e do exterior. A participação da obra de Irmã Josefa neste importante evento literário é motivo de grande alegria e gratidão para nossa Inspetoria, pois expressa a força da Missão Educativa e Evangelizadora também por meio da arte e da literatura. Sobre o processo de criação do livro, Ir. Josefa partilha com sensibilidade: “Fui escrevendo alguns poemas e apresentando para as pessoas que me incentivaram muito à publicação. Até que um dia, com o apoio da Inspetoria, alcançamos a nossa meta que eu jamais imaginava.” A obra “Textos em Contextos” nasceu de uma profunda experiência de contemplação da vida: “O livro nasceu num momento mágico de contemplação da vida nos mais diversos contextos. Foi um momento mágico de olhar para frente em direção ao horizonte para sentir cada palavra, cada verso deste livro.” Em suas palavras, escrever foi mais do que um exercício literário: foi uma experiência transformadora. “Escrever este livro foi a entrada no mundo imaginário como se fosse a porta de um jardim misterioso, onde fui sendo transportada para o infinito e transmutada de maneira mágica, graciosa e incrível.” Ela ainda destaca que os versos se tornaram fonte de renovação diária: “As palavras e versos me levam a renovar, no amanhecer de cada dia, a certeza de amar e viver com maior paixão para prosseguir meus sonhos com coragem e convicção. Mas Deus vai escrevendo nas linhas sinuosas da nossa vida.” Como Inspetoria, rendemos graças a Deus por este dom colocado a serviço da cultura, da espiritualidade e da Missão Salesiana. Que esta publicação continue tocando corações e inspirando muitos leitores a contemplar a vida com profundidade, fé e esperança. Parabenizamos a Irmã Josefa Américo Rolim por esta conquista e nos unimos em oração para que sua obra alcance muitos horizontes!“Textos em Contextos” pode ser adquirido on-line nas livrarias abaixo: Estante Virtual Um Livro Fonte: Equipe de Comunicação da Inspetoria Madre Mazzarello-BMM.

A MENSAGEM DO REITOR-MOR, Pe. Fábio Attard: Coerência, a via privilegiada para a caridade

A MENSAGEM DO REITOR-MOR, Pe. Fábio Attard Esta passagem do evangelho de Lucas, capítulo 11,37-41, narra-nos como Jesus, a caminho de Jerusalém, aceita o convite para jantar com o fariseu. Temos um diálogo que representa um momento de confronto entre duas visões da religiosidade: a formal, centrada nas prescrições rituais, e a do coração, proposta por Jesus. À pergunta feita a Jesus sobre o motivo pelo qual não segue os gestos rituais da tradição, ao fariseu é feito o convite a ir além das ações exteriores, a verificar se a exterioridade corresponde de verdade àquilo que leva no coração. Jesus aceita o convite sem condições Como o fariseu, também nós podemos convidar Jesus para a nossa mesa. A sua resposta é surpreendente: Jesus aceita, sempre, sem pôr condições. Não pretende que a nossa casa esteja em ordem, não exige garantias sobre a nossa coerência. “Ele foi e pôs-se à mesa” – com esta simplicidade desarmante, Jesus entra na vida do fariseu, sabendo já o que vai encontrar, conhecendo as contradições, as sombras, as duplicidades. Esta é a primeira mensagem libertadora: Jesus não espera que sejamos capazes de tudo; vem para nos ajudar a ser capazes. Não devemos esconder quem somos de facto para ser dignos da sua presença. Antes, é mesmo a nossa incompetência a tornar-nos necessitados do encontro com Ele. Uma presença que ilumina Mas atenção: se Jesus aceita sem condições, a sua presença nunca é neutra ou inócua. Jesus entra e leva luz. O fariseu esperava talvez o hóspede complacente, alguém a exibir, a apresentar aos conhecidos: “Olhem, até Jesus vem a minha casa”. Ao invés, vê-se posto a nu sem ser humilhado com isso nem embaraçado. A presença de Jesus ilumina as contradições, faz emergir aquilo que preferiríamos manter escondido. Não é uma agressão, é antes como quando acendemos a luz num quarto: a luz não cria a poeira que há, mas torna-a visível. Assim Jesus: não inventa os nossos defeitos, mas bondosa e gradualmente nos ajuda a vê-los por aquilo que são. Em poucas palavras, a sua presença é um convite a fazer claridade na nossa vida: a ver com honestidade onde somos autênticos e onde ao invés vivemos de máscaras, onde há coerência e onde há contradição entre aquilo que parecemos e aquilo que somos. Além das aparências: o chamamento à coerência pessoal “Vós fariseus limpais o exterior do copo e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e de maldade”. Jesus não condena as práticas exteriores em si – as abluções, as orações públicas, a observância – mas projeta luz sobre aquela subtil e terrível cisão entre exterior e interior, a duplicidade de quem cuida a imagem ao mesmo tempo que descura o coração. É uma tentação que atravessa todos os tempos. Quanta energia despendemos para construir uma imagem aceitável! Nas redes sociais, na vida profissional, até nas relações mais íntimas: filtramos, selecionamos, mostramos só aquilo que nos valoriza. Ao contrário, Jesus chama a uma coerência a nível muito pessoal, antes ainda que público. Não se trata daquilo que os outros veem, mas de quem somos de verdade quando ninguém nos vê. É ali, na intimidade do coração, que se joga a nossa autenticidade. Uma visão sem zonas de sombra   “Insensatos! Aquele que fez o exterior não fez também o interior?”. Há aqui uma profunda intuição humana e espiritual: o ser humano é uno. Não estamos divididos em compartimentos estanques – a dimensão pública e a privada, o corpo e o espírito, a exterioridade e a interioridade. Não podemos ter zonas de sombra, áreas da vida subtraídas à luz, pensando que não contaminamos o resto. O convite de Jesus é uma visão sem zonas de sombra: uma vida em que não haja ângulos escondidos onde cultivamos vícios, egoísmos, duplicidade. Uma transparência interior onde tudo é posto à luz da consciência e da graça. Isto não significa perfeição imediata, mas honestidade radical: reconhecer as nossas fragilidades, chamá-las pelo nome, não justificá-las, nem escondê-las. É o primeiro passo para a cura. A esmola como dom de si “Antes, dai esmola do que possuís, e para vós tudo ficará limpo.” Aqui está o cume da mensagem de Jesus. A verdadeira purificação não vem de rituais exteriores, mas daquilo que há dentro. A coerência tem a capacidade de ser portadora de bondade. A palavra “esmola” em grego tem as suas raízes na palavra “misericórdia”, compaixão. Não é só questão de dar dinheiro, mas de nos darmos a nós mesmos: o nosso tempo, a nossa atenção, a nossa presença, a nossa vulnerabilidade. Quando vivemos esta unidade interior, quando não há cisão entre quem somos e quem parecemos, então desta unidade emana a verdadeira esmola, a autêntica misericórdia: um dom autêntico, não calculado, não instrumental. Não damos para parecer generosos, mas porque a generosidade tornou-se quem somos. Os jovens têm sede de adultos autênticos e coerentes Esta mensagem tem uma ressonância particular hoje, especialmente para as novas gerações. Os jovens vivem imersos numa cultura onde tudo tem um preço, tudo é calculado em termos de rendimento e utilidade; as identidades estão fragmentadas entre mil perfis, máscaras, papéis sociais; as relações são mediatas, filtradas, muitas vezes anónimas ou superficiais. Neste contexto, os jovens têm uma sede desesperada de adultos autênticos: pessoas que vivem aquilo que dizem, que não têm um rosto em público e outro em privado, que não mentem por conveniência. É preciso nunca esquecer que os jovens não procuram adultos perfeitos – esses rejeitam-nos como falsos. Procuram adultos verdadeiros: capazes de reconhecer as suas próprias fragilidades, de ser coerentes nas pequenas coisas cotidianas, de manter a palavra dada, de ter uma vida interior que se vê. O melhor serviço que podemos prestar às novas gerações não é dar-lhes conselhos morais ou regras de comportamento, mas testemunhar uma vida autêntica. O convite permanente O fariseu convidou Jesus uma vez. Mas o texto revela-nos que Jesus está sempre disponível a ser convidado, hoje tal como há dois mil anos. A pergunta para cada um de nós é: estamos dispostos a acolhê-l’O sabendo que a sua presença nos colocará perante a verdade de nós mesmos? Estamos prontos a deixar que ilumine as zonas de sombra? E ainda: depois de haver acolhido esta luz, estamos dispostos a viver na autenticidade renunciando às máscaras, dando aos outros não aquilo que nos engrandece, mas aquilo que temos dentro”? Num mundo sedento de verdade, ser pessoas autênticas não é um luxo espiritual: é o primeiro ato de caridade que podemos realizar. Especialmente para com quem, como os jovens, tem o direito de ver que é possível viver sem duplicidades, que a integridade que não é uma utopia, que a coerência entre interior e exterior é o caminho da verdadeira liberdade.   Fonte: Agência Info Salesiana

Estudante salesiano que viralizou como Ney Matogrosso desfila em escola de samba que homenageia o cantor

Escola de samba homenageou Ney Matogrosso com o enredo "Camaleônico". Convite para o desfile surgiu em 2025, feito pela presidente da escola de samba Imperatriz após a repercussão do vídeo O estudante Yago Savalla, de 16 anos, que viralizou nas redes sociais ao se caracterizar como Ney Matogrosso em uma atividade escolar, em Salvador, desfilou pela escola de samba Imperatriz Leopoldinense no carnaval do Rio de Janeiro. A escola foi uma das participantes da primeira noite de desfiles do Grupo Especial, no domingo (16), e levou para a Marquês de Sapucaí o enredo “Camaleônico”, em homenagem à carreira de Ney. Terceira colocada no carnaval de 2025, a Imperatriz destacou, neste ano, enredos que celebraram personalidades e raízes afro-brasileiras. Yago participou de uma das alegorias da escola. O convite foi feito ainda em 2025, após o vídeo da apresentação escolar viralizar. O próprio Ney Matogrosso viu a performance e elogiou. Na época, a presidente da escola, Catia Drumond, entrou em contato com a mãe do adolescente, que mora com a família em Salvador, para convidá-lo a desfilar no Rio. Em entrevista ao g1, Yago Savalla afirmou que viveu um dos momentos mais marcantes da sua trajetória ao desfilar pela Imperatriz Leopoldinense, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. O estudante disse que ainda tenta encontrar palavras para traduzir a emoção de estrear na avenida. “Eu estou me sentindo bem, muito feliz e me sentindo realizado. A sensação de pisar na Sapucaí pela primeira vez é indescritível. Até agora eu estou tentando formular palavras pra descrever o meu sentimento”. Yago afirmou que não imaginava a repercussão nem a troca com o público durante o desfile. Segundo ele, a interação com quem acompanhava a apresentação foi um dos pontos altos da experiência. “Em vários momentos eu interagi mesmo no carro alegórico, eu apontava, eu olhava, eu sorria, eu cantava junto. Então, é muito incrível”, disse. O jovem também destacou que enxerga o desfile como um ponto de partida na carreira artística. “É uma sensação de realização e de que esse é só o começo de tanta coisa bonita que tem aí pela frente. Eu espero, de verdade, que esse desfile tenha aberto mais portas pra mim, pra eu poder mostrar meu trabalho”, afirmou. Por fim, Yago fez questão de agradecer à escola e à comunidade. “Me resta uma gratidão imensa à escola, à comunidade de Ramos, à presidente Cátia e a toda nação leopoldinense, que me abraçou e praticamente me cuidou como se eu fosse um filho. Eu me senti pertencente àquele lugar e gostaria muito de continuar na escola”, declarou. Yago ganhou projeção nacional em junho de 2025, ao protagonizar uma apresentação no Colégio Liceu Salesiano do Salvador, no bairro de Nazaré. Com maquiagem inspirada em Ney Matogrosso, ele interpretou “Homem com H” durante um projeto interdisciplinar que envolveu turmas do ensino médio. A performance repercutiu nas redes sociais e rendeu elogios até do próprio Ney. “O que eu mais gostei foi que você não me copiou. Inspirado em mim, criou a sua própria performance! Parabéns”, comentou o artista. Ney Matogrosso comentou a publicação nas redes sociais — Foto: Redes sociais O adolescente também conheceu o cantor pessoalmente em Salvador, quando Ney Matogrosso se apresentou na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, durante a turnê “Bloco na Rua”. O encontro foi compartilhado por Yago nas redes sociais. Natural de São Luís (MA), Yago mora em Salvador há oito anos. Ele é apaixonado por teatro e dança desde a infância, e costumava fazer performances inspiradas em Michael Jackson.   Fonte: G1 Bahia     

Receba as novidades no seu e-mail

O futuro que você merece
O futuro que você merece

Siga a RSB nas redes sociais:

2026 © Rede Salesiana Brasil