Oito fatos que você precisa conhecer sobre o Instituto das FMA
04/08/2022

Oito fatos que você precisa conhecer sobre o Instituto das FMA

Oito fatos que você precisa conhecer sobre o Instituto das FMA

Santa Maria Domenica Mazzarello nasceu em 9 de maio de 1837 em Mornese (Itália) e faleceu em 14 de maio de 1881 em Nizza Monferrato (Itália). Cofundador, junto com Dom Bosco, do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora. Beatificado em 20 de novembro de 1938; Canonizado em 24 de junho de 1951.
Maria Domenica nasceu em uma grande família camponesa. Dotada de uma força física incomum, desde menina trabalhava no campo com seu pai Giuseppe. Na família ela é formada num profundo sentido de Deus, numa incansável diligência e naquele marcado sentido prático e profundo de juízo que depois manifestou também como Superiora. Em 1855 ingressou na Associação das Filhas da Imaculada , cultivando uma profunda espiritualidade apostólica.
Em 1860 , a cidade de Mornese também foi atingida pelo tifo. Seu confessor , Dom Domenico Pestarino , sugere que ela vá cuidar de alguns parentes necessitados. Maria aceita, mesmo sabendo que pegou a infecção, e de fato adoece. Recuperada a saúde, porém, ela é obrigada a deixar o trabalho agrícola não só pela perda da força física que antes desfrutava, mas também porque surge nela uma intuição clara de que ela considera um chamado de Deus. abrindo uma oficina de costura, um oratório festivo e depois um lar para meninas sem família. Envolve a amiga Petronilla em seu projeto e aprende o ofício de costureiraensinar as meninas pobres não só a costurar, mas sobretudo a saber amar a Deus.Mais tarde, numa visão misteriosa, ela vê um grande edifício com muitas meninas correndo pelo pátio e ouve uma voz: eu as confio a você .
Depois acolhe os primeiros órfãos que cuida com ternura de mãe, auxiliada nesta missão por algumas outras jovens pertencentes às Filhas da Imaculada.
Em 1864 , Dom Bosco de Turim chegou a Mornese com seus jovens por ocasião de um passeio de outono e, encontrando Dom Pestarino, que se tornara salesiano no ano anterior, sentiu a necessidade de satisfazer seu desejo de abrir um internato para os meninos da cidade e do entorno. Nessa ocasião, Maria Domingas percebe que está diante de um santo e diz: Dom Bosco é um santo, e eu o sinto .
O Papa Pio IX encoraja Dom Bosco, que há anos cultiva em seu coração o projeto de fundar um instituto feminino, a decidir fazer pelas meninas o que faz pelos meninos. Com a sábia colaboração de Dom Pestarino, escolhe entre as Filhas da Imaculada Conceição as primeiras pedras fundamentais do futuro Instituto. Eles vão morar no colégio recém-construído em Mornese, que se torna o lar da nova fundação.
Em 5 de agosto de 1872, as primeiras onze jovens fazem a profissão religiosa nas mãos do bispo de Acqui, Dom Giuseppe Sciadra, na presença de Dom Bosco. O Instituto chamado Filhas de Maria Auxiliadora cresce rapidamente e Irmã Maria Mazzarello como Superiora se mostra uma hábil formadora e mestra de vida espiritual. Entre ela e Dom Bosco há uma profunda harmonia a nível carismático: Maria Domingas tem uma marcada capacidade educativa, o dom da alegria serena e tranquilizadora e a arte de envolver outros jovens no empenho de se dedicar à promoção da mulher , porque seja na família, na Igreja e numa boa sociedade cristã e cidadã honesta.
Em 1877 , compartilhando o zelo missionário dos Salesianos Irmãos, as seis primeiras FMA partem para as missões e fundam a Primeira Comunidade no Uruguai, à qual se seguirá depois de um ano por casas na Argentina .
Irmã Maria Domingas, atingida aos 44 anos por uma grave forma de pleurisia, faleceu em 14 de maio de 1881 em Nizza Monferrato, para onde a primeira comunidade fma havia sido transferida dois anos antes. Desde então, será chamada de casa mãe .
Deixa às Filhas uma tradição educativa inteiramente impregnada de valores evangélicos: a busca de Deus conhecido através de uma catequese iluminada, o amor ardente por Jesus Eucaristia e a confiança filial em Maria Auxiliadora, a responsabilidade no trabalho, a franqueza, a humildade e a alegria, a sobriedade de vida e doação total na busca do verdadeiro bem das meninas, especialmente pobres e necessitadas, tanto em casa como nos vários países de missão.

 

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Fonte: Boletim Salesiano

 

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Museu Casa Dom Bosco de Turim exibe retrato inédito de Dom Bosco

Desde o dia 31 de março, a obra é apresentada de forma permanente na sala do museu destinada à beatificação e canonização. O Museu Casa Dom Bosco, de Turim, na Itália, anunciou a exposição de mais um retrato de Dom Bosco, descoberto recentemente e atribuído ao artista turinês Giuseppe Cavalla (1859-1935). O quadro, pintado a óleo sobre tela, é assinado e datado de 1931. Em termos cronológicos, a obra surge apenas dois anos após a beatificação de Dom Bosco (em 1929). O retrato se destaca pela precisão do traço e densidade expressiva, refletindo a habilidade do artista em transpor para a tela a fisionomia autêntica de Dom Bosco. É provável que Cavalla tenha elaborado uma síntese pictórica baseada na célebre fotografia de Joaquin Pascual (Kimm), tirada em 3 de maio de 1886, em Barcelona, na Villa Martí-Codolar. Giuseppe Cavalla Giuseppe Cavalla ocupa posição de destaque na história da arte turinense. Nascido em Turim em 18 de janeiro de 1859, formou-se sob orientação de mestres como Angelo Moja, Rodolfo Morgari, Enrico Gamba e Andrea Gastaldi. Sua carreira foi marcada pelo reconhecimento da crítica, desde a estreia na Società Promotrice, em 1882, até grandes decorações sacras e civis. Além de retratos de figuras salesianas, destacam-se os retratos do cardeal Alimonda e de representantes da sociedade turinense. Em 1909, realizou um dos quadros mais fiéis do padre Miguel Rua, I sucessor de Dom Bosco à frente da Congregação Salesiana. A obra foi reproduzida em inúmeras tipolitografias em Valdocco, que ainda hoje decoram residências salesianas. Para pesquisadores e devotos, a exibição da tela constitui uma oportunidade singular de estudo e reflexão sobre o período decisivo entre a beatificação (1929) e a canonização (1934). A descoberta se integra aos recentes avanços nos estudos de iconografia e cultura visual salesiana, aprofundando a compreensão da codificação da imagem do santo nas artes figurativas. Ao mesmo tempo, a obra se revela um instrumento potente de devoção: na imagem, a arte estabelece uma ponte entre a história e fé, permitindo ao observador captar, no olhar de Dom Bosco, a caridade incansável do “Pai e Mestre dos Jovens”. Fonte: Ana Martín García - Agência Info Salesiana

Identidade que fala, rede que une

De 16 a 28 de março de 2026 realizou-se o Curso de formação para os Coordenadores de Comunicação Social, iniciado em Roma, na Casa Geral do Instituto das FMA, e continuado no Piemonte, nos lugares carismáticos. Roma (Itália). De 16 a 28 de março de 2026, 41 Coordenadores de Comunicação Social – Filhas de Maria Auxiliadora e leigos provenientes de todas as Inspetorias do mundo – reuniram-se em Roma, na Casa Geral, para o Encontro de formação organizado e animado pela Conselheira geral, irmã Ausília De Siena, junto às colaboradoras do Âmbito de Comunicação do Instituto das FMA. “Identidade que fala, rede que une” é o tema que acompanhou os dias, escolhido com base nas necessidades formativas expressas pelos participantes e em sintonia com as orientações do Capítulo Geral XXIV – “privilegiamos a formação para habitar os ambientes digitais de modo consciente e responsável, para conhecer as dinâmicas da cultura da informação e fazer amadurecer uma mentalidade crítica e criativa” – com o objetivo de reforçar competências comunicativas, pastorais e carismáticas para exercitar, em rede, uma liderança comunicativa salesiana coerente com a missão educativa e com a identidade carismática. Desde o início ficou evidente que não se tratava apenas de um curso “técnico”. A proposta era, antes de tudo, um convite a recentrar a comunicação na sua dimensão mais profunda: a relação. Acolhendo o grupo, irmã Ausília sublinhou a importância de cultivar uma verdadeira cultura da comunicação compartilhada, capaz de superar lógicas de isolamento e de fazer resplandecer os dons, as experiências e os percursos de cada contexto. Trabalhar em rede, portanto, não se apresenta como uma estratégia funcional, mas como uma escolha consciente, uma mentalidade para cultivar e manter: “Uma rede permite compartilhar experiências, apoiar-se reciprocamente, fazer circular ideias e boas práticas, mas também enfrentar juntos as dificuldades. No fundo, no nosso Instituto já somos uma rede: o passo seguinte é torná-la sempre mais consciente, visível e incisiva na nossa sociedade e na Igreja”. Os primeiros dias passados na Casa Geral, em Roma, permitiram interpretar o presente com maior clareza e profundidade. Graças às contribuições de especialistas no campo da comunicação da Faculdade de Ciências da Comunicação Social da Universidade Pontifícia Salesiana (UPS) – padre Fabio Pasqualetti, SDB, Decano da Faculdade, padre Donato Lacedônio e Tommaso Sardelli – foi possível confrontar-se com os desafios do contexto atual e reconhecer a necessidade de uma comunicação não limitada à eficácia, mas capaz de produzir sentido, especialmente na relação com os jovens. Comunicar, nestes termos, significa acompanhar, interpretar, abrir caminhos. Significa ajudar a dar nome às perguntas e inquietações que atravessam a realidade contemporânea. Esta reflexão ganhou particular densidade em diálogo com o carisma salesiano, como dimensão constitutiva da própria missão, graças às intervenções da irmã Piera Ruffinatto, FMA, Reitora da Pontifícia Faculdade de Ciências da Educação “Auxilium”, e da irmã Eliane Petri, Docente da Faculdade e coordenadora do Curso de espiritualidade do Instituto. Na experiência de Dom Bosco e de Madre Mazzarello, comunicar é estar presente, criar proximidade, contar a própria vida de modo simples e verdadeiro, gerar ambientes nos quais cada pessoa se sinta reconhecida e acompanhada. Emergiu um estilo comunicativo caracterizado pela alegria, pela escuta e pela capacidade de transformar o cotidiano num espaço educativo. O itinerário incluiu também o desenvolvimento de competências concretas nos setores da liderança comunicativa e do trabalho em equipe e em rede – facilitados pela Dra. Francisca Busnelli, psicóloga e formadora – de narração de histórias entre imagem e podcast, com oficinas conduzidas pelo Prof. Tommaso Sardelli e pela irmã Susana Diaz, FMA, colaboradora do Âmbito, da narrativa jornalística, aprofundada pela irmã Maria Antônia Chinello, FMA, Docente da Faculdade “Auxilium”, da comunicação institucional e da gestão de situações de crise, tema abordado pelo padre Donato Lacedônio. Esses momentos permitiram entrelaçar reflexão e prática, contribuindo para conferir maior consciência e intencionalidade a situações já experimentadas “no campo” nas realidades em que se está inserido. Um valor acrescentado ao percurso foram as visitas ao “quartel-general” das Mídias Vaticanas, no Palazzo Pio, recebidos por Alessandro Gisotti, vice-diretor editorial do Dicastério para a Comunicação da Santa Sé, que, através de um percurso histórico sobre a Comunicação da Santa Sé, falou sobre “a beleza de ser Igreja e universalidade” ao comunicar informações e histórias de todo o mundo, além das iniciativas e desafios acolhidos pelas Mídias Vaticanas; por Nataša Govekar, Diretora teológico-pastoral do Dicastério, que partilhou projetos, experiências e iniciativas do Dicastério com foco particular sobre os jovens e o documento “Rumo a uma plena presença”; e pela irmã Nina Krapić, nova vice-Diretora da Sala de Imprensa da Santa Sé, que abordou a comunicação estratégica e a imagem das consagradas na rede. A manhã prosseguiu com a visita à sede histórica da Rádio Vaticana, desejada por Pio XI e projetada por Guilherme Marconi, imersa no verde dos jardins Vaticanos, e à “Master Control Room”, centro nevrálgico de convergência e distribuição dos sinais digitais de áudio e vídeo, internamente no Vaticano e para o exterior. Outro momento significativo em nível carismático foi a visita ao Museu Casa Dom Bosco, em Roma, guiados pelo diretor da Comunidade Salesiana, padre Francisco Marcoccio, a partir da Basílica do Sagrado Coração, onde, em 16 de maio de 1887, Dom Bosco, já cansado e doente, celebra a sua única Missa na igreja que havia construído com grandes sacrifícios, no altar de Maria Auxiliadora, diante do qual reviveu toda a sua vida e compreende a sua vocação. Nos ambientes onde viveu o Santo e onde, em 1884, escreveu a Carta de Roma, graças ao novo museu imersivo, hoje é possível reviver os momentos mais marcantes da sua história na capital italiana. A formação assumiu depois um caráter profundamente experiencial, propondo a peregrinação ao Piemonte, aos lugares das origens salesianas. Turim-Valdocco, com a parada na Basílica de Maria Auxiliadora, a visita ao Museu Casa Dom Bosco; Colle Don Bosco, guiados pelo padre Enrico Lupano, SDB; Nizza Monferrato, acolhidos com entusiasmo e paixão pela Diretora, irmã Piera Cavaglià, e Mornese, acompanhados pela Diretora, irmã Blanca Sánchez, não foram apenas etapas de um itinerário geográfico, mas verdadeiros espaços de retorno e de regeneração na fonte do carisma. Caminhar por esses lugares, escutar as histórias de João Bosco e Maria Domingas Mazzarello e rezar no silêncio por eles experimentado permitiu compreender, de forma mais viva, que a comunicação nasce sempre de uma experiência concreta de vida, de fé e de dedicação aos jovens. A permanência em Turim foi também enriquecida pela visita ao Museu RAI da Rádio e da Televisão, uma verdadeira imersão nas telecomunicações entre passado, presente e futuro, em que o grupo, envolvido com profissionalismo e alegria por guias, pôde interagir com vídeo-câmeras, microfones, instrumentos musicais e efeitos especiais, experimentando a “magia da comunicação” ao longo de 70 anos de história da rádio e televisão italiana. Em Mornese, os participantes tiveram a alegria de encontrar a Madre Chiara Cazzuola, que, precisamente desta “terra santa”, lhes falou sobre a “comunicação no estilo do carisma salesiano”, uma comunicação “que nasce da interioridade, se expressa em relações que produzem paz como fruto da paz do coração. A vossa tarefa – sublinhou a Madre – é acompanhar sobretudo as irmãs da Inspetoria a viver uma comunicação de qualidade, para que possam, por sua vez, irradiar a mansidão de Jesus e a sua misericórdia”. E concluiu com o desejo: “Desejo-vos que deste encontro possais voltar às vossas realidades, mais ricas, não só de conhecimentos, mas de paixão nova para cuidar de vozes e rostos humanos com o coração de Dom Bosco e de Madre Mazzarello. É a eles que confio a vossa missão”. Antes de regressar a Roma, a passagem por Gênova – guiados pela irmã Anna Maria Spina, Diretora da Comunidade das FMA da Inspetoria ILS, pelas ruas da cidade e pelo porto onde se vê a “Lanterna”, o farol de onde partiram as primeiras expedições missionárias dos SDB e das FMA, e depois em Sampierdarena, acolhidos pelo Diretor dos SDB, padre Sérgio Pellini, para a visita ao novo Museu das Expedições Missionárias, inaugurado pelo Reitor-Mor, padre Fábio Attard, e pela Madre Chiara Cazzuola em 12 de novembro de 2025 – trouxe à memória o dinamismo missionário das origens, recordando que a comunicação salesiana está, desde o início, a serviço de uma missão que ultrapassa fronteiras e se abre ao mundo inteiro. Em cada Casa em que foi acolhido, especialmente na Casa Geral onde permaneceu mais tempo, o grupo recebeu uma acolhida calorosa e pôde fazer experiência concreta do “espírito de família salesiano”, vivendo o cuidado, a atenção às necessidades e a flexibilidade para viver da melhor forma o Curso. Mais do que um tempo de formação, este curso revelou-se um espaço de escuta, encontro e renovação. Um tempo que convida a regressar aos contextos de cada Inspetoria com uma consciência mais clara da responsabilidade de comunicar não apenas conteúdos, mas uma identidade. Uma identidade que fala, porque está enraizada, e uma rede que une, porque é construída pela experiência de relações vivas, autênticas e partilhadas. Por: Redazione - Inspetoria Madre Mazzarello

Câmara Municipal de Lorena realiza sessão solene em homenagem às mulheres e destaca legado da Irmã Olga de Sá

A Câmara Municipal de Lorena (São Paulo) realizou, na noite da última quarta-feira, 25 de março, uma Sessão Solene em celebração ao Dia Internacional da Mulher, nos espaços do Teatro Teresa D’Ávila, no Centro Universitário Teresa D’Ávila - UNIFATEA. O evento reuniu autoridades, representantes institucionais e diversas mulheres homenageadas por suas contribuições à cidade e à região. A cerimônia teve como objetivo valorizar trajetórias femininas em diferentes áreas de atuação, com homenageadas indicadas pelos vereadores e vereadoras de Lorena, além da presença de lideranças políticas, educacionais e sociais do município. A mesa da solenidade foi composta pela Presidente da Câmara, vereadora Dra. Élida Vieira, pelo Vice-presidente, vereador pastor Milton Gomes, pelo primeiro secretário, vereador Waldemilson da Silva, pela segunda secretária, vereadora Ana Lúcia Silva Mello, e pelo Reitor do UNIFATEA, professor Mestre Carlos Miglinski. A composição reforçou o caráter institucional do evento e a integração entre o legislativo e a comunidade acadêmica. Também estiveram presentes a Vice-reitora da instituição, Irmã Silvana Soares, além das Irmãs Salesianas: Rosalba Perotti, Maria P. Gabriel, Célia Maria Moreli, Maria Guadalupe Lara Briceño, Maria Aparecida Sartorelli, Cleonice Lourenço e Alaíde Deretti, representando a dedicação da vida religiosa na formação educacional e social. Entre as homenagens da noite, ganhou destaque Irmã Olga de Sá (1928–2020), religiosa salesiana reconhecida por sua forte atuação na educação e na consolidação do ensino superior em Lorena. Ela foi diretora-geral das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, atualmente UNIFATEA, e também do Instituto Santa Teresa, deixando um legado histórico para a formação acadêmica na cidade. A Irmã Alaíde Deretti, inspetora da Inspetoria Nossa Senhora Aparecida e chanceler do UNIFATEA, representou a instituição e destacou a importância da homenagem dentro do contexto da valorização das mulheres. Ela afirmou que a solenidade foi muito bonita e ressaltou o reconhecimento ao trabalho feminino na sociedade. Segundo ela, a escolha da Irmã Olga como referência central da memória institucional da educação em Lorena reforça a importância do legado construído. «Achei muito linda toda a homenagem feita à Irmã Olga e a todas as mulheres, porque realmente, vendo a beleza e a divulgação de todo o trabalho que é feito e que foi feito pelas mulheres e que hoje outras continuam, é algo realmente muito importante», afirmou. A Irmã Alaíde também destacou o papel da educação como base do desenvolvimento social e cultural. Para ela, o legado deixado por Irmã Olga representa um projeto contínuo de formação humana e de transformação social. «É um legado cultural. E quando há cultura, há desenvolvimento. E para desenvolver um povo, é preciso cultura. O fato de desenvolver esse projeto educativo em nível universitário é algo que não se pode medir com palavras», disse. Ela ainda reforçou a importância da instituição salesiana na formação de jovens e no acolhimento de estudantes. «Especialmente os jovens, inclusive aqueles que têm mais dificuldade e encontram um espaço para poder se projetar na vida», completou. A sessão também marcou o lançamento oficial do ProMulheres (Procuradoria das Mulheres) da Câmara Municipal de Lorena, iniciativa voltada ao enfrentamento da violência de gênero, à promoção da igualdade e ao fortalecimento da participação feminina nos espaços de poder. O órgão foi instituído por resolução aprovada pelo Legislativo e tem como objetivo ampliar o acolhimento, a orientação e o encaminhamento de mulheres em situação de vulnerabilidade, além de fortalecer políticas públicas voltadas à cidadania feminina. Fonte: Inspetoria Nossa Senhora Aparecida

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