UNISAL na Comissão Especial de Ensino Jurídico da OAB
31/03/2022

UNISAL na Comissão Especial de Ensino Jurídico da OAB

UNISAL na Comissão Especial de Ensino Jurídico da OAB

Marcelo Augusto Scudeler, diretor de operações das Unidades Americana e Piracicaba do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL), foi nomeado, em 16 de março, pela presidente da OAB/SP, Patrícia Vanzolini, membro da Comissão Especial de Ensino Jurídico da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Estado de São Paulo.

 

Em entrevista, o também professor dos cursos de Direito do UNISAL falou sobre sua nomeação e a importância do trabalho dessa Comissão no âmbito jurídico.

 

UNISAL News: Quais os principais objetivos dessa Comissão e como ela atua?

 

Marcelo: O objetivo da Comissão é discutir o ensino jurídico no Estado de São Paulo e no país. Ainda que a OAB não participe diretamente dos processos de reconhecimento e autorização de Cursos de Direito, o que é feito pelo MEC, a OAB tem papel consultivo nesses processos. O foco desta Comissão é acompanhar o ensino jurídico, zelando pela sua qualidade. Um dos exemplos deste acompanhamento é o Selo de Qualidade que a OAB concede aos melhores cursos de Direito do país. Essa Comissão participará das próximas escolhas, por exemplo.

 

UNISAL News: Como o trabalho dessa Comissão da OAB dialoga com o estudante de Direito, conscientizando para sua contribuição na construção de uma sociedade livre e justa?

 

Marcelo: A Comissão Estadual será um fórum permanente para a discussão do ensino jurídico no Estado e no país. Sem dúvida, essa discussão não é restrita apenas às coordenações e equipes docentes; os alunos são e devem ser ouvidos neste processo. O profissional do Direito é – e sempre será – um agente de transformação da sociedade e a OAB precisa ser protagonista no acompanhamento da formação dos alunos de Direito, para que sejam – parafraseando Dom Bosco – bons profissionais e honestos cidadãos.

 

UNISAL News: O seu reconhecimento como membro nomeado agora para a Comissão é motivo de orgulho para o UNISAL. Como tem trabalhado esse relacionamento com a Ordem e como entende que esse fator poderá ampliar a contribuição com a missão do UNISAL?

 

Marcelo: Tenho 20 anos de UNISAL e 20 anos em sala de aula nos Cursos de Direito de Americana e Campinas. Comecei como professor, trabalhei no Núcleo de Prática Jurídica e na coordenação do curso de Campinas; hoje estou na direção de Americana e continuo em sala de aula. Nesses anos todos, o ensino jurídico no UNISAL sempre foi uma missão; mas nem por isso deixou de olhar para o mercado de trabalho e um dos critérios de percepção de qualidade é o índice de aprovação no Exame da OAB. Sem a aprovação no Exame, o bacharel de Direito não pode iniciar sua vida profissional na advocacia. Os índices de aprovação do UNISAL são excelentes, tanto é assim que recebeu o selo de qualidade da OAB no início deste ano. Participar da Comissão de Ensino Jurídico da OAB/SP é ter a oportunidade de participar dos novos caminhos da formação jurídica no Brasil.

 

SOBRE MARCELO AUGUSTO SCUDELER

 

Marcelo possui graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1996), mestrado em Direito pela Universidade Metodista de Piracicaba (2007) e é doutorando em Educação (área de Políticas Públicas) pela PUCCAMP. Atualmente é professor titular e diretor de operações do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL), Unidade Americana. Foi coordenador de curso do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (2011/2015). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Civil e Direito Processual Civil, atuando principalmente nos temas de propriedade industrial, direito processual civil e direito civil, e na área educacional. (Informações coletadas do Lattes)

 

Fonte: unisal.br

Mais Recentes

Irmã Adair recebe título de Doutora Honoris Causa pela UCB

Religiosa, educadora, referência nacional em educação católica e construiu uma trajetória marcada pelo serviço à juventude e pela formação de educadores Religiosa, educadora, pedagoga, escritora e filósofa, Irmã Adair Aparecida Sberga tem sua vida marcada pela dedicação à educação, à formação humana e ao serviço à juventude. Ao longo de quase quatro décadas de vida religiosa, construiu uma sólida trajetória acadêmica e profissional, tornando-se uma das principais referências brasileiras nos estudos sobre a filósofa Edith Stein. Sua atuação inclui a docência, a gestão educacional e a formação de educadores em âmbito nacional e internacional. Nascida em Araras (SP), em 1963, ingressou na vida religiosa aos 18 anos, após participar de grupos de jovens em sua paróquia e discernir sua vocação junto às Irmãs Salesianas. Mesmo diante da resistência da família, escolheu seguir o propósito que a acompanha até hoje: servir a Deus por meio da educação.“Hoje eu olho para trás e penso: ‘meu Deus, como eu fui corajosa’. Eu era muito decidida. Queria estar a serviço, queria ajudar as pessoas e o meu lema sempre foi servir. Com 22 anos eu já tinha professado os primeiros votos como religiosa das Irmãs Salesianas”, contou Irmã Adair. A pesquisadora possui formação sólida acadêmica nas áreas da educação e das ciências humanas. É mestre em Educação – Pastoral Juvenil pela Universidade Pontifícia Salesiana de Roma (UPS-Roma/Itália), onde colaborou como Voluntaria da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) nos anos 2000; é doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP), recebendo nota máxima na defesa de sua dissertação sobre o Voluntariado Jovem: construção da identidade e educação sociopolítica. O trabalho desenvolvido por ela aproximou Irmã Adair da juventude, que entende os desafios dos jovens em equilibrar o desempenho pessoal com as pressões impostas socialmente na atualidade. “Os jovens precisam de referenciais seguros que lhes ofereçam direção, mas sem moldar seu pensamento ou limitar sua liberdade. Eles necessitam de perspectivas, de oportunidades que os ajudem a sonhar, a projetar o futuro e a cultivar a esperança, mesmo em um mundo marcado por grandes complexidades e incertezas. Os desafios do mundo contemporâneo intimidam os jovens e até impedem que eles vislumbrem novas possibilidades, dificultando que se tornem protagonistas de suas próprias histórias e protagonistas na transformação da realidade em que estão inseridos.” Também é licenciada em Pedagogia, História e Filosofia, além de possuir especializações em Gestão Escolar, Comunicação Social e formação continuada em liderança e gestão educacional. Atualmente, colabora para a formação de educadores desenvolvendo o cargo de Diretora-presidente da Associação Educacional Irmãs Salesianas de São Paulo (AEISSP) e Vice-presidente do Conselho Superior da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC), além de outros empenhos na sua Congregação. Valores para a juventude Para a Irmã Adair, a educação vai além da transmissão de conhecimento, é um instrumento de formação integral, capaz de desenvolver valores humanos, espiritualidade, senso crítico e esperança. Sua trajetória reflete o compromisso com uma educação que transforma vidas e prepara as novas gerações para construir uma sociedade mais humana, justa, equitativa e solidária. “Na Educação Católica, nós compreendemos que é indispensável cuidar da interioridade da pessoa humana. Os jovens necessitam de uma formação que contemple a dimensão espiritual e o cuidado com a alma, que é a nossa parte mais nobre, onde estão enraizados os valores, o sentido da vida e a abertura para Deus. Eles precisam, sobretudo, de educadores que os acompanhem em seu processo de formação, que os ajudem no autoconhecimento e a refletir profundamente sobre a própria existência”, destaca. Segundo ela, é por meio da tomada de consciência, da abertura para a interioridade, do autoconhecimento e do discernimento que se torna possível formar pessoas mais livres, maduras e capazes de realizar escolhas conscientes, orientadas por valores e por um genuíno sentido de vida. Este ano Ir. Adair recebe o título honorífico de Doutora Honoris Causa pela Universidade Católica de Brasília (UCB), que homenageia personalidades que tenham se distinguido pelo saber ou atuação em defesa da paz e do melhor entendimento entre os povos. Ao saber que seria homenageada, Irmã Adair relembrou, com gratidão, todos os educadores que contribuíram para sua formação: “O que eu sou hoje também é fruto da presença e da contribuição de muitas pessoas, dos encontros que tive com religiosos, religiosas, educadores e profissionais que foram me ajudando a ampliar a visão e a crescer. Jamais imaginei receber uma homenagem como esta, jamais. Para mim, isto é uma benção de Deus, que eu acolho com profunda gratidão. Faz parte da minha natureza, eu reconheço, o gosto pelo estudo e pelo aprender. Também tenho convicção que a vida é plena de novidades, e Deus nunca deixa de nos surpreender. Essas novidades chegam como convites, oportunidades, propostas e presentes que Ele vai colocando em nosso caminho.”Publicado por Catarina Lins da UCB

Vice-reitora e professor do UNIFATEA contribuem com parecer da ANEC sobre uso da Inteligência Artificial na educação brasileira

Documento foi apresentado ao Conselho Nacional de Educação como parte da consulta pública sobre diretrizes de IA nas escolas e universidades do país O UNIFATEA - Centro Universitário Teresa D’Ávila, de Lorena (SP), integra o grupo de instituições que assessoraram tecnicamente a Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) na elaboração do parecer "Contribuições Técnicas 008/2026", apresentado ao Conselho Nacional de Educação (CNE) no âmbito da Consulta Pública sobre as Diretrizes Orientadoras da Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira. O professor Dr. Paulo Sérgio de Sena e a Irmã Silvana Soares, ambos representando o UNIFATEA, participaram da assessoria técnica responsável por construir o documento, que reúne contribuições de especialistas de diversas instituições católicas de ensino superior do país, entre elas o Centro Universitário São Camilo e o UniLaSalle. A ANEC representa 1.195 instituições católicas de Educação Básica, 77 instituições de Ensino Superior, 359 mantenedoras, cerca de 1 milhão de estudantes e 210 mil professores e colaboradores em todo o território nacional. Contribuição alinhada à tradição educativa salesiana As reflexões trazidas trataram de temas como educação inclusiva, ética da informação, segurança digital e cidadania informacional, com ênfase na necessidade de que a inteligência artificial beneficie especialmente estudantes com deficiência e em contextos de vulnerabilidade socioeconômica. A participação do UNIFATEA no documento reforça um princípio que atravessa toda a tradição salesiana de ensino herdada de Dom Bosco e Madre Mazzarello, segundo a qual a tecnologia deve estar a serviço da formação integral da pessoa, nunca em substituição à mediação pedagógica entre educador e estudante. É essa mesma premissa que estrutura o posicionamento da ANEC junto ao CNE: a de que a IA pode ampliar o acesso e personalizar a aprendizagem, mas não substitui o encontro humano que caracteriza a educação de qualidade. O parecer completo está disponível no site da ANEC (anec.org.br).

UniSales e TJES promovem evento "Justiça em Movimento" com serviços gratuitos e ciclo de palestras em Vitória

Na manhã desta sexta-feira (19), o curso de Direito do Centro Universitário Salesiano (UniSales), em parceria com a Coordenadoria dos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJES), promoveu o evento "Justiça em Movimento: Conciliação, Cidadania e Transformação Social". A ação, realizada na sede da Presença Salesiana de Vitória, reuniu estudantes, professores, magistrados e membros do Poder Judiciário. O evento teve como objetivo principal aproximar a Justiça da sociedade, ampliar o acesso qualificado da população ao saber jurídico e fortalecer a cultura de soluções consensuais para conflitos. Durante a programação, um marco importante foi a assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica entre o TJES e o Centro Universitário Salesiano. O supervisor dos Juizados Especiais, desembargador Marcos Valls Feu Rosa, e o reitor do UniSales, Padre Geraldo Adair da Silva, foram os responsáveis por formalizar a parceria. A iniciativa está em total alinhamento com a missão do UniSales, que busca, por meio do ensino, pesquisa, extensão e responsabilidade social, uma relação ativa de proximidade com o mercado de trabalho e um forte compromisso com a sociedade. Serviços à comunidade e palestras Enquanto as atividades acadêmicas ocorriam no auditório, a comunidade teve acesso a atendimentos jurídicos gratuitos, orientações e audiências de conciliação. Os serviços foram oferecidos por meio do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) do UniSales e do ônibus itinerante do TJES, estacionado no campus. Foram contempladas demandas pré-processuais diversas, como renegociação de dívidas, conflitos de consumo, pensão alimentícia e divórcio. A programação acadêmica também contou com um rico ciclo de palestras. A juíza Katia Toribio Laghi Laranja detalhou os canais de mediação do Tribunal de Justiça, lembrando que a audiência pode ser realizada em menos de quinze dias sem a necessidade de ajuizamento prévio. Em seguida, o juiz Leonardo Alvarenga da Fonseca abordou a transição da cultura do litígio para o sistema multiportas da justiça consensual. Encerrando o ciclo, o juiz Daniel Barrioni de Oliveira discutiu o acesso material e igualitário à Justiça. Direito UniSales O Curso de Direito do UniSales tem se destacado pela excelência acadêmica e pela formação humanística, preparando profissionais capazes de compreender o Direito como instrumento de transformação social e de promoção da justiça. Desde o início o curso, os estudantes são levados a conhecer o cotidiano e os desafios da área profissional, bem como motivados a desenvolver uma conexão direta com o mercado de trabalho, desenvolvendo portifólio e networking em todas as etapas da graduação.

Receba as novidades no seu e-mail

O futuro que você merece
Somos Rede

Siga a RSB nas redes sociais:

2026 © Rede Salesiana Brasil