12/06/2023

Mensagem final da XLVIII Junta Diretiva da CLAR

Mensagem final da XLVIII Junta Diretiva da CLAR

No início do mês de junho, aconteceu a XLVIII Junta Diretiva da Conferência Latino-americana dos Religiosos e Religiosas (CLAR). O evento foi sediado pela casa dos Missionários Dominicanos do Rosário, em Lima, no Peru, e contou com a participação de 69 representantes das Conferências Nacionais de Religiosos de 19 países das Américas. Representando o Brasil, esteve presente no encontro o Diretor Executivo da Rede Salesiana Brasil (RSB), Pe. Nivaldo Luiz Pessinatti, o qual também compõe a equipe do Conselho Econômico da CLAR, para a qual foi eleito em outubro de 2022. Confira na íntegra a tradução da Mensagem Final da XLVIII Junta Diretiva da CLAR: 

 

MENSAGEM FINAL

Ao final destes dias de encontro soro-fraterno de reflexão, leitura orante da vida e da história e celebrações festivas, a XLVIII Junta Diretiva da CLAR saúda a Vida Religiosa da América Latina e Caribe.

Reunimo-nos, acolhidos pela Conferência dos Religiosos do Peru, Presidentes e Delegados de 19 Conferências Nacionais, 16 Secretariados e a Equipe de Teólogos (ETAP). Convidados especiais se juntaram a nós: o novo Conselho Econômico da CLAR e representantes da Conferência de Mulheres Religiosas dos Estados Unidos (LCWR), Global Sisters Report e da Porticus Foundation.

Religiosos das Conferências irmãs do Haiti e da Nicarágua não puderam nos acompanhar devido às situações sócio-políticas e insegurança sofridas por aqueles queridos povos e pela própria Vida Religiosa.

Entramos na reunião buscando abrir os sentidos e o coração à presença de Deus, sabedoria encantamento que nos acompanha e nos convoca. Com as Mulheres da Madrugada enfrentamos a noite de nossos contextos e neles vimos, ouvimos e percebemos a crescente e escandalosa desigualdade aprofundada pelas consequências da pandemia da COVID-19; a agitação política e social em vários países do Continente; a fragilidade do planeta e as mudanças climáticas; violência e abuso profundamente enraizados no tecido de nossas sociedades e nas relações interpessoais, especialmente contra mulheres, crianças e idosos; tráfico de seres humanos; tráfico de drogas e crime organizado. E como pano de fundo, a corrupção em muitas áreas e a diminuição da qualidade da democracia, ameaçando inclusive a continuidade de vários sistemas democráticos.

Ao mesmo tempo, percebemos o esplendor do Ressuscitado nas situações em que tantos irmãos e irmãs dão a vida, a experiência e o coração a serviço dos migrantes; nas organizações de defesa do Planeta; na maior consciência da dignidade da mulher e na valorização das culturas nativas; em políticos comprometidos com o bem comum. A nossa noite volta a iluminar-se com o testemunho de mulheres e homens que semeiam a sua vida até ao fim pelo Reino de Deus, pessoas do Espírito como o nosso irmão Víctor Codina, de quem recordamos com especial gratidão neste encontro.

Neste contexto, como discípulos de Jesus, sentimo-nos desafiados a ser uma Igreja samaritana de caídos à beira da estrada, vítimas dos mecanismos de um sistema que exclui; cuidando de tantas vítimas e apostando fortemente em iniciativas e processos de defesa dos direitos humanos e de reconstrução do tecido social.

Em particular, sentimos a urgência de nos comprometermos através da formação na pastoral da prevenção, cuidado e proteção contra os abusos de poder, sexuais, de consciência, espirituais e econômicos cometidos nas comunidades eclesiais, inclusive as de Vida Religiosa. Da mesma forma, comprometermo-nos com os processos de reparação integral das vítimas.

Neste tempo de reforma da Igreja à luz da sinodalidade, somos chamados a promover o desafio de imaginar reformas sinodais nas mentalidades, atitudes, práticas, relações e estruturas eclesiais, a partir da comunhão e de uma nova participação comunitária, orgânica, dinâmica e espiritual.

Olhamos para a dimensão económica da nossa Vida Consagrada e percebemos a necessidade de assumir também uma conversão nesta área, para que caminhemos para uma gestão cada vez mais adulta, transparente, corresponsável e solidária dos nossos bens. Perante o consumismo, o paradigma tecnocrático e a cultura do descartável, queremos assumir o grito da terra e dos pobres como critérios para a construção de uma economia a serviço da missão.

Impulsionados pela ternura e coragem das Mulheres da Madrugada, reencontramos a pedra removida, e o encontro com o Crucificado Ressuscitado renovou a certeza do caminho que a Ruah Divina nos indicou no processo de discernimento e construção do Horizonte Inspirador. Nestes dias revisitamos juntos os oito Movimentos e nos reencantamos com seu dinamismo e suas sempre novas possibilidades.

Foi assim que, retomando estes Movimentos, assumimos as prioridades propostas pela Presidência para este 2º ano do triénio:

  • Vestidos de esperança, manter presente o essencial: o Reino e a centralidade em Jesus.
  • Fortalecer a animação da Vida Religiosa.
  • Gerar processos e dinâmicas de discernimento em que se privilegiem a escuta, a contemplação da realidade e o cuidado com a vida.
  • Promover uma Vida Religiosa em missão: intercultural, intercongregacional, intergeracional e itinerante.
  • Promover e consolidar o processo sinodal, a partir da experiência de comunhão, da ligação às redes e do propósito de caminhar com os outros.

A XLVIII Junta Diretiva da CLAR se despede de Lima, mas levamos em nossos corações a alegria de uma Vida Religiosa apaixonada por Jesus e seu Reino que busca sempre ser mística, profética e missionária. A Conferência dos Religiosos e Religiosas do Peru tem sido nossa casa de encontro, comunhão e contemplação. E também de lazer e festa. Por isso somos muito gratos a eles.

Também queremos expressar um especial apreço à Presidência e à Equipa do Secretariado da CLAR pela afetuosa proximidade e disponibilidade incondicional. 

Lima - Peru, 5 de junho de 2023

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CESAM do Espírito Santo lança o DomBOOK: uma biblioteca jovem

A biblioteca DomBOOK nasceu de uma inquietação compartilhada pelos instrutores do CESAM-ES: a baixa familiaridade dos aprendizes com a leitura. Diversos fatores contribuem para essa realidade, mas um pequeno gesto fez toda a diferença. “Como leitor assíduo, sempre carrego livros comigo. Certa vez, resolvi levar alguns para a sala de aula, deixando-os sobre a mesa sem qualquer introdução – apenas como uma provocação sutil. Aos poucos, os aprendizes começaram a se interessar pelas histórias e a folhear os livros. Percebendo esse despertar, passei a compartilhar trechos durante os momentos de ‘bom dia’ e ‘boa tarde’, promovendo reflexões e debates. O impacto foi surpreendente. O interesse cresceu e, em pouco tempo, eles passaram a pedir os livros emprestados. Mais do que o hábito da leitura, surgiu um novo comportamento: os aprendizes começaram a se comunicar melhor e a se reconhecer como parte de um grupo – o grupo dos leitores. Diante dessa transformação, decidimos estruturar a biblioteca DomBOOK. Mais do que disponibilizar livros, queremos criar um espaço de acolhimento, pertencimento e descoberta.” – explica Hyago Faustini, instrutor e idealizador do projeto. Fonte: Inspetoria São João Bosco

Oficina de Apoio Sociofamiliar do CESAM Goiânia discute impactos do uso excessivo de telas

No último sábado (29/03), o Centro Salesiano do Aprendiz (CESAM) de Goiânia promoveu a primeira Oficina de Apoio Sociofamiliar de 2025, que acontece periodicamente com os responsáveis dos jovens atendidos pela instituição. De acordo com a assistente social Rosana Santana, o evento é uma oportunidade para as famílias conhecerem melhor o Programa de Socioaprendizagem, compartilharem experiências e receberem apoio social especializado. “Isso contribui significativamente para os aprendizes, oferecendo um espaço seguro e acolhedor para desenvolvimento integral. Aqui, abordamos uma variedade de temas, como adolescência, educação familiar, saúde e bem-estar, geração de renda e direitos e cidadania.” O tema desta edição foi “Saúde Mental: Vícios nas Tecnologias”, discutindo os impactos do uso excessivo de telas no comportamento das novas gerações. Para conduzir o assunto, o evento recebeu a psicóloga, mestre e doutora em Psicologia, Maíra Lopes Almeida. A palestrante é pós-doutora, professora e integrante do Centro de Estudos, Pesquisa e Extensão do Adolescente (CEPEA) da Faculdade de Educação (FE) da Universidade Federal de Goiás (UFG). Também é membro do grupo de trabalho sobre uso consciente de telas por crianças e adolescentes do Conselho Federal de Psicologia. A psicóloga explica que os smartphones e tablets trouxeram uma nova forma de uso das tecnologias e consumo de informações que antes não existiam com os aparelhos mais tradicionais. “Quando tínhamos só o rádio e a TV existia um tempo de espera. Se a gente perdesse um determinado programa, precisaria esperar a próxima semana ou uma reprise, por exemplo. Agora, não esperamos mais. Existem os streamings e o YouTube que tem instantaneamente aquele programa que estávamos procurando. Essa redução do tempo de espera pode fazer com que diminua também a tolerância à frustração. Então, passamos a ter uma dificuldade de lidar com o não e com o tempo ocioso.” Segundo Maíra, outra característica das novas tecnologias que também contribui para os efeitos negativos no comportamento dos jovens e adolescentes é a diversidade de conteúdo. “Nos aparelhos anteriores a gente tinha opções limitadas. Agora, temos uma multiplicidade de opções que, juntamente com essa instantaneidade, faz com que tudo seja para agora. Isso é algo que nos preocupa muito em relação aos efeitos do uso excessivo de telas. Existe uma série de informações erradas que vão circulando, como por exemplo que essas telas nos deixam mais inteligentes. Na verdade, elas trazem uma série de riscos, como o cyberbullying e o próprio vício em tablets e celulares.” Para a palestrante, a Oficina de Apoio Sociofamiliar foi uma oportunidade para compartilhar conhecimentos importantes com os responsáveis de adolescentes e jovens que podem estar vivenciando os efeitos prejudiciais das telas. “É muito difícil fazer com que o conhecimento científico chegue às famílias porque, em geral, é um tema que fica restrito às produções acadêmicas e aos profissionais de saúde. Então, ter este momento com as famílias é crucial para que o conhecimento científico chegue a elas e faça com que sejam nossas parceiras em prol desse objetivo, que é usar as telas de modo mais saudável possível.” A psicóloga ressalta a importância de as famílias serem também exemplo para os jovens no uso consciente das tecnologias, promovendo a redução presença delas na rotina de todos. “Para a gente atingir os adolescentes, primeiro atingimos as famílias. Nós percebemos cada vez mais como as telas tem participado da vida da família, estando nos momentos de refeição e antes de dormir. Então, para pensar em uma redução de tempo de tela, a gente precisa fazer isso em torno de um objetivo compartilhado que envolva toda a família.” Com público estimado em 220 participantes na edição, Rosana ressalta a importância da Oficina de Apoio Sociofamiliar para fortalecer três pilares da instituição: cooperação para o desenvolvimento; gestão social e atuação em rede; fortalecimento da família. “A colaboração com voluntários promove o engajamento da comunidade e a diversidade de habilidades que podem enriquecer o conteúdo das oficinas. Essa parceria com o CEPEA/FE/UFG, por exemplo, fortalece a rede de apoio. Além disso, através dos assuntos abordados coma família, os jovens fortalecem vínculos, desenvolvem talentos e habilidades, recebem apoio emocional e acessam informações, prevenindo situações de risco e garantindo o protagonismo juvenil.” Denise Norma Przybylski é mãe da aprendiz Maria Gabriela Przybylskie acredita que a Oficina de Apoio Sociofamiliar é uma oportunidade para as famílias terem acesso a temas importantes para a formação juvenil. “Essas palestras que o CESAM Goiânia ministra apresentam um esclarecimento maior para os pais. Acredito que hoje nós estamos nos distanciando dos nossos filhos, até por conta de toda essa rotina que estamos vivendo. Acabamos deixando que os nossos filhos se entreguem às telas e a psicóloga deixou muito bem claro quais são os sintomas e as causas. Eu tive um aproveitamento de mil por cento. Valeu muito a pena e é muito importante para todos os pais aproveitarem esse momento.” Ex-aprendiz do CESAM Goiânia, Fábia Ebbing é responsável do aprendiz Matheus Moraes Lemes e elogia a experiência com as famílias que a instituição promove. “Há nove anos atrás, eu fui aprendiz aqui e hoje vim representando um adolescente. A gente vê, como um adulto responsável, a importância que tem em cada detalhe com o uso das telas, celulares e tablets o tempo todo. Foi um momento muito importante para sabermos a influência que isso gera na vida do adolescente que está ali descobrindo sua vida, sua carreira e o mercado de trabalho. Achei um encontro bastante produtivo e muito importante mesmo.” Além de evitar as tecnologias antes de dormir e nos momentos das refeições, Maíra ressalta a importância de as famílias discutirem entre si um plano de uso em comum. “A gente recomenda que as tecnologias não sejam utilizadas como forma de reforçamento do tipo ‘eu te dou as telas se você fizer isso’. É importante que as famílias também tenham momentos juntos livres de celulares e tablets, como em uma visita à casa da avó, por exemplo. Vale lembrar também que saiu recentemente um guia do Governo Federal com informações mais aprofundadas.” Lançada no início do mês, a publicação “Crianças, Adolescentes e Telas: Guia sobre Uso de Dispositivos Digitais” é um guia do governo que aborda orientações sobre o uso de telas por crianças e adolescentes. O documento segue a Lei nº 15.100/2025, que restringe a utilização de celulares pelos estudantes nas instituições de educação básica durante as aulas, recreios e intervalos. Segundo a publicação, os adolescentes (12 a 17 anos) devem utilizar dispositivos eletrônicos, aplicativos e redes sociais sempre com acompanhamento familiar ou de educadores. O guia completo está disponível aqui. Fonte: Inspetoria São João Bosco

[CG29] Período pós-eleitoral: debate sobre regulamentos, normas jurídicas e ‘Ratio Fundamentalis’

"É uma semana atípica": com essa expressão, o Regulador do CG29 dos Salesianos de Dom Bosco, P. Alphonse Owoudou, saudou os Capitulares reunidos em Valdocco, ao abrir os trabalhos na segunda-feira, 31 de março. Após a etapa de seleção dos membros do Conselho Geral, realizada com grande harmonia, aguarda-se agora a aprovação dos textos que sintetizam a reflexão conduzida nos níveis mais elevados da Congregação, com a colaboração de Inspetores e Delegados de todas as partes do mundo. Esses são autênticos "endereços" que levarão cada comunidade a destacar a figura de Dom Bosco entre os jovens, especialmente os mais frágeis e excluídos. Com as novas nomeações, o número de integrantes do Capítulo subiu para 229. O começo da manhã também oficializou todas as eleições para novos conselheiros, validando a Ata da semana anterior. O Reitor-Mor, P. Fábio Attard, expressou à Congregação "gratidão ao Deus compassivo que nos sustenta e nos pede estejamos sempre prontos a atender o seu chamado". O que ocorreu até o CG29 nos proporcionou algo que nos alegra e nos motiva a seguir em frente. É um presente para a nossa querida Congregação: o espírito de Fé, Esperança e Caridade Pastoral. Passamos a considerar o conteúdo de 10 resoluções e cinco conselhos das Comissões, que voltaram a ser interlinguísticas, após o interlúdio reservado para a discussão e a escolha de novos conselheiros regionais. O P. Luca Barone expôs os textos em análise e, ao término do dia, os integrantes do Capítulo decidiram pela aprovação ou rejeição dos mesmos. Em resumo: a decisão foi de abertura nos aspectos considerados maduros, relacionados com o nível dos Regulamentos; enquanto que nos aspectos que demandariam alterações nas Constituições, não foi alcançada a maioria qualificada dos votantes. Em síntese: pede-se que a natureza e as tarefas do Curatorium sejam tanto especificadas quanto atribuída a relativa responsabilidade final (del. 18); para as Visitas Extraordinárias, há que planejar com a maior antecedência possível, a fim de envolver plenamente os membros da Inspetoria, para interligá-los favoravelmente com o trabalho ordinário das Regiões, reservar o tempo necessário para o encontro individual dos coirmãos com os Visitadores. (del. 19); da mesma forma, para a Visita de Conjunto, a metodologia pode ser ainda mais especificada (e o resultado verificado) para garantir uma preparação eficiente e geral, um desenvolvimento ao estilo sinodal com atenção a problemas específicos (resolução 20); de maneira análoga ao que ocorre com o Vigário do Reitor-Mor, os Vigários dos Inspetores também devem se encarregar dos aspectos da disciplina religiosa, de modo que o Inspetor possa permanecer num papel mais de pai” (del. 21); no que se refere à prevenção e à tutela dos menores, o CCG29 pretende indicar uma linha de plena responsabilidade da Congregação (resolução 25); as comunidades podem ser constituídas com base em pelo menos quatro coirmãos consagrados, para lidar com as situações de forte diminuição numérica em algumas Inspetorias ou de início de presenças em novos territórios (resolução 26); foram definitivamente aprovadas as diretrizes para a plena implementação de obras e serviços para jovens em condições de vulnerabilidade e exclusão, e para responder a situações de pobreza econômica, emocional e espiritual (resolução 27). Embora as resoluções pudessem ser votadas no começo da noite, nas cédulas fornecidas pelo P. Pier Fausto Frisoli, Procurador Geral da Congregação, pediu que fossem consideradas e levadas à mesa das seis Comissões, para uma extensa reunião durante a tarde. Concluindo a escuta dos elementos que enriquecem este Capítulo, com seus muito exigentes conteúdos, foi apresentado o trabalho sobre a definição da ‘Ratio Fundamentalis’ realizado nos últimos seis anos e realizado de modo muito articulado: reuniões preliminares do Conselho, questionários enviados a todos os irmãos das comunidades educativo-pastorais, grupos de reflexão, revisão pelas comissões de estudo, sete grupos de jovens salesianos. Ao apresentá-lo, o P. Ivo Coelho, Conselheiro para a Formação cessante, disse que o CG29 não está sendo solicitado a uma resolução ‘ad hoc’, mas a se manifestar, a partir de um pedido do Reitor-Mor, Dom Ángel Fernández Artime. “Procure fazer-se amar” é a frase de Dom Bosco que aparece em marca d’água no papel em que foi escrito o documento. A Formação Permanente é vista como uma atenção constante em todas as fases da vida; também se pode afirmar que a formação ocorra na missão e graças a ela.  "Prestemos atenção ao que se passa em nosso interior durante nossa atividade", enfatizou o P. Coelho. "O convite é do Papa Francisco, e a ‘Ratio’ surge como uma ferramenta de acompanhamento pastoral, para que experienciemos os princípios da vocação salesiana». Agência Info Salesiana - ANS

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