Missa dos Três Reitores-Mores: o Card. Ángel Fernández Artime preside a Concelebração de Encerramento do CG29 em Turim
10/04/2025

Missa dos Três Reitores-Mores: o Card. Ángel Fernández Artime preside a Concelebração de Encerramento do CG29 em Turim

Missa dos Três Reitores-Mores: o Card. Ángel Fernández Artime preside a Concelebração de Encerramento do CG29 em Turim

O último dia em Turim para os participantes do Capítulo Geral 29 da Congregação Salesiana se caracterizou por encontros informais e fraternos: uma oportunidade para se despedir dos lugares em que nasceu o carisma salesiano. O dia marcou-se, além disso, pela Concelebração da Missa vespertina na Basílica de Maria Auxiliadora, presidida pelo Cardeal Ángel Fernández Artime, Reitor-Mor cessante, e concelebrada por seu Antecessor, P. Pascual Chávez Villanueva, e por seu Sucessor. P. Fábio Attard. 

Os cerca de 230 membros do CG29 ocuparam inteiramente a nave da Basílica de Valdocco. Durante mais de 50 dias, lotaram salas de aula e pátios de Valdocco, sempre em busca das melhores formas de ouvir o Espírito de Deus e concretizar o lema do Capítulo: «Apaixonados por Jesus Cristo, dedicados aos jovens - Por uma vivência fiel e profética da nossa vocação salesiana».

A solenidade do cenário foi imediatamente notada por todos: uma Santa Missa que, por um lado, marcou um unicum, até agora, na história da Congregação - com a presença de três Reitores-Mores concelebrando no Centro da Espiritualidade Salesiana Mundial; e, por outro, constituiu uma passagem simbólica e espiritual entre o X (Cardeal Fernández Artime) e o XI Sucessor de Dom Bosco (P. Fábio Attard), uma vez que recentes compromissos do Pró-Prefeito do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica (DIVCSVA), ainda não haviam permitido um encontro direto e presencial. Tudo isso perante a amável e autorizada complacência do IX Sucessor de Dom Bosco (P. Chávez) que, com suas constantes intervenções na Aula, fizera leituras e sínteses espirituais, ao longo de todos os trabalhos desenvolvidos.

O Cardeal Fernández Artime descreveu-a como uma "celebração de grande significado. Tudo nos conduz ao começo desta valiosa aventura e realidade, quando nosso Pai atendeu ao pedido de Deus e onde tudo teve início". De uma perspectiva vocacional e carismática, todos nós nascemos aqui. Hoje, ao término do Capítulo, é uma excelente oportunidade para expressarmos gratidão a Deus pela presença do Espírito Santo.

Posteriormente, em sua homilia, o Cardeal salesiano enfatizou: "Como não louvar e agradecer a Deus por tantas bênçãos, misericórdia e amor com que ele protege e zela pela Família de Dom Bosco, especialmente hoje, por seus filhos e filhas salesianos?".

Diversas as vezes em que o Cardeal mencionou o Santo Padre, pela Mensagem aos integrantes do Capítulo CG29 e sua Encíclica ‘Dilexit nos’ sobre o Sagrado Coração de Jesus. Fernández Artime destacou que a grandeza de Dom Bosco estava em permitir-se ser tocado, "ter o coração transpassado" pela situação de abandono dos jovens e na sua habilidade de agir para amenizar o seu sofrimento, desvinculado de si próprio e totalmente dedicado a promover o bem-estar de seus jovens.

Foi por isso que ele exortou seus Coirmãos a serem novos Dom-Boscos, hoje, "missionários apaixonados, que, fascinados por Cristo, se sentem compelidos a compartilhar esse amor que mudou suas vidas".

Lembrou que, vocacionalmente, os salesianos não são senhores de nada: muito menos dos jovens, de quem "são servos, em nome do Senhor". Em seguida, advertiu contra as tentações do poder e da vida cômoda, renovando o chamado a ser verdadeiramente apaixonados por Cristo para dedicar-se aos meninos e meninas de hoje, aos quais cada salesiano deve poder dizer com coração sincero: "Podem contar comigo! Podem contar conosco". Nós existimos por Vocês e nunca os abandonaremos!".

Por fim, não faltou um chamado à fraternidade, que - como ele sempre reiterou em seus 10 anos de reitorado - "não é acidental nem opcional". «Ela é essencial para nós. É carismática! Se for vivida autenticamente, há de gerar uma atração extraordinária: um 'fascínio'».

A Solene Concelebração Eucarística, animada pelo Coral litúrgico da Basílica, culminou com um gesto simbólico final: a oração silenciosa conduzida pelo P. Chávez, pelo Card. Fernández Artime e pelo Reitor-Mor, P. Fábio Attard, diante da Urna de Dom Bosco, para confiar à sua paterna e incessante proteção as ações da Congregação Salesiana em benefício dos jovens de todo o mundo.

Fonte: Agência Info Salesiana - ANS

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Peregrinação a Meruri aproxima jovens de Corumbá da missão salesiana e da cultura Boe Bororo

A peregrinação dos jovens da Articulação da Juventude Salesiana (AJS) de Corumbá à comunidade missionária de Meruri, aconteceu entre os dias 12 e 16 de julho. A viagem feita por ocasião das celebrações dos 50 anos do martírio dos Servos de Deus, Padre Rodolfo Lunkenbein e Simão Bororo, transformou-se em uma experiência de convivência, espiritualidade e descoberta para os participantes. Ao longo do trajeto, os jovens percorreram cerca de 1.300 quilômetros, passaram por Rondonópolis, participaram das celebrações em Meruri e encerraram o roteiro com um dia de integração em Campo Grande antes do retorno a Corumbá. A convivência começou ainda na estrada A saída do grupo, na noite do domingo (12/07) , já marcou o início da experiência. Entre rostos conhecidos e novos integrantes da pastoral, o clima de expectativa rapidamente deu lugar à convivência. Para Luana Barbosa Regenold, de 15 anos, a viagem começou rompendo barreiras. “Quando saímos de Corumbá eu não conversava com muita gente, por ser nova na pastoral. Ao longo da viagem fui me enturmando e conversando cada vez mais com o pessoal”. A mesma percepção foi compartilhada por Lucymara Paola da Silva Garcia Duarte, de 16 anos. “Entrar no ônibus com rostos conhecidos e desconhecidos foi um turbilhão de sentimentos”, recorda. Segundo ela, a proximidade construída durante o percurso fez desaparecer qualquer insegurança inicial. “Não teve um único momento que me marcou, mas sim a viagem inteira”. Jhony Rojas Cabanhas, também de 16 anos, destaca que as amizades construídas tornaram o longo deslocamento mais leve. “Pude me aproximar mais de pessoas que eu não era muito próximo e também de pessoas que eu nem imaginava. Eu faria tudo de novo sem precisar pensar duas vezes“. A primeira parada aconteceu no Oratório Filhos de Dom Bosco, em Rondonópolis, onde o grupo foi recebido pela comunidade salesiana, representada pelo diretor, P. Vanderson Gomes. Jogos, brincadeiras, momentos de oração e convivência prepararam os peregrinos para a etapa seguinte da viagem. Meruri apresentou uma realidade pouco conhecida pelos jovens Na chegada à aldeia Meruri, o grupo liderado pelo reitor do Santuário de Maria Auxiliadora e Coordenador de Pastoral do Polo Salesiano de Corumbá, P. João dos Santos Barbosa Neto, foi acolhido pelos missionários salesianos e pela comunidade Boe Bororo. A visita à aldeia, o contato com as crianças e o conhecimento da cultura indígena despertaram a atenção dos jovens. “Foi uma oportunidade única de conhecer de perto a cultura indígena e aprender mais sobre seus costumes, tradições e modo de vida”, afirmou Yasmin Marina Ramos da Cruz, de 18 anos. Ela acrescenta que a admiração do povo Boe Bororo por Padre Rodolfo e Simão Bororo foi um dos aspectos que mais a impressionaram durante a visita. Luana também recorda a convivência com a comunidade. “Notei que as crianças estavam sempre muito gratas e felizes com tudo. Sempre havia alguma criança nos acompanhando durante a caminhada pela aldeia”. Celebrações aproximaram os jovens da história dos mártires Ainda na primeira noite em Meruri, os peregrinos participaram da Via Sacra dos mártires realizada pelas ruas da aldeia. Em cada estação foram apresentados testemunhos sobre a vida e o martírio de Padre Rodolfo Lunkenbein e Simão Bororo. Um dos versículos proclamados durante a celebração permaneceu na memória de Luana: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos”. No dia seguinte, os jovens participaram da procissão que começou no cemitério da comunidade indo até a celebração eucarística em memória dos dois Servos de Deus. A missa, que reuniu elementos da cultura Boe Bororo na liturgia católica, com danças tradicionais e o canto da Ave Maria na língua indígena, encantou os jovens. André Gimenez da Silva, de 17 anos, afirmou que a celebração ampliou sua compreensão sobre a missão salesiana. “Cada momento vivido ali teve um significado especial e me fez refletir sobre a importância da fé, da união e da simplicidade”. Brenda Lohayne dos Santos Garay, de 19 anos, também destacou o impacto da experiência. “Voltei dessa missão com o coração cheio de gratidão e com a certeza de que ela não termina aqui”. Caminhada ao morro tornou-se símbolo da peregrinação Outro momento bastante lembrado pelos participantes foi a caminhada até o morro próximo à aldeia. A subida exigiu esforço físico, mas a paisagem e a convivência transformaram o percurso em uma das lembranças mais marcantes da viagem. Brenda descreveu a atividade como “uma experiência única, daquelas que ficam guardadas para sempre na memória”, enquanto Khalil Siqueira Gonçalves, de 16 anos, recordou o clima de descontração vivido durante todo o percurso. “Passamos pelo rio, enfrentamos subidas e até algumas quedas, mas tudo valeu a pena ao contemplarmos a vista lá de cima”. Além da caminhada, Khalil destaca outro aspecto da peregrinação. “Poder rezar e ouvir os testemunhos sobre Simão e o padre Rodolfo fez com que eu refletisse sobre o motivo de estar ali. Aprendi o verdadeiro valor da amizade e da alegria de estar ao lado dos nossos amigos.” Viagem deixa marcas para além do percurso Após as celebrações em Meruri, o grupo seguiu para Campo Grande, onde participou de um momento de convivência antes do retorno a Corumbá. Embora o dia de lazer apareça nas lembranças dos jovens como um encerramento alegre da peregrinação, os depoimentos convergem para um legado mais profundo. As amizades construídas durante o caminho, a acolhida recebida pela comunidade Boe Bororo, o contato com missionários salesianos e o testemunho de Padre Rodolfo Lunkenbein e Simão Bororo aparecem como os elementos que mais marcaram a experiência. Ao resumir o significado da peregrinação, Khalil afirma: “Se tenho um amigo em quem posso confiar como um irmão, tenho um motivo para ser feliz”. A frase sintetiza um sentimento compartilhado pelos participantes, que retornaram a Corumbá levando consigo não apenas a lembrança de uma viagem, mas a experiência de uma comunidade que continua encontrando na amizade, na fé e na missão os caminhos para anunciar o Evangelho. Fonte: Assessoria de comunmicação da Missão Salesiana de Mato Grosso

Jovens da AJS e Família Salesiana de Campo Grande vivem o Cinquentenário dos Mártires em Meruri

Uma caravana formada por 42 pessoas da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, de Campo Grande (MS), participou das celebrações pelos 50 anos do martírio do Servo de Deus Padre Rodolfo Lunkenbein e de Simão Bororo, realizadas entre os dias 14 e 15 de julho, na Terra Indígena de Meruri (MT). O grupo foi composto por jovens da Articulação da Juventude Salesiana (AJS), integrantes da Associação de Maria Auxiliadora (ADMA), Salesianos Cooperadores,  e Irmãs do Instituto Jesus Adolescente e outros membros da Família Salesiana. A peregrinação teve início na noite de 13 de julho, com saída da matriz da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, em Campo Grande, e chegada à aldeia de Meruri na manhã do dia seguinte. A peregrinação foi organizada pela assessora adulta da AJS, Eliamara Jacquet, que contou com o apoio e a acolhida do pároco, Padre Orozimbo de Paula Jr., que incentivou a vivência desse momento de fé e memória junto à comunidade salesiana de Meruri. A celebração recordou os 50 anos do martírio de Padre Rodolfo Lunkenbein e de Simão Bororo, mortos em 15 de julho de 1976 durante a defesa do povo Bororo e de seus direitos. Uma caravana formada por 42 pessoas da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, de Campo Grande (MS), participou das celebrações pelos 50 anos do martírio do Servo de Deus Padre Rodolfo Lunkenbein e de Simão Bororo, realizadas entre os dias 14 e 15 de julho, na Terra Indígena de Meruri (MT). O grupo foi composto por jovens da Articulação da Juventude Salesiana (AJS), integrantes da Associação de Maria Auxiliadora (ADMA), Salesianos Cooperadores,  e Irmãs do Instituto Jesus Adolescente e outros membros da Família Salesiana. A peregrinação teve início na noite de 13 de julho, com saída da matriz da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, em Campo Grande, e chegada à aldeia de Meruri na manhã do dia seguinte. A peregrinação foi organizada pela assessora adulta da AJS, Eliamara Jacquet, que contou com o apoio e a acolhida do pároco, Padre Orozimbo de Paula Jr., que incentivou a vivência desse momento de fé e memória junto à comunidade salesiana de Meruri. A celebração recordou os 50 anos do martírio de Padre Rodolfo Lunkenbein e de Simão Bororo, mortos em 15 de julho de 1976 durante a defesa do povo Bororo e de seus direitos. Fé, memória e encontro com a missão Durante os dias de peregrinação, os participantes acompanharam a programação preparada para o jubileu, que reuniu missionários, povos indígenas, religiosos, leigos e jovens de diferentes regiões do Brasil. Entre as atividades estiveram o Oratório, visitas à comunidade indígena, momentos de convivência, a Via Sacra dos Mártires, a Santa Missa Jubilar e a subida ao morro, experiência marcada pela oração e contemplação. Para o jovem Gabriel Tavares, da AJS da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, um dos momentos mais marcantes foi a caminhada até o alto do morro. “A subida do morro no início da manhã parecia cansativa, mas logo o cansaço deu lugar à alegria. Rindo e caminhando juntos, o sono e a preguiça ficaram para trás. Atravessar o riacho foi muito divertido e a trilha tornou-se leve. Tudo, porém, foi recompensado no topo: contemplar o sol nascendo sobre as terras ao redor foi um momento de oração. Ali percebemos o quanto Deus é maravilhoso em suas obras”. A aspirante dos Salesianos Cooperadores Vera Desmarest, do Centro Local São Paulo VI, destacou que a celebração a fez compreender de forma ainda mais profunda o significado da entrega vivida pelos mártires.“A celebração foi muito bonita e emocionante. Ao recordar a história desses dois mártires, fui levado a refletir sobre o significado da entrega da própria vida. Compreendi que doar-se não significa apenas chegar ao derramamento do sangue, mas viver diariamente uma existência colocada a serviço dos irmãos e irmãs, especialmente dos mais pobres, dos vulneráveis e daqueles que têm seus direitos ameaçados. Saio dessa experiência profundamente tocada pelo testemunho do padre Rodolfo e de Simão Bororo. O exemplo de ambos fortalece em mim o desejo de viver uma fé comprometida com a defesa da vida, da dignidade humana e da justiça”. O aspirante José Antônio ressaltou a acolhida da comunidade salesiana e a organização das celebrações.“Fui recebido como em toda casa salesiana, com alegria, educação e o costumeiro sorriso que acolhe quem chega. Ficamos bem alojados, com boa estrutura. A Carla e o Leandro sempre estiveram disponíveis para dúvidas e informações. O passeio pela aldeia foi muito esclarecedor e enriqueceu nossa experiência. Tudo foi muito bem pensado e organizado. A subida ao morro uniu momentos de descontração e fé. A celebração mostrou que, mesmo recordando a morte dos Servos de Deus, celebramos o reconhecimento da coragem deles como mártires”. A jovem Júlia de Lima Ribeiro destacou que a peregrinação fortaleceu sua vivência de fé e missão.“Para mim foi uma experiência muito especial. Sair da zona de conforto me fez entender que podemos servir a Deus em qualquer lugar. Na subida ao morro aprendi o valor do silêncio e da oração. Mesmo sendo breve, nossa passagem mostrou mais uma obra que os Salesianos realizam com fidelidade ao sonho de Dom Bosco. Volto para casa agradecida e com o desejo de continuar vivendo essa missão que transforma vidas”. Também integrante da AJS, Gabi Sandim ressaltou o contato com a história da missão salesiana.“Meruri foi uma experiência única. Aprendemos muito sobre nossa história e sobre o testemunho dos mártires. Saí de lá com o coração renovado e voltaria para outra missão com certeza”. A Coordenadora dos Salesianos Cooperadores Sandra Aparecida destacou que a peregrinação fortaleceu a compreensão da missão cristã e do diálogo com o povo Boe-Bororo. “Conhecer essa história foi um convite a refletir sobre o verdadeiro sentido da missão cristã: doar a própria vida em favor dos irmãos, especialmente daqueles que mais necessitam de proteção, justiça e esperança. A peregrinação também proporcionou um encontro enriquecedor com a cultura do povo Boe-Bororo, permitindo conhecer aspectos de sua história, suas tradições e seus valores. Essa convivência reforçou a importância do diálogo intercultural e do respeito às diferentes expressões culturais”. Fortalecimento da espiritualidade salesiana A presidente da ADMA do Centro Local Paulo VI, Elisângela Jacquet, afirmou que a participação nas celebrações reforçou o compromisso da Família Salesiana com o carisma de Dom Bosco. “Conhecer Meruri foi testemunhar a beleza da missão salesiana: educar com o coração, evangelizar com alegria e servir com amor. Estar presente aqui, no Jubileu do Martírio do Beato Simão Bororo e do Padre Rodolfo Lunkenbein, torna esta experiência ainda mais profunda. É caminhar sobre uma terra regada pelo sangue de testemunhas que deram a vida pelo Evangelho e pelos povos indígenas. Esta passagem certamente fortalecerá ainda mais o nosso compromisso com a espiritualidade de Dom Bosco e de Maria Auxiliadora e nos inspirará a continuar anunciando Cristo com a mesma coragem e doação”. A Salesiana Cooperadora Cristina Stoppa afirmou que conhecer Meruri permitiu vivenciar de perto a missão iniciada pelos primeiros salesianos entre o povo Bororo.“Há viagens que nos levam a um lugar. Outras nos conduzem a uma experiência capaz de transformar o nosso olhar, fortalecer a nossa fé e renovar o sentido da nossa vocação. Assim foi a minha primeira visita à Aldeia Meruri. Como Salesiana Cooperadora, tive a graça de participar das celebrações do Jubileu dos 50 anos do martírio do Padre Rodolfo Lunkenbein e do indígena Simão Bororo. Estar presente nesse momento histórico foi muito mais do que acompanhar uma comemoração. Foi mergulhar em uma história de amor, coragem, fidelidade ao Evangelho e compromisso com a dignidade humana. Conhecer a presença salesiana de Meruri foi contemplar, de perto, a concretização do sonho missionário de Dom Bosco”. Ao término da peregrinação, o grupo agradeceu ao diretor da presença salesiana de Meruri, Padre Ângelo César Cenerino, pela acolhida durante os dias de celebração, bem como aos salesianos, voluntários e comunidades que colaboraram na organização do jubileu. Para os participantes, a experiência permitiu conhecer de perto a história da missão salesiana entre o povo Boe-Bororo, renovar o compromisso com os valores do Evangelho e fortalecer o carisma salesiano inspirado no testemunho do Servo de Deus Padre Rodolfo Lunkenbein e de Simão Bororo.

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