Reunião do Núcleo Animador e Diretores de Escolas
06/09/2023

Reunião do Núcleo Animador e Diretores de Escolas

Reunião do Núcleo Animador e Diretores de Escolas

Nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, a sede da Inspetoria Salesiana Nossa Senhora Aparecida, localizada no bairro Bom Retiro, em São Paulo (SP), acolheu os integrantes do Núcleo Animador e as Diretoras e Diretores das escolas para mais uma reunião de formação, partilha, avaliação e planejamento.

Cerca de 35 participantes aceitaram o convite e transformaram este momento em oportunidade para promover a formação continuada das lideranças, para fortalecer o sentido de pertença à Inspetoria e partilhar as aprendizagens conquistadas por meio de boas práticas.

O encontro teve início com as palavras da Inspetora, Ir. Alaíde Deretti, que rememorou o recente Encontro Nacional da Rede Salesiana Brasil (RSB), realizado de 28 a 30 de agosto, em Aparecida do Norte (SP), e que teve como tema: “Onde estão as juventudes? ‘Vinde e Vede’”. A Inspetora falou de Dom Bosco, que teve e cultivou um sonho em favor dos jovens. “Se não fosse este homem corajoso, audaz, não estaríamos aqui. Nem poderíamos sonhar de um dia fazer parte da Família Salesiana. O que ele [Dom Bosco] não tinha de grandeza física (...)”, tinha interiormente: “tinha um coração grande, tinha mente aberta, por isso ele pôde enfrentar todos os desafios da época, dando um novo sentido àqueles que eram menos considerados pela sociedade, que eram os jovens, especialmente os mais pobres”, afirmou Ir. Alaíde.

A Inspetora enfatizou ainda a importância da formação continuada dos educadores e também das novas gerações, afinal “os jovens estão no meu coração, no teu coração, no nosso coração. Um dos empenhos de Dom Bosco era colocar o sonho no coração dos jovens”, disse Ir. Alaíde.

Segundo a Inspetora, é importante que os jovens sejam felizes e possam influenciar também outros jovens na mesma direção: “Felicidade é coisa séria, precisamos nos empenhar, ela não vem de graça!”.

Na sequência, o grupo viveu um momento especial de formação, orientado por Ir. Solange Sanches e pela educadora do Instituto Nossa Senhora Auxiliadora (INSA), de Cambé (PR), Rosana Magri, que proporcionou a experiência dos “Círculos de Construção da Paz”. Ao mesmo tempo em que Rosana apresentava pontos teóricos sobre a Comunicação Não-Violenta, de Marshall Rosenberg, ela oferecia ao grupo a possibilidade de vivenciar o “Círculo” em suas etapas, a fim de que a aprendizagem se desse por meio da prática.

Também esteve no encontro Ir. Márcia Koffermann, que compartilhou com os presentes as grandes linhas da sua pesquisa que resultou em sua Tese de Doutorado, pela Universidade de Huelva (Espanha), defendida no último mês de março. Ir. Márcia se dedicou ao tema da “Educomunicação para a formação integral em contexto de infodemia: uma análise da Rede de Escolas Salesianas Brasil”.

Ainda como parte da programação, houve um momento de partilha sobre o Encontro Nacional da RSB. Dos presentes, cerca de 50% estiveram em Aparecida e puderam relatar suas aprendizagens, observações, impressões e, especialmente, os desafios oferecidos pelas palestras e oficinas para uma maior aproximação das realidades juvenis que interpelam as presenças salesianas e pedem respostas educativo-pastorais assertivas, como Inspetoria e como Rede.

O primeiro dia do encontro do Núcleo Animador com as Diretoras e Diretores das escolas da Inspetoria Salesiana Nossa Senhora Aparecida encerrou-se com a Celebração Eucarística, realizada na Capela do Colégio de Santa Inês e presidida pelo salesiano Pe. Magno F. Albuquerque.

  

 

MAIS PARTILHAS, MAIS APRENDIZAGENS 

O segundo dia do encontro do Núcleo Animador com Diretoras e Diretores das escolas da Inspetoria de São Paulo teve início com a Celebração Eucarística, presidida pelo salesiano Pe. Ruan H. de Oliveira.

Antes de o grupo reencontrar-se na sala de trabalhos, os participantes se reuniram em torno do “Poço de Mornese” localizado no pátio do Colégio de Santa Inês. Dali, em peregrinação, foram para outro ambiente, motivados pela Palavra de Deus que é luz que ilumina a caminhada. Conduzido por Ir. Alaíde e também pela Vice-Inspetora, Ir. Ivone Ranghetti, o grupo se dirigiu à sala de trabalhos onde os participantes foram surpreendidos por um ambiente envolvente e por “Alice no País das Maravilhas”, acompanhada pelo Coelho e seu relógio, sempre atrasado e marcando bem os tempos das atividades que foram desenvolvidas.

Alice, representada por Meily Moany Cassemiro Santos, e o Coelho, representado por Ir. Teresa Cristina Pisani Domiciano, apresentaram a palestra intitulada “Educação, espaços de sonhos”, e conduziram o grupo a refletir sobre o projeto de escola que se sonha, sobre a “Escola das Maravilhas” que a Inspetoria deseja continuar construindo em seus diferentes contextos.

A palestra foi sendo desenvolvida com apresentação de conteúdos, atividades em grupo, interação dos participantes, jogos em equipes, e finalizou com a entrega de uma lâmpada, simbolizando a atitude de prontidão sugerida pelo Evangelho de Mateus (25, 1-13) e a figura do Profeta, sentinela da noite, um recorte da reflexão proposta pela “Economia de Francisco”. “O profeta é o homem e a mulher do diálogo noturno; é o companheiro e a companheira do tempo das perguntas sem resposta, portanto do nosso tempo. Pode apenas responder dando as suas duas únicas certezas: que ainda é noite e que a aurora chegará”.

Antes do almoço, o grupo vivenciou uma “Roda de Conversa”, partilhando desafios e oportunidades a partir da própria realidade e das reflexões realizadas neste encontro.

Na parte da tarde, Meily Moany orientou a reflexão e a partilha sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE), facilitando as discussões com uma pergunta: “Como vocês estão tecendo a ‘rede inclusiva’ em sua escola?”.

Na sequência, Ir. Dorcelina Rampi apresentou o Plano de Ação Inspetorial, dando ênfase às Diretrizes Metodológicas: ESG – Governança ambiental, Social e Corporativa, a ferramenta 5W2H e a matriz GUT – Gravidade, Urgência e Tendência. Detalhou como foi construído o Plano de Ação, como os diferentes Âmbitos de animação da Inspetoria procederam com suas equipes na elaboração dos próprios Planos de Ação e como está prevista a realização, a avaliação e um futuro redesenho das ações.

  

Na conclusão do encontro, a Inspetora, Ir. Alaíde Deretti, destacou as palavras: água, luz, sonho, profecia. Fez menção a um texto do profeta Isaías (44, 3) que diz: “Vou derramar água no chão seco e córregos na terra seca; vou derramar meu espírito sobre seus filhos e a minha bênção sobre seus descendentes”. E convidou os participantes a serem “fonte de água”. “Ser água da vida, que seja presença, que seja de fato referência: referência de escuta, de atenção às necessidades daqueles que estão conosco, olhar nos olhos, perceber o todo da pessoa. Referência de sinodalidade... façam o exercício de ‘fazer juntos’, do delegar envolvendo, do fazer-se ajudar. Referência no caminhar juntos, na corresponsabilidade, confiar nas pessoas, motivar para o pertencimento, um pertencimento feliz na missão”.

Utilizando ainda uma passagem de Provérbios (27, 19), Ir. Alaíde incentivou a pensar sobre a água que reflete o rosto, e o coração que reflete o olhar, o modo de ser e de estar de cada pessoa. “Porque a água reflete o meu rosto, mas o coração reflete o que sou”, concluiu a Inspetora.

O encontro foi encerrado com a “Oração de Envio”, conduzida por Ir. Cleonice Lourenço, que propôs um momento de encontro com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, afirmando que é sempre Ela quem prepara o encontro dos filhos com o Filho. Foi introduzido no ambiente o Santíssimo Sacramento, e o grupo tomou um tempo para a Adoração individual, deixando ressoar no coração e no pensamento todas as vivências e aprendizagens destes dois dias.

  

 

Por Ir. Maike Loes, Coordenadora Nacional de Comunicação da Rede Salesiana Brasil / Fotos: Inspetoria Salesiana Nossa Senhora Aparecida

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Comunicação salesiana fortalece identidade e missão em encontro nacional de profissionais da educação católica

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Poder ouvir como outras instituições católicas estão conduzindo esse processo, compartilhar desafios e conhecer diferentes caminhos adotados traz mais segurança para nossas decisões e, ao mesmo tempo, nos permite contribuir com a experiência que vivemos em nossa realidade.” Para Raisa, entretanto, os desafios contemporâneos da comunicação não podem ser enfrentados apenas a partir de estratégias de mercado. A identidade e a missão das instituições precisam permanecer como referências para as decisões. “Mais do que discutir estratégias de comunicação, o encontro reforçou algo essencial: nossas decisões não podem ser pautadas apenas por práticas de mercado ou por objetivos comerciais. Precisamos manter sempre como referência o nosso carisma católico, os valores que nos unem e o legado de nossos fundadores, para que cada ação de comunicação esteja alinhada à missão evangelizadora e educativa de nossas instituições.” Comunicação como estratégia de missão As reflexões realizadas durante o encontro reforçaram que a comunicação educacional passa por profundas transformações. A expansão das plataformas digitais, o avanço da inteligência artificial, as mudanças no comportamento dos públicos e os novos desafios relacionados à reputação exigem das instituições uma comunicação cada vez mais estratégica, integrada e coerente com sua identidade. Nesse cenário, a comunicação deixa de ser compreendida apenas como uma área operacional e passa a ocupar um papel estratégico na gestão institucional, contribuindo para fortalecer vínculos, proteger a reputação, dialogar com diferentes públicos e tornar mais visíveis a identidade e o propósito das organizações. 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20 Anos da Lei Maria da Penha: Da formação salesiana ao marco histórico na defesa das mulheres

Sancionada em 7 de agosto de 2006, a lei celebra duas décadas de transformação social. A história da legislação entrelaça-se com o orgulho da Rede Salesiana Brasil em ter Maria da Penha como ex-aluna. Neste dia 7 de agosto, o Brasil celebra os 20 anos da sanção da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), um divisor de águas na proteção dos direitos das mulheres e no combate à violência doméstica e familiar no país. Para a Rede Salesiana Brasil (RSB), a data carrega um motivo especial de celebração e orgulho: a mulher que empresta seu nome e sua coragem a este marco legal é ex-aluna salesiana do Colégio Juvenal de Carvalho, em Fortaleza (CE). Maria da Penha Maia Fernandes, farmacêutica bioquímica e mestre em Parasitologia, estudou na instituição salesiana entre 1960 e 1962, onde cursou o então Curso Científico. A formação humanista, pautada nos valores de justiça, igualdade, dignidade e respeito, valores promovidos pelo Sistema Preventivo de Dom Bosco, contribuiu para moldar o caráter, a resiliência e a determinação de uma jovem que viria a transformar a legislação de uma nação inteira. Uma Trajetória de Luta e Resiliência A história de Maria da Penha é marcada pela bravura após ser vítima de violência doméstica que a deixou paraplégica. Diante de duas décadas de impunidade, ela não se calou. Publicou a obra “Sobrevivi… Posso contar” e levou sua denúncia a instâncias internacionais, liderando a mobilização que culminou na criação da Lei nº 11.340, sancionada em 2006. A lei revolucionou o sistema jurídico brasileiro ao tipificar a violência doméstica, criar os Juizados Especializados, proibir penas alternativas para agressores e estabelecer as cruciais Medidas Protetivas de Urgência, que já salvaram milhares de vidas em duas décadas de vigência. O Regresso às Origens e as Memórias do Colégio Em uma visita de profunda emoção ao Colégio Juvenal de Carvalho, em 2024, Maria da Penha reencontrou as salas, corredores e pátios que frequentou em sua juventude. Acompanhada pela comunidade educativa e por religiosas que mantêm vivo o carisma da instituição, a ex-aluna percorreu os espaços significativos de sua formação, reencontrando as sucessoras de suas antigas mestras. A visita fez parte das gravações do documentário produzido pelo Instituto Maria da Penha, eternizando o vínculo entre sua trajetória de vida e o ambiente escolar onde consolidou suas bases cidadãs. Educação para a Formação de Bons Cristãos e Honestos Cidadãos Para a Família Salesiana, celebrar os 20 anos da Lei Maria da Penha reafirma a convicção no poder transformador da educação. A jornada da ex-aluna salesiana Maria da Penha evidencia que cada jovem carrega em si o potencial de impactar a sociedade e construir um legado transformador, independente das situações que a vida lhe impõe. Ao homenagear Maria da Penha Maia Fernandes nesta data histórica, a Rede Salesiana Brasil renova seu compromisso com uma educação integral, pautada na cultura da paz, na promoção dos direitos humanos e na formação de cidadãos engajados na construção de um Brasil livre de qualquer tipo de violência contra as mulheres. Por Janaina Lima, com o apoio da equipe de Comunicação da Rede Salesiana Brasil e informações dos Salesianos do Nordeste Fotos: Stenio Willamy

Em homenagem às Irmãs Salesianas, música marca o 5 de agosto das FMA

O Âmbito da Comunicação da Inspetoria Nossa Senhora Aparecida (BAP), de São Paulo, encontrou-se com Lucas Nistler, um jovem em período de discernimento que está fazendo uma experiência formativa com os Salesianos de Dom Bosco. Lucas Nistler é natural do estado de Santa Catarina, especificamente da cidade de Lontras, e atualmente, na condição de noviço, mora e estuda em Jaboatão dos Guararapes (PE), na comunidade Salesiana São Sebastião. Neste encontro com Lucas, um bate-papo “musical” interessante! Âmbito da Comunicação: Quem é Lucas Nistler? Lucas Nistler: Sou filho de Marcelo e Roseli Aparecida, tenho um irmão chamado Miguel. Nasci em 19/12/2000 e sempre fui muito criativo em minhas brincadeiras e expressões, o que depois se estendeu para o ramo musical e hoje é minha maior ferramenta na evangelização.Minha caminhada com a música vem do berço onde, desde muito novo, cantava e dançava com meus familiares; aos 12 anos comecei a aprender a tocar acordeom e isso mudou completamente a minha vida. Aos 15 já ministrava algumas aulas e animava algumas festas como músico. Com o passar do tempo, a música se tornou a minha profissão e companheira inseparável de vida.Foi através da música que cheguei a uma escola salesiana como educador, depois me encantando com a Pastoral Juvenil e, em seguida, com o desabrochar da minha vocação salesiana.  Âmbito da Comunicação: Você toca diversos instrumentos, estudou música, toca e canta, é compositor. O que a música representa para você? Qual espaço ela ocupa em sua vida e em sua rotina? Lucas Nistler: Pela música eu sempre consegui expressar o que eu sentia e por ela consigo comunicar a mensagem que desejo levar ao mundo. Desde a adolescência fiz do meu canto a minha voz e da minha história uma canção. Creio que a música foi a estrada pela qual Deus me conduziu para fazer a diferença na vida das pessoas e, por isso, eu não consigo imaginar um Lucas sem a música.  Âmbito da Comunicação: Quantas músicas você já compôs? De onde nasce a sua inspiração? Ou melhor, quanto tem de inspiração e quanto tem de esforço em cada composição? Qual das suas composições é a pupila de seus olhos? Lucas Nistler: Eu vejo a composição como um caderno onde eu escrevo a minha caminhada e as minhas percepções, então tenho diversas composições que retratam as diversas fazes que passei na minha caminhada de 25 anos.A inspiração vem como o vento, é uma luz enviada por Deus e eu não deixo passar despercebida, ando sempre pronto para anotar versos ou ritmos que chegam.As composições que já estão lançadas são as nove que compõe o álbum «Corações Ardentes, Pés a Caminho» que lancei em maio deste ano; «Madrecita» que compus no ano passado e foi lançada pela Rede Salesiana Brasil em memória da canonização de Santa Maria Troncatti e «Dom Bosco em nós», composta como tema para o ano pastoral da Inspetoria Salesiana São Pio X [de Porto Alegre - RS], da qual sou natural.Atualmente, tendo em vista o meu discernimento na fase do noviciado, a música que não sai da minha cabeça é «Dom Bosco, pai e mestre» que fala um pouco da minha alegria em seguir Dom Bosco e como ele me inspira e me ensina a cada dia. Âmbito da Comunicação: A música pode transformar a vida de alguém, no caso, de um jovem? Como seria isso? O que é preciso para que a música “trabalhe” o ser humano? Lucas Nistler: A música teve papel fundamental na minha vida e no meu crescimento, principalmente na dimensão da comunicação, da emoção e do espiritual. Creio que para além de «tocar ou cantar bem», a música é uma ferramenta que muda realidades e pessoas. Durante uns 10 anos fui professor de música, área na qual me formei e me especializei para potencializar o efeito da educação musical na vida dos meus educandos. Para a música trabalhar o ser humano, eu insisto como insistia com meus alunos quando dizia: «Sintam a música vibrar em vocês. É nessa hora que o coração e o som pulsam no mesmo ritmo».  Âmbito da Comunicação: Você compôs uma música que tem por título «Filhas de Maria Auxiliadora». Ela vai ser lançada no dia 5 de agosto, no aniversário de fundação do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora. Parabenizamos pela composição, Lucas, e desejamos que muitas outras canções possam preencher nossos dias de alegria e esperança. Fale-nos um pouco sobre esta música. Em que momento ela nasceu? Qual foi a fonte de inspiração? Qual a importância de compor uma música dedicada às FMA? Onde ou a quem você gostaria que ela chegasse? Lucas Nistler: A primeira casa salesiana que eu adentrei foi o Instituto Maria Auxiliadora, de Rio do Sul (SC), na qual fui professor de musicalização infantil e onde eu pude beber da espiritualidade salesiana tendo o testemunho diário das Irmãs [salesianas] que lá estavam. A música nasceu justamente para o aniversário do Instituto, porém, para uma homenagem interna na qual eu queria retratar aquilo que eu via sendo vivenciado pelas FMA da casa. O amor que elas me ensinaram a ter pela vida salesiana foi um dos motivadores da minha escolha vocacional e, por isso, até hoje considero essa casa como o berço da minha vocação. Gostaria que ela chegasse a muitos lugares, mas para além das distâncias, gostaria que ela chegasse ao coração daqueles que a escutarem e assim possam sentir a beleza desse carisma como eu também senti.  Âmbito da Comunicação: Por fim, qual a frase/expressão da música «Filhas de Maria Auxiliadora» que tem mais significado para você? Por quê? Lucas Nistler: Acho que a expressão é «ter no rosto um sorriso por ser essa missão», quando a vida consagrada passa de simplesmente ter uma missão para ser a própria missão. Neste ponto eu via que a presença, a oração, o olhar, o ouvir… tudo isso eram as Salesianas e tudo isso era a missão. Eu me inspirei nessa frase que compõe a música para falar daquilo que Dom Bosco já queria - «um monumento vivo» - para nossa Mãe Auxiliadora, e acredito muito que a representação do amor de Maria por seu Filho e pelos pequenos está vivo e é testemunhado diariamente pelas Filhas de Maria Auxiliadora. Agradeço de coração ao Instituto por todo o carinho e pela contribuição no meu processo de discernimento vocacional. Fonte: Inspetoria Nossa Senhora Aparecida
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