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30/05/2026

Campos dos Goytacazes Sedia 6ª Etapa Regional do ENARSE/ENEL 2026

Encontro presencial no Rio de Janeiro reuniu lideranças das Inspetorias Madre Mazzarello e São João Bosco para aprofundar indicadores de qualidade e traçar estratégias de constante aprimoramento

Nos dias 28 e 29 de maio, a cidade de Campos dos Goytacazes (RJ) recebeu a sexta etapa do Encontro Nacional das Escolas Salesianas (ENARSE) e Encontro Nacional de Ecônomos Locais (ENEL). O evento presencial deu continuidade às ações previstas no Plano Integrado de Formação 2026 da Rede Salesiana Brasil (RSB).

Alinhamento Metodológico e Diagnóstico em Rede

Conduzido com a assessoria metodológica do Dr. Ricardo Mariz, o encontro teve como foco central o aprofundamento do Caderno 6 (“Parâmetros Institucionais de Qualidade Educacional") do Currículo da RSB. A iniciativa proporciona às lideranças das escolas salesianas uma oportunidade inédita de debater a sistemática de elaboração dos planos de melhoria a partir de dados concretos.

No primeiro dia, os gestores acompanharam discussões sobre o contexto social contemporâneo e a necessidade de transformação nos modelos educativos, além de participarem de painéis técnicos voltados para o uso de indicadores como pontos de observação para ações estratégicas.

Sinergia nas Cinco Dimensões da Gestão

A dinâmica do encontro privilegiou o trabalho colaborativo, reunindo os profissionais em grupos dedicados às cinco dimensões essenciais da escola salesiana:

  • Liderança (Diretores Institucionais/Gerais)
  • Gestão Pedagógica (Diretores Pedagógicos)
  • Pastoral Escolar e Acompanhamento Educacional (Coordenadores de Pastoral)
  • Comunicação (Coordenadores/Responsáveis de Comunicação)
  • Gestão de Recursos e Sustentabilidade (Diretores/Coordenadores Administrativos, Financeiros e Ecônomos)

O segundo dia foi marcado por plenárias de apresentação, onde cada grupo compartilhou achados, aprendizados e análises de convergências regionais. O objetivo desse esforço conjunto é alimentar de forma colaborativa a Matriz Nacional de Indicadores, assegurando que o planejamento estratégico preserve a identidade carismática e responda com responsabilidade às exigências do setor educativo.

Vozes dos Participantes

O fechamento dos trabalhos gerou depoimentos significativos sobre o impacto prático do encontro nas unidades:

"Uma das coisas que mais me impactou foi o fato de reacender em nós a questão da gestão das evidências. Somos peregrinos de esperança, com coragem, com ousadia, com firmeza, carregando aquele desejo e o espírito salesiano de ser, para que a gente consiga seguir firmes, seguros e formar sempre ‘bons cristãos e honestos cidadãos’", diz a participante Denilza Machado.

"Esse encontro regional foi muito positivo para todas as casas que participaram. Foi um momento de muita troca, experiências e um alinhamento também para nossa missão educativa", comenta a participante Rayanne Rangel.

"O evento foi maravilhoso e esclarecedor. Tivemos a oportunidade de pensar em um realinhamento pedagógico, entre outras questões discutidas aqui", aponta a participante Iara, de Rio das Ostras.

"Esses dois dias foram incríveis! A gente aprendeu muito, a gente viveu a realidade de cada instituição. Foi muito boa essa troca e agora a gente tem que levar para frente tudo o que a gente aprendeu e colocar em prática a partir das próximas semanas, sempre juntos, em rede", ressalta a participante Thamires Carneiro.

Rumo a Niterói: Fique por Dentro de Cada Detalhe!

Após o sucesso dos debates e aprendizados em Campos dos Goytacazes, o ciclo itinerante do ENARSE/ENEL 2026 continua sua trajetória pelo estado do Rio de Janeiro. A sétima etapa regional já tem data e local confirmados: dias 11 e 12 de junho, em Niterói (RJ).

Este é um evento grandioso que está redesenhando o futuro da gestão e da educação salesiana no Brasil. Para não perder nenhum detalhe e acompanhar de perto a cobertura completa de cada nova etapa do ENARSE/ENEL 2026, siga os perfis oficiais da Rede Salesiana Brasil nas mídias sociais: @redesalesianabr.

Por Janaina Lima, com o apoio da equipe de Comunicação da Rede Salesiana Brasil

25/05/2026

Em primeira encíclica, papa Leão XIV pede desculpa por Igreja Católica demorar em condenar escravidão

Segundo pontífice, isso representa uma 'ferida na memória cristã'.

Na primeira encíclica do papa Leão XIV, publicada nesta segunda-feira (25), ele pediu desculpas pela demora da Igreja católica em condenar a escravidão. Segundo ele, isso até hoje é uma 'ferida na memória cristã'.

"Em nome da Igreja, peço sinceramente perdão', escreve no texto que define as posições da Igreja em diversas questões, especialmente a inteligência artificial."

Outros papas anteriormente tinham feito pedidos oficiais de desculpas por conta de cristãos estarem relacionados ao comércio de escravos. Porém, nada tinha sido feito de forma geral do papel da Igreja.

O primeiro a condenar publicamente foi seu antecessor de nome, o papa Leão XIII, em 1888.

"É impossível não sentir profunda tristeza ao contemplar o imenso sofrimento e humilhação suportados por tantos, em contraste com sua dignidade incomensurável como pessoas infinitamente amadas pelo Senhor", afirmou.

Ao longo da história, a Igreja Católica, que tinha como uma das definições a defesa da dignidade humana, realizou decretos para não aceitar a escravização contra cristãos, porém autorizava uma invasão e até combate em outros territórios.

Isso foi realizado, por exemplo, em 1452 pelo papa Nicolau V, na bula 'Dum Diversas', que liberava até mesmo os 'pagãos' a 'escravidão perpétua'.

Alguns anos depois, outra bula também reforçou o tema, o que gerou uma 'autorização' para os países realizarem a escravidão nas colônias. Outros papas depois confirmaram, como Calisto III, Sisto IV e Leão X.

Encíclicas são documentos oficiais papais que se dirigem a bispos do mundo todo, dando um direcionamento do pensamento católico sobre diversos temas, focando especialmente naqueles em evidência.

Intitulado 'Magnifica Humanitas', o papa alertou no texto sobre os perigos da inteligência artificial e que seu uso em conflitos armados representaria complicações sobre o papel humano na resolução das guerra.

"Os principais motores do desenvolvimento são entidades privadas, muitas vezes transnacionais, dotadas de recursos e capacidade de intervenção que superam os de muitos governos. O poder tecnológico assume, assim, um aspecto sem precedentes, predominantemente 'privado', o que torna ainda mais difícil discernir, governar e direcionar esse poder para o bem comum", escreve.
"Embora a IA possa aprimorar a defesa e a proteção de civis, ela também pode diminuir o limiar para o uso da força, proteger as pessoas da responsabilidade e fomentar uma cultura na qual o inimigo é reduzido a uma estatística e a vítima a 'dano colateral", continua.

O Papa aponta o dedo para o crescimento da indústria bélica, a corrida armamentista nuclear e o surgimento de novos atores armados, incluindo grupos jihadistas, que visam perpetuar o conflito como fonte de poder e lucro.

Ele também adverte claramente contra o uso de armas baseadas em inteligência artificial, porque "não existe algoritmo que possa tornar a guerra moralmente aceitável".

Portanto, são necessárias restrições éticas rigorosas, compartilhadas internacionalmente, porque "qualquer tecnologia que facilite o ataque sem ver o rosto do outro diminui o limiar moral do conflito".

O papa também enfatiza que 'a promoção do bem comum jamais poderá ser dissociada do respeito ao direito dos povos de existir, de preservar sua própria identidade e de contribuir com sua singularidade para a família das nações'. E 'qualquer tentativa ou plano para eliminar ou subjugar uma nação é gravemente imoral e, portanto, inaceitável', afirma Leão XIV na encíclica.

Papa cita 'Senhor dos Anéis' e filósofos

Papa Leão XIV celebra primeira missa de Natal do pontificado. — Foto: ANDREAS SOLARO / AFP
Papa Leão XIV celebra primeira missa de Natal do pontificado. — Foto: ANDREAS SOLARO / AFP

No texto, há também uma citação de 'O Senhor dos Anéis', de JRR Tolkien. É a passagem em que o mago Gandalf diz: "Não nos cabe controlar todas as marés do mundo; nossa tarefa é fazer o que pudermos pela salvação dos anos em que vivemos , erradicando o mal dos campos que conhecemos, para que aqueles que vierem depois possam cultivar uma terra saudável e limpa".

As citações também incluem as de grandes filósofos: Santo Agostinho, São Tomás de Aquino e Platão.

Os papas mais recentes são todos mencionados, começando com Leão XIII e sua 'Rerum Novarum', que inspirou Prevost para este primeiro documento magisterial importante. Mas também há Pio XI, Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo II, Bento XVI e Francisco.

Por fim, há referências à Carta das Nações Unidas, aos documentos do Concílio Vaticano II, aos quais o Papa dedica as catequeses das audiências gerais de quarta-feira, e ao Compêndio da Doutrina Social da Igreja.

Fonte: Redação CBN

25/05/2026

A encíclica de Leão XIV: a IA deve servir à humanidade, não ao poder de poucos

No 135º aniversário da “Rerum novarum”, o Pontífice reflete, em sua primeira encíclica, “Magnifica humanitas”, sobre a Doutrina Social da Igreja na era da inteligência artificial. O apelo para preservar “uma magnífica humanidade habitada por Deus”, promovendo a verdade, a dignidade do trabalho, a justiça social e a paz. Na era digital, é preciso desarmar a IA e superar a teoria da “guerra justa”, relançando o diálogo e o multilateralismo

“A magnífica humanidade criada por Deus encontra-se hoje diante de uma escolha decisiva: erguer uma nova torre de Babel ou construir a cidade onde Deus e a humanidade habitam juntos”. O incipit da primeira encíclica de Leão XIV – Magnifica humanitas, “sobre a salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial” – resume suas razões fundamentais e seu objetivo. Publicada hoje, segunda-feira, 25 de maio, foi assinada pelo Pontífice no último dia 15 de maio, no 135º aniversário da promulgação da Rerum novarum de Leão XIII. E de seu predecessor, o Papa Prevost recolheu a herança, escrevendo uma encíclica social que aborda um dos principais desafios da época contemporânea: a inteligência artificial. Dividida em cinco capítulos, Magnifica humanitas parte de um pressuposto: a tecnologia não é uma “força antagônica em relação à pessoa” (4), nem “um mal em si mesma” (9). No entanto, ela “não é neutra, pois assume o rosto daqueles que a concebem, a financiam, a regulam e a utilizam”. Daí, o apelo do Pontífice para “construir o bem” e “permanecer humanos”, seguindo a lógica da corresponsabilidade corajosa e da comunhão.

A Doutrina Social da Igreja

O primeiro capítulo – Um pensamento dinâmico fiel ao Evangelho – repercorre a Doutrina Social da Igreja (DSI) no magistério recente e no Concílio Vaticano II, destacando “o seu caráter dinâmico” (17). Longe de ser “um manual de princípios e normas a serem aplicados”, a DSI é antes uma “teologia da comunhão na história” (27) que orienta a leitura dos acontecimentos à luz do Evangelho. No segundo capítulo, Leão XIV enumera os Fundamentos e princípios da Doutrina Social da Igreja: entre os primeiros, inclui a dignidade da pessoa, criada à imagem e semelhança de Deus; a inviolabilidade dos direitos humanos, entre os quais o direito à vida “desde a concepção até ao seu fim natural”; o reconhecimento dos direitos das minorias, com especial atenção às mulheres, para que sejam verdadeiramente ouvidas e valorizadas (57).

LEIA AQUI O TEXTO INTEGRALE DA ENCÍCLICA DE LEÃO XIV "MAGNIFICA HUMANITAS" 

É inaceitável subjugar uma nação

Quanto aos princípios da DSC, Leão XIV aponta cinco: o primeiro é o bem comum, “forma social da dignidade reconhecida a cada um” (59). Em um ponto, o Papa é particularmente firme: “A promoção do bem comum nunca pode ser separada do respeito ao direito dos povos de existir, de preservar sua identidade e de contribuir com sua originalidade para a família das nações”. Consequentemente, “qualquer tentativa ou projeto de eliminar ou subjugar uma nação é gravemente imoral e, portanto, inaceitável” (64).

A tecnologia não deve estar nas mãos de poucos

O segundo princípio diz respeito à destinação universal dos bens: aí e em outros pontos da encíclica, Leão XIV insiste na necessidade de que as tecnologias não se concentrem nas mãos de poucos, alimentando a disparidade entre os incluídos e os excluídos da revolução digital (67). Daí decorrem o terceiro e o quarto princípios, a saber, a subsidiariedade (68) – que exige a superação do paternalismo e do assistencialismo em favor da corresponsabilidade – e a solidariedade (73), “princípio e virtude” que se opõe à indiferença.

A justiça social

O quinto princípio da DSC é a justiça social: na era digital, ela deve garantir a todos um acesso equitativo às oportunidades, proteger os mais vulneráveis, combater o ódio e a desinformação e submeter o uso das tecnologias ao controle público. Leão XIV aponta os migrantes como um “teste decisivo” nesse campo: a maneira como a sociedade os trata demonstra “se a ideia de justiça é guiada pelo medo ou pela fraternidade”. Daí, o apelo tanto para salvaguardar “o direito à esperança” daqueles que são forçados a partir, garantindo-lhes vias seguras e legais, acolhimento digno e integração; quanto para promover “o direito de permanecer” de cada um em sua terra, em paz e segurança, enfrentando “as causas profundas” das migrações (81). O Pontífice entende que os cinco princípios acima mencionados se dirigem também à Igreja, chamada a “um exame de consciência”, a ouvir as “vítimas de abusos espirituais, econômicos, institucionais, sexuais, de poder e de consciência”, pois isso “é parte integrante de um caminho de justiça, que compreende o reconhecimento do dano, a reparação justa e a prevenção” (89).

Um código ético para a IA

O terceiro capítulo – Técnica e domínio. A grandeza da pessoa humana diante das promessas da IA – ressalta que é preciso abordar a IA com cautela, mantendo clareza sobre as responsabilidades em todas as suas etapas (accountability) e apostando em políticas e marcos jurídicos adequados, vigilância independente e educação dos usuários. Acima de tudo, é necessário um código ético submetido a critérios de justiça social compartilhada, pois “não serve uma IA mais moral se essa moral for decidida por poucos” (107). Sem deixar de lado o impacto ambiental das novas tecnologias, que exigem grandes quantidades de energia e água, afetando a Criação (101).

Desarmar a IA

É preciso “desarmar a IA” – prossegue Leão XIV – para subtraí-la à lógica da competição militar, econômica e cognitiva; para romper a equivalência entre poder técnico e direito de governar; para subtraí-la aos monopólios e impedir que domine o humano. Amplo espaço é dedicado à crítica do transumanismo e do pós-humanismo, que interpretam o progresso como a superação dos limites do humano. Em vez disso, o limite não é um defeito a ser eliminado, mas uma dimensão constitutiva da pessoa, pois é na fragilidade e na finitude que amadurecem a relação e a abertura a Deus e ao outro. Fazer a tecnologia crescer eliminando os limites do humano significa, portanto, fazer o coração regredir. Magnífica e, ainda assim, ferida, a humanidade “não deve ser substituída nem superada”. A tecnologia pode aliviar seus sofrimentos e abrir-lhe novas possibilidades, mas não deve negá-la naquilo que lhe é próprio: “a capacidade de relação e de amor” (126). Diante da IA, a verdadeira alternativa não está entre o entusiasmo e o medo, mas entre duas formas de construir o progresso: a serviço da pessoa e dos povos ou das lógicas do poder (129).

Uma ecologia da comunicação

No quarto capítulo – Preservar o humano na transformação. Verdade, trabalho, liberdade –, a encíclica defende uma “ecologia da comunicação” baseada na verdade. O Papa pede transparência nos critérios de seleção de conteúdos, proteção dos dados pessoais, um jornalismo sério fundamentado na argumentação e na verificação, uma nova consciência no uso “correto e crítico” da IA e a integração dos conhecimentos. Uma comunicação transparente e leal é exigida também da Igreja, sobretudo nos casos de injustiças e abusos. É fundamental também o apelo a uma aliança educativa renovada, para que nos jovens não se apague “o desejo de fazer perguntas” por causa de máquinas perfeitas que fazem parecer inútil o pensamento humano (140). Leão XIV pede ainda que se aposte na escola como lugar onde se aprende a “buscar e amar a verdade” (147).

A dignidade do trabalho

Na “quarta revolução industrial” representada pela transição digital, o Pontífice ressalta então a importância de proteger a dignidade do trabalho, projetando sistemas centrados na pessoa e não apenas no desempenho. A tecnologia pode certamente aliviar o homem de tarefas pesadas ou repetitivas, mas não deve levar ao desemprego em nome da redução de custos e do aumento do lucro. Nesse sentido, espera-se também uma renovação das organizações sindicais.

Paz e desenvolvimento

O Pontífice destaca, em seguida, a necessidade de superar o PIB como parâmetro do grau de desenvolvimento de um país, apostando, em vez disso, na dignidade do trabalho, na prosperidade compartilhada, na redução das desigualdades e na preservação do meio ambiente. A finança pela finança é, de fato, diferente da finança para o desenvolvimento (159-160). E, seguindo os passos de São Paulo VI, destaca-se a interdependência entre paz e desenvolvimento, almejando uma cooperação internacional capaz de definir estratégias comuns, sobretudo em favor dos países e dos grupos mais vulneráveis, pois a prosperidade contribui para a paz “somente se for difundida, inclusiva e sustentável” (163). É forte, ainda, a referência à família, fundada na união estável entre um homem e uma mulher: ela é “bem social primário”, “célula fundamental e insubstituível de toda organização comunitária” (165), que deve ser apoiada também por meio de políticas do trabalho em favor da estabilidade e de ritmos humanos, para assim proteger a capacidade social de “construir o futuro”.

A “arquitetura da visibilidade”

Por fim, a questão da liberdade humana: numa época em que as plataformas digitais são projetadas para capturar o tempo dos usuários e explorar suas fragilidades, é preciso fortalecer a liberdade interior de cada um, enfrentando também o risco do controle social decorrente da coleta massiva de dados e do uso de sistemas algorítmicos. Perfilar, prever e orientar comportamentos, de fato, é “um novo poder” (171) que corre o risco de discriminar os mais fracos. O Papa deplora, em particular, a “arquitetura da visibilidade” que amplifica apenas o que é visível, moldando as opiniões.

Novas formas de escravidão e novo colonialismo

A IA também gera novas formas de escravidão, como a dos “corpos marcados, mutilados, consumidos” (173) daqueles que trabalham na extração das “terras raras” necessárias à tecnologia. Portanto, a luta contra as novas formas de escravidão é outro “teste decisivo para o discernimento ético” da transformação digital. Leão XIV ressalta que “a Igreja renova sua firme condenação contra toda forma de escravidão, tráfico e mercantilização de pessoas”. Ao mesmo tempo, o Papa pede “sinceramente perdão” pelo atraso com que a Igreja, no passado, condenou “o flagelo da escravidão” (174-176). A encíclica também faz referência às “novas terras raras do poder”, ou seja, as informações vitais – por exemplo, sobre saúde e demografia – utilizadas para orientar estratégias econômicas: trata-se de uma face inédita do colonialismo que transforma vidas pessoais em informações exploráveis, tornando o ambiente digital um “espaço de predação” (178-179).  

Superar a teoria da “guerra justa”

No quinto capítulo — A cultura do poder e a civilização do amor —, Leão XIV volta seu olhar para a guerra: “A revolução digital está modificando a gramática dos conflitos” e, sem uma abordagem ética, as decisões sobre a vida e a morte das pessoas serão cada vez mais impessoais, com o recurso à força considerado uma “opção imediata e viável” (182-183). Na base de tudo está uma “cultura do poder” que normaliza a guerra e a reabilita como “instrumento de política internacional”, favorecendo o rearmamento. Sobre a opinião pública pesam hoje também as narrativas midiáticas polarizadoras, bem como “uma preocupante perda de memória histórica” que priva de uma visão de longo prazo (191). Consequentemente, hoje a paz não é mais entendida como uma tarefa a ser assumida, mas como um intervalo entre os conflitos. Por isso, Leão XIV reitera que – sem prejuízo do direito à legítima defesa no sentido mais estrito – é preciso superar a teoria da “guerra justa”, promovendo, em vez disso, o diálogo, a diplomacia e o perdão (192).

Nenhum algoritmo torna a guerra moralmente aceitável

O Papa Prevost não deixa de deplorar o crescimento da indústria bélica, a corrida aos armamentos nucleares e o surgimento de novos atores armados – entre os quais os jihadistas – que visam perpetuar os conflitos como fonte de poder e de renda. É clara, ainda, a advertência contra o uso de armas ligadas à IA, pois “não existe algoritmo que possa tornar a guerra moralmente aceitável”. São necessárias restrições éticas rigorosas, compartilhadas internacionalmente, baseadas na responsabilidade pessoal e na proteção dos civis, pois “toda tecnologia que facilita atacar sem ver o rosto do outro abaixa o limiar moral do conflito” (199).

A crise do multilateralismo

A cultura do poder decorre também da crise do multilateralismo e do surgimento de um “multipolarismo desordenado e conflituoso” (201). A força do direito é substituída pelo direito do mais forte; as lógicas do poder prevalecem sobre a construção da paz e as instituições criadas para zelar pelo destino comum dos povos estão agora enfraquecidas. A esse respeito, o Papa deseja para a ONU “reformas profundas” que superem a atual crise de valores em favor do bem comum (226).

A civilização do amor

O cristão é chamado a responder à cultura do poder construindo “a civilização do amor” e escolhendo entre alimentar a lógica da força ou zelar pela paz. O Papa aponta cinco “caminhos de responsabilidade”: desarmar as palavras dizendo a verdade; construir a paz na justiça; assumir o olhar das vítimas tomando posição, pois há conflitos em que “não é justo permanecer neutro”; cultivar “um saudável realismo” que busque caminhos de paz viáveis com os fatos, não apenas com palavras. Por fim, relançar o diálogo, passando de uma cultura do poder para uma cultura da negociação. É decisivo também “o diálogo entre as religiões”, portador de uma mensagem de paz: “Quem usa o nome de Deus para legitimar o terrorismo, a violência ou a guerra trai o seu rosto” é a advertência de Leão XIV (223).

A magnífica humanidade

Ao concluir a carta, o Pontífice convida os fiéis a viver as novas tecnologias à luz do Evangelho, seguindo “um itinerário de vida cristã sóbrio e exigente”. Para que, mesmo na era da IA, todos possam testemunhar “a beleza de uma magnífica humanidade habitada por Deus”.

Fonte: Isabella Piro – Vatican News

25/05/2026

Docente do UNISAL Campinas tem artigo publicado na Revista Nursing sobre os impactos biopsicossociais da Doença de Crohn

Estudo liderado pelo Prof. Dr. Rômulo Mágnus de Castro Sena evidencia o compromisso da instituição com a produção científica de impacto e a formação de profissionais com olhar humanizado.

Resumo

  • O professor do curso de Psicologia do UNISAL Campinas, Dr. Rômulo Mágnus de Castro Sena, teve um artigo científico publicado na Revista Nursing.
  • A publicação ocorreu em 6 de maio.
  • O estudo analisa os impactos emocionais e psicossociais da Doença de Crohn em mulheres jovens, especialmente após a realização de uma ostomia.
  • A pesquisa é um relato de caso, abordando a trajetória de uma paciente desde o diagnóstico até os desafios do tratamento e da adaptação à doença.
  • Autoestima, feminilidade, imagem corporal, sexualidade, acolhimento emocional e qualidade de vida de mulheres que convivem com a ostomia.
  • O tratamento de doenças crônicas deve incluir não apenas os aspectos físicos, mas também o acolhimento psicológico e emocional, por meio de uma abordagem humanizada e multidisciplinar.
  • A enfermagem contribui para a humanização do cuidado ao desenvolver vínculos terapêuticos e oferecer acompanhamento contínuo aos pacientes.
  • A Revista Nursing era uma referência durante sua graduação em Enfermagem, tornando a publicação a realização de um objetivo construído ao longo da carreira acadêmica.
  • A conquista reforça o compromisso da instituição com a pesquisa científica, a produção de conhecimento e a formação acadêmica humanizada.
  • Atualmente, ele ministra a disciplina de Metodologia da Pesquisa Científica no curso de Psicologia, estimulando o contato dos alunos com a investigação acadêmica desde o início da graduação.

No início do mês de maio, o professor do curso de Psicologia do UNISAL Campinas, Dr. Rômulo Mágnus de Castro Sena, conquistou um importante reconhecimento acadêmico com a publicação de um artigo científico na Revista Nursing. O estudo, publicado no dia 6 de maio, aborda os impactos emocionais e psicossociais da Doença de Crohn em mulheres jovens, com foco na experiência da ostomia e nos desafios relacionados à autoestima, feminilidade e acolhimento emocional.

Enfermeiro, Mestre em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Doutor em Saúde Mental pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o docente atua no curso de Psicologia do UNISAL Campinas e também integra a carreira de Profissionais de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (PAEPE) da Unicamp, como enfermeiro da unidade de internação psiquiátrica do Hospital de Clínicas.

A pesquisa publicada consiste em um relato de caso, metodologia qualitativa que evidencia a trajetória de uma mulher jovem no enfrentamento da Doença de Crohn, desde a busca pelo diagnóstico até os tratamentos e impactos emocionais provocados pela doença.

Segundo o pesquisador, o interesse pelo tema surgiu ainda durante a graduação, quando começou a estudar processos de adoecimento crônico e as possibilidades de cuidado para além dos sintomas físicos: “Fui criando um gosto por um tipo de cuidado que permanece e se implica a despeito das incertezas”, destaca Rômulo.

O estudo também lança luz sobre os desafios enfrentados por mulheres ostomizadas, sobretudo em relação à imagem corporal, à sexualidade e à pressão estética imposta socialmente. Para o professor, o acolhimento emocional e o fortalecimento dos vínculos terapêuticos são fundamentais no tratamento de doenças crônicas. “o corpo é nosso veículo de interação e inscrição no mundo. A ostomia não representa apenas um desvio do trânsito intestinal, ela desestabiliza a unidade somatopsíquica do corpo”, explica.

Além da discussão sobre saúde física, a pesquisa reforça a importância de um cuidado humanizado, multidisciplinar e atento às demandas emocionais dos pacientes. Nesse contexto, o docente ressalta o papel essencial da enfermagem e das relações construídas no cotidiano do cuidado: “a enfermagem tem o privilégio de um setting terapêutico estendido. Mais do que executar procedimentos técnicos, desenvolve tecnologias relacionais que promovem humanização e individualização do cuidado”, afirma.

A publicação na Revista Nursing possui um significado especial para o pesquisador. Segundo ele, o periódico marcou sua trajetória acadêmica desde os tempos de graduação. “Tem um sabor de atualização da nostalgia, do pesquisador que eu sonhava ser”, relata.

A conquista também reforça o compromisso do UNISAL com o incentivo à pesquisa científica e à produção de conhecimento. Atualmente, Rômulo ministra a disciplina de Metodologia da Pesquisa Científica para alunos do primeiro semestre de Psicologia e busca aproximar os estudantes da investigação acadêmica desde o início da formação: “defender e fortalecer a pesquisa significa assumir uma posição ética e política de enfrentamento aos movimentos de negacionismo científico”, enfatiza o professor.

Realização de um sonho construído desde a graduação
A publicação na Revista Nursing carrega também um significado especial na trajetória acadêmica e profissional do professor Dr. Rômulo Mágnus de Castro Sena. O docente relembra que, durante a graduação, a revista era uma referência entre estudantes e profissionais da enfermagem, tornando a conquista ainda mais simbólica.

“Na época da minha graduação, a Revista Nursing era uma grande vitrine para nós. Publicar nela parecia algo muito distante. O mais marcante é perceber que o problema de pesquisa deste artigo nasceu justamente naquele período da minha formação. Essa publicação representa, de certa forma, o encontro com o pesquisador que eu sonhava ser”, destaca.

Com iniciativas como esta, o UNISAL reafirma seu compromisso com o fortalecimento da pesquisa científica, da produção de conhecimento e da formação acadêmica humanizada. Ao incentivar docentes e estudantes na construção de pesquisas conectadas às demandas sociais e humanas, a instituição amplia seu papel na transformação da sociedade por meio da ciência, da ética e do cuidado.

CLIQUE AQUI E LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA

Fonte: Inspetoria Salesiana de São Paulo

25/05/2026

P. Costantino Vendrame é declarado Venerável

Papa Leão XIV reconhece as virtudes heroicas do missionário salesiano que dedicou mais de três décadas à evangelização no nordeste da Índia, tornando-se referência de caridade, esperança e santidade entre os povos.

Resumo

  • O Papa Leão XIV autorizou a promulgação do decreto que reconhece as virtudes heroicas do Servo de Deus Padre Constantino Vendrame, SDB, declarando-o Venerável.
  • Nascido na Itália, em 1893, ingressou na Congregação Salesiana motivado pelo ideal missionário e foi ordenado sacerdote em 1924.
  • Atuou por mais de 30 anos no nordeste da Índia, dedicando-se à evangelização das populações mais pobres e distantes, percorrendo longas distâncias para levar o anúncio do Evangelho.
  • Tornou-se amplamente reconhecido pela vida de oração, pela caridade incansável, pelo espírito de serviço e pela proximidade com pessoas de diferentes tradições religiosas.
  • Durante a Segunda Guerra Mundial, enfrentou o internamento como cidadão italiano em território britânico, destacando-se pela fortaleza espiritual e pelo apoio oferecido aos companheiros.
  • Viveu seus últimos anos marcado pelo sofrimento físico, oferecendo suas dores com espírito de fé até falecer em Dibrugarh, na Índia, em 30 de janeiro de 1957.
  • A declaração de venerabilidade foi acolhida com alegria na Itália, na Arquidiocese de Shillong e por toda a Família Salesiana, que vê no missionário um testemunho exemplar do carisma de Dom Bosco.
  • Segundo o Postulador-Geral das Causas dos Santos da Família Salesiana, Padre Pierluigi Cameorni, o reconhecimento destaca Padre Vendrame como um “missionário da esperança entre os povos”, profundamente unido ao Coração de Cristo, ao Espírito Santo e à devoção a Maria Auxiliadora.

Em 22 de maio de 2026, o Santo Padre Leão XIV recebeu em audiência o Cardeal Marcello Semeraro, Prefeito do Dicastério para as Causas dos Santos. Na ocasião, o Sumo Pontífice autorizou o mesmo Dicastério a promulgar o Decreto relativo às virtudes heroicas do Servo de Deus Costantino (Constantino) Vendrame, Sacerdote professo da Sociedade de São Francisco de Sales, nascido em San Martino di Colle Umberto (Treviso-Itália), em 27 de agosto de 1893, e falecido em Dibrugarh, na Índia, em 30 de janeiro de 1957.

O P. Constantino Vendrame nasceu de família de condição humilde, mas marcada por sólidos valores cristãos, provada pela doença e por perdas familiares. Desde muito jovem, sentiu o chamado ao sacerdócio e ingressou, em 1908, no seminário da Diocese de Ceneda (Vittorio Veneto), passando, em 1912, para os Salesianos de Dom Bosco, movido pelo amor às missões e pelo desejo de partir como missionário.

Noviço em 1913, professou os votos temporários em 1914 e os perpétuos em 1920, formando-se na vida religiosa por meio do tirocínio prático. Durante a Primeira Guerra Mundial, destacou-se como soldado exemplar, mantendo fidelidade à própria vocação. Ordenado sacerdote em 15 de março de 1924, em Milão, recebeu, em 5 de outubro do mesmo ano, o crucifixo missionário em Turim, na Basílica de Maria Auxiliadora.

Partiu então para o nordeste da Índia (Assam), chegando a Shillong em 24 de dezembro de 1924. Atuou como missionário – e, na maioria das vezes, como pároco, em Shillong-Laitumkhrah, Jowai, Wandiwash, no Tamil Nadu (sul da Índia), e, por fim, em Shillong-Mawkhar, onde permaneceu, de 1951 até à morte.

O P. Vendrame tornou-se uma figura lendária: missionário itinerante, percorria a pé longas distâncias para chegar aos povoados mais remotos, fazendo-se “pobre entre os pobres” e acolhendo com serenidade o desgaste das fadigas e os riscos da vida apostólica. Homem de diálogo, atraía multidões a Cristo por meio da caridade, evangelizando aldeia por aldeia, casa por casa. Sua figura era respeitada não apenas pelos cristãos, mas também por pessoas de outras tradições religiosas, que o reconheciam como um verdadeiro homem de Deus.

Durante a Segunda Guerra Mundial, na condição de cidadão italiano em território do Império Britânico, viu-se obrigado a interromper sua ação missionária e foi internado com outros compatriotas: inicialmente sob custódia dos Gurkhas, depois em Deoli e, por fim, em Dehra Dun. Nesse período de aparente imobilidade, evidenciou uma notável fortaleza interior, tornando-se referência de consolo e apoio.

Acometido por artrose, inclusive na coluna vertebral, e marcado por intensas dores até a episódios de desmaio, viveu os últimos meses em total espírito de oferta. Internado em Dibrugarh, faleceu na véspera da Festa de São João Bosco, em 30 de janeiro de 1957.

Seus funerais transformaram-se numa expressiva manifestação de Fé e gratidão. Já em vida, era acompanhado por ampla fama de santidade e por sinais extraordinários, comparado a São Paulo, São Francisco Xavier e São Vicente de Paulo. Sobre ele, afirmou-se: “Recordamos o P. Vendrame como um sacerdote que nos amou com o coração de Cristo: humano e ardente, firme e fiel, sempre pronto a dar a vida por nós”.

A notícia da declaração de venerabilidade foi acolhida com grande alegria em sua cidade natal, San Martino di Colle Umberto, e na Diocese de Vittorio Veneto, que sempre promoveram com dedicação a Causa de Beatificação do seu conterrâneo.

Também a Arquidiocese de Shillong e a Família Salesiana do nordeste da Índia celebram este reconhecimento, que confirma uma história marcada por intensa ação missionária e santidade vivida segundo o espírito apostólico de Dom Bosco.

“A venerabilidade de P. Vendrame, declarou o P. Pierluigi Cameorni, Postulador-Geral para as Causas dos Santos da Família Salesiana, representa o reconhecimento de um missionário da esperança entre os povos. Por meio do contato pessoal, transmitiu o amor do Coração compassivo do Senhor, convicto de que ‘o Coração de Cristo […] é o núcleo vivo do primeiro anúncio’ (Enc. Dilexit nos, 32). Alimentando-se dessa fonte, levou com ardor apostólico a mesma consolação de Deus, que abraça o mundo inteiro. Cabe ainda recordar que a venerabilidade do P. Vendrame foi reconhecida durante a novena de Pentecostes e a de Maria Auxiliadora, que neste ano coincidem. O P. Vendrame, além de ardoroso apóstolo do Sagrado Coração, foi um missionário dócil à ação do Espírito Santo e um filho devoto da Auxiliadora, no espírito de Dom Bosco Santo”.

Fonte: Inspetoria Salesiana de São Paulo
25/05/2026

Hospital Auxiliadora celebra 107 anos com semana de fé, homenagens e avanços para a saúde da região

O Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, de Três Lagoas (MS), celebrou nesta semana seus 107 anos de história com uma programação especial marcada por momentos de fé, gratidão, união e reconhecimento à trajetória construída ao lado da comunidade de Três Lagoas. As atividades também homenagearam Nossa Senhora Auxiliadora, padroeira da instituição, fortalecendo ainda mais os valores de acolhimento, humanização e cuidado que fazem parte da história do hospital.

A programação alusiva reuniu colaboradores, direção, autoridades e comunidade em diversos momentos especiais, entre eles o Terço Luminoso, o projeto Maria Caminha no Hospital, Santa Missa e Coroação de Nossa Senhora Auxiliadora, além da tradicional Alvorada Festiva e do corte do bolo em comemoração aos 107 anos da instituição.

As comemorações do dia 22 de maio começaram ainda nas primeiras horas da manhã com a Alvorada Festiva, reunindo colaboradores, comunidade e direção em um momento de emoção e gratidão pelos mais de cem anos de dedicação à saúde da população da Costa Leste de Mato Grosso do Sul.

Durante a celebração, o prefeito de Três Lagoas, Dr. Cassiano Maia, destacou a importância do Hospital Auxiliadora para a cidade e sua ligação pessoal com a instituição. “Estamos comemorando os 107 anos do Hospital Auxiliadora e, logo a seguir, os 111 anos de Três Lagoas. Eu, sendo três-lagoense, nasci aqui no hospital e fico feliz em participar dessa história como médico e agora como prefeito de Três Lagoas, estando junto, apoiando e ajudando cada vez mais para atender a população com cuidado à nossa saúde. Quero parabenizar toda a direção do hospital, que se dedica diariamente ao cuidado da nossa população”, afirmou.

A diretora financeira do Hospital Auxiliadora, Irmã Dilma Canavarro, ressaltou o legado deixado pelas Irmãs Salesianas ao longo das décadas. “Quero agradecer a toda a população de Três Lagoas e, em especial, ao nosso grupo do Hospital Auxiliadora. São 107 anos, não são 107 dias. Quero agradecer a todos e às Irmãs que dedicaram suas vidas em prol do nosso hospital. Se hoje estamos celebrando os 107 anos, foi graças à doação delas. Muito obrigada e parabéns a Nossa Senhora Auxiliadora”, destacou.

O diretor-geral do Hospital Auxiliadora, Marco Calderon, enfatizou o processo contínuo de transformação e inovação vivido pela instituição nos últimos anos. “Agradeço às Irmãs Salesianas pelo carinho e empenho. São 107 anos e o Hospital Auxiliadora vem se transformando ao longo do tempo, com tecnologia e inovação. São várias novidades, como cirurgia robótica e acelerador linear. No aniversário da cidade, em 15 de junho, estamos programando inaugurar a pedra fundamental da radioterapia, um grande avanço para a população, que não precisará mais se deslocar para outras regiões. Junto com todos vocês, que têm tanto carinho pelo Hospital Auxiliadora, seguimos cada vez mais à frente. Os desafios são grandes e estamos evoluindo sempre”, ressaltou.

A diretora de Programas e Projetos, Daniela Mekaru, destacou a importância da história construída pelas Irmãs Salesianas e os avanços conquistados pela instituição. “Agradeço a Deus pela presença das Irmãs nessa história de 107 anos. Pensamos que hoje é difícil, mas imaginamos como era no passado, ajudando todos naquela época. Hoje enxergamos um caminho, que exige planejamento e dedicação. Estamos evoluindo, temos muitas novidades na área de serviços, inovações e tecnologias, como na área cirúrgica e nos atendimentos. Precisamos comemorar por conseguirmos oferecer um serviço cada vez mais qualificado para as pessoas da nossa região”, afirmou.

Já a coordenadora da Pastoral da Saúde, Irmã Iara Poffo, ressaltou o significado espiritual da semana comemorativa. “Foi uma programação especial, uma semana privilegiada. No mês de maio, como Família Salesiana, homenageamos nossa mãe Auxiliadora e incluímos toda a comunidade nesses eventos. Hoje encerramos com esta linda Alvorada, agradecendo a Deus pelos 107 anos de história, luta e conquistas. Caminhamos como grupo gestor e diretivo buscando sempre inovar para oferecer o melhor”, declarou.

Após a Alvorada Festiva, os participantes acompanharam o tradicional corte do bolo em comemoração aos 107 anos do Hospital Auxiliadora, encerrando uma semana marcada pela fé, emoção e reconhecimento à trajetória de uma instituição que segue evoluindo e ampliando serviços para oferecer cada vez mais qualidade, tecnologia e humanização no atendimento à população de Três Lagoas e região.

Fonte: Inspetoria Nossa Senhora Aparecida - BAP

25/05/2026

Setor Salesiano lança série de pôsteres com citações de Dom Bosco para celebrar Maria Auxiliadora

Em preparação à Festa de Maria Auxiliadora de 2026, o Setor de Comunicação Social lança uma série de 18 pôsteres com citações de Dom Bosco sobre a devoção à padroeira dos salesianos. O material está disponível em seis idiomas e pode ser baixado e compartilhado livremente.

As palavras de Dom Bosco como ponto de partida

A iniciativa tem origem em uma resposta de Dom Bosco à pergunta sobre como difundir o amor a Maria Auxiliadora. Nas Memórias Biográficas XIII, 207, o fundador da Congregação Salesiana orientava: “Falando, oportunamente aos jovens que a Providência nos confia e às pessoas que se aproximam de nós; escrevendo, por vezes, sobre Ela em todas as cartas aos parentes e conhecidos; dirigindo a Ela aqueles que precisam de graças especiais e contando os favores recebidos por sua intercessão; distribuindo medalhas e imagens que mostrem sua efígie; recitando e fazendo recitar frequentemente a prece ‘Maria Auxilium Christianorum, ora pro nobis’; cantando preferencialmente suas louvores durante o recreio e na igreja, especialmente no Seu mês.”

Tríduo em honra de Maria Auxiliadora

Os pôsteres integram as ações do tríduo em honra de Maria Auxiliadora e refletem o esforço do Setor de Comunicação Social em traduzir o legado espiritual de Dom Bosco em linguagem acessível ao público contemporâneo. A produção em seis idiomas amplia o alcance do material para além das fronteiras do Brasil.

Uma centelha para a Família Salesiana

O Setor expressa o desejo de que a iniciativa funcione como estímulo para reavivar a devoção a Maria Auxiliadora, com atenção especial aos jovens e aos membros da Família Salesiana. A distribuição livre dos arquivos segue, na prática digital, o próprio conselho de Dom Bosco de distribuir imagens que mostrem a efígie da Auxiliadora.

Os pôsteres estão disponíveis neste link, em inglês, italiano, francês, espanhol, português, polonês.

Fonte: Agência Salesiana de Notícias (ANS)

25/05/2026

Academia de Letras do Brasil homenageia padre salesiano por trajetória pastoral e contribuição social em Campo Grande

A Academia de Letras do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (ALBMS), realizou no último sábado (16/05) uma Sessão Solene para homenagear o padre Pedro Pereira Borges, diretor da comunidade salesiana Maria Auxiliadora de Campo Grande, ao lado de Hilário Pedro Coldebella e Alessandro Magalhães Amorim. O reconhecimento consagra uma trajetória construída sobre educação, comunicação, fé e serviço às comunidades em situação de vulnerabilidade social.

Da filosofia à política: uma formação que atravessa fronteiras do saber

Graduado em Filosofia e Pedagogia pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e em Teologia pelo Instituto Santo Tomás de Aquino, o padre Pedro Pereira Borges expandiu sua formação para as ciências humanas e tornou-se Mestre em Ciências Sociais. Concluiu o Doutorado em Ciências Políticas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo com tese aprovada em nota máxima, o que revela a extensão de um percurso intelectual que não se encerra nas fronteiras da vida religiosa.

O rádio como missão: a emissora que saiu dos estúdios e foi às ruas

Entre 2013 e 2019, o padre Pedro exerceu a função de Diretor-Presidente da FM Educativa UCDB e imprimiu à emissora uma vocação comunitária. Sob sua gestão, a rádio ultrapassou os estúdios e chegou aos bairros de Campo Grande com ações que ofereceram à população serviços gratuitos de odontologia, medicina, emissão de documentos e oportunidades de emprego. A iniciativa transformou o veículo de comunicação em instrumento de cidadania.

Entre cátedras e altares: o padre que forma pesquisadores e fiéis

O padre Pedro integra o corpo docente do Programa de Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento Local da UCDB e também exerceu a função de Pró-Reitor de Pastoral da universidade, atuando como referência espiritual para a comunidade acadêmica. A passagem simultânea pela sala de aula e pela vida pastoral expressa uma síntese entre o rigor da pesquisa e o compromisso com os valores humanos.

Das novenas ao debate público: uma voz que transita entre a devoção e a política

No campo literário, o padre Pedro assina pela Editora Dom Bosco a Novena em Honra de São João Bosco e a Novena em Honra de Nossa Senhora Auxiliadora, obras de caráter devocional que se somam à sua produção acadêmica. É também um dos organizadores do livro Reflexões sobre Políticas Públicas, título que evidencia a amplitude de um pensamento que transita entre a espiritualidade e a análise do Estado. Atualmente, o padre Pedro conduz a comunidade Maria Auxiliadora de Campo Grande e mantém vivo o projeto salesiano de formar, nas palavras do próprio Dom Bosco, “bons cristãos e honestos cidadãos”.

Fonte: Euclides Fernandes - Missão Salesiana de Mato Grosso

22/05/2026

Salesiano recebe prêmio como Marca Ícone em Educação Infantil no Espírito Santo

Aconteceu, na noite desta quarta-feira (20), a cerimônia da premiação Marcas Ícones 2026, realizado pela Rede Vitória, que reconheceu o Salesiano Vitória como marca mais lembrada no segmento do Educação Infantil no Espírito Santo.

O evento de premiação do Marcas Ícones 2026, reuniu algumas das empresas mais importantes do mercado capixaba, reconhecidas como lideranças em suas respectivas áreas. Além das empresas homenageadas, a cerimônia reuniu profissionais de marketing e comunicação, representantes do setor produtivo e executivos de diversos segmentos – todos atentos ao comportamento e às preferências do consumidor capixaba reveladas pelo estudo.

As entrevistas foram feitas presencialmente, em pontos de fluxo dos quatro principais municípios da região (Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica), com a metodologia de resposta espontânea, em que, sem ter opções ou sugestões, os entrevistados devem responder com a primeira marca que lhes vem à mente quando pensa em um determinado segmento.  

Ao todo, 600 pessoas foram entrevistadas respeitando critérios de proporcionalidade por cidade, sexo, faixa etária e classe social. Esse cuidado metodológico garante que os resultados reflitam, de fato, a lembrança espontânea real do consumidor capixaba. A marca “Salesiano” foi a mais lembrada no segmento “educação infantil”.

Salesiano: no coração do Espírito Santo, o melhor caminho para os primeiros passos

Impulsionado pela história da educação salesiana, presente no Espírito Santo há mais de 100 anos no estado do Espírito Santo, o Colégio Salesiano Vitória, por meio do Salesiano Jardim Camburi, oferta o segmento da Educação Infantil com turmas nos turnos matutino, vespertino e integral, para estudantes com entre 2 e 5 anos de idade.

O diretor do Salesiano Jardim Camburi, Ilton de Oliveira Chaves Jr, celebrou a conquista e reforçou a gratidão ao povo capixaba.

"Mais que um reconhecimento, essa conquista reforça a relevância de um trabalho pautado em uma educação de fundamentos sólidos, aliado a uma tradição de cuidado, acolhimento e olhar humano atento. A marca Salesiano está presente no Espírito Santo há mais de 100 anos, sem nunca deixar de evoluir”, lembrou o diretor.
Ilton de Oliveira Chaves Jr., diretor do Colégio Salesiano Jardim Camburi. Fotos: divulgação.

Para a supervisora pedagógica da Educação Infantil do Salesiano Jardim Camburi, Betina Berger, o prêmio é reflexo de uma relação de confiança entre a marca e a sociedade capixaba.

“Este prêmio confirma que os valores vivenciados diariamente em nossa missão educativa constroem vínculos verdadeiros e significativos. A educação salesiana é fundamentada no cuidado, no respeito, no acolhimento e no protagonismo das crianças e das famílias. Sermos a instituição mais lembrada na Educação Infantil em 4 anos de atuação no segmento, demonstra que as famílias capixabas reconhecem no Salesiano não apenas um espaço de aprender, mas um ambiente seguro, afetivo e acolhedor, onde as crianças são realmente impulsionadas a serem felizes”, avaliou a supervisora.
Betina Berger, supervisora pedagógica da Educação Infantil do Colégio Salesiano Jardim Camburi.

Fonte: Gislan Vitalino - Inspetoria São João Bosco

22/05/2026

Juventude Salesiana se encontra em formato online para dar continuidade à formação da AJS

A Associação Juvenil Salesiana (AJS) deu início, no dia 17 de março de 2026, ao seu Itinerário Formativo 2026–2027. O primeiro encontro aconteceu em formato online e reuniu mais de 150 jovens de todas as inspetorias salesianas do Brasil, com coordenação da Inspetoria Salesiana São Pio X (BPA).

O tema da estreia, "MJS ou AJS?", conduziu os participantes por uma reflexão sobre as origens, o significado e as ramificações do Movimento Juvenil Salesiano, aprofundando a compreensão sobre como ele se organiza e se expressa nas diferentes realidades do país, sempre em conexão com o carisma de Dom Bosco e de Madre Mazzarello.

O Itinerário Formativo tem como proposta reunir periodicamente as juventudes salesianas de todo o Brasil em momentos de formação que fortaleçam os Conselhos Locais e a AJS como um todo, garantindo continuidade e profundidade ao trabalho juvenil salesiano.

A iniciativa nasce como uma resposta direta às demandas levantadas na Assembleia da AJS, realizada em 2025 nas cidades de Pindamonhangaba, Guaratinguetá e Aparecida. Naquele encontro presencial, jovens de diferentes regiões do país tiveram a oportunidade de partilhar experiências, conhecer como o movimento funciona em distintos contextos e celebrar a vitalidade do carisma salesiano em um Brasil continental e diverso.

Os encontros formativos seguirão acontecendo ao longo de 2026 e 2027, com intervalos regulares entre cada edição. A expressiva adesão desde o primeiro encontro confirma o que a Assembleia de 2025 já havia sinalizado: a juventude salesiana está engajada, conectada e disposta a aprofundar sua identidade e missão em rede, de norte a sul do país.

Fonte: Articulção da Juventude Salesiana (AJS)

21/05/2026

Projeto Identitá fortalece valores salesianos no Centro Juvenil Dom Bosco

Na noite do dia 14 de maio, os Oratorianos do Centro Juvenil Dom Bosco participaram de mais uma importante atividade do Projeto Identitá, iniciativa da Rede Salesiana Brasil que busca fortalecer a identidade salesiana por meio da educação, evangelização e vivência dos valores cristãos. Durante o encontro, crianças, adolescentes e jovens conheceram um pouco mais sobre a história de Santa Maria Domingas Mazzarello, fundadora das Filhas de Maria Auxiliadora ao lado de São João Bosco. Madre Mazzarello nasceu na Itália e, desde jovem, destacou-se pela sua fé, humildade e amor ao próximo, dedicando sua vida ao acolhimento e à educação da juventude, especialmente dos mais necessitados.
A atividade foi conduzida de forma dinâmica e lúdica, proporcionando momentos de aprendizado, reflexão e fortalecimento dos valores salesianos entre os participantes.
 
Para Islane Santos, o Projeto Identitá possui um papel essencial dentro da obra salesiana.
“O Projeto Identità em nossa obra tem uma grande importância, pois é através dele que conseguimos repassar as histórias dos santos para nossos atendidos de forma lúdica, fazendo com que eles conheçam exemplos de fé, amor e dedicação ao próximo”, destacou.
 
A noite foi marcada pela participação ativa dos jovens e pelo fortalecimento da espiritualidade salesiana, reafirmando o compromisso do Centro Juvenil Dom Bosco com a educação integral e a formação humana e cristã da juventude.
 
21/05/2026

Região Nordeste Sedia 5ª Etapa do ENARSE/ENEL 2026 com Foco na Transformação Educativa

Em Jaboatão dos Guararapes (PE), lideranças das Inspetorias Maria Auxiliadora e São Luiz Gonzaga reúnem-se para consolidar indicadores de qualidade e fortalecer as comunidades educativas.

Entre os dias 18 e 20 de maio, a cidade de Jaboatão dos Guararapes (PE) foi o coração da Rede Salesiana Brasil (RSB) ao sediar a quinta etapa regional do Encontro Nacional das Escolas Salesianas (ENARSE) e do Encontro Nacional de Ecônomos Locais (ENEL). O evento presencial reuniu gestores e lideranças da Inspetoria Maria Auxiliadora e da Inspetoria São Luiz Gonzaga, dando continuidade ao cronograma do Plano Integrado de Formação 2026.

Formação Estratégica e Resposta aos Desafios Atuais

Com a assessoria metodológica do Dr. Ricardo Mariz, o encontro de três dias proporcionou um espaço de imersão e aprofundamento do Caderno 6 do Currículo da RSB (Parâmetros Institucionais de Qualidade Educacional). A programação técnica e formativa instigou os participantes a refletirem sobre a necessidade de mudança na educação e o uso de indicadores como ferramentas para ações estratégicas eficazes.

As lideranças escolares se organizaram em grupos de trabalho focados nas cinco dimensões fundamentais da gestão salesiana: Liderança, Gestão Pedagógica, Pastoral Escolar, Comunicação e Gestão de Recursos/Sustentabilidade. A partir do diagnóstico prévio de suas realidades locais, as equipes debateram convergências regionais e pactuaram os indicadores síntese que darão subsídio à construção da Matriz Nacional de Indicadores da RSB.

Vozes que Animam a Missão

O encontro no Nordeste foi marcado por profundas reflexões que destacaram o papel da educação salesiana diante das realidades contemporâneas:

“O que nós queremos mesmo é encher o coração dos jovens de esperança e, para isso, nós temos que oferecer uma educação humanizante e humanizadora. O currículo que não humaniza, o currículo que não faz crescer, não é salesiano, não é nosso. Que nós possamos, com as luzes do Espírito Santo e a presença materna de Maria, ver aquilo que precisamos mudar, o que precisamos potenciar e o que precisamos ressignificar.”

Ir. Maria Américo Rolim - Inspetora da Inspetoria Maria Auxiliadora

“Nos momentos de grande crise, o que nós fazemos? Procuramos refletir. Esse é o objetivo de estarmos juntos: para partilharmos aquilo de bom que fazemos nas casas e nos animar na esperança cristã, para que a gente possa formar nesses tempos difíceis uma fronteira bem erguida da educação, com a força do Sistema Preventivo e da educação salesiana.”

Pe. Francisco Inácio Vieira Junior - Inspetor da Inspetoria Salesiana do Nordeste do Brasil

“Somos responsáveis por uma rede muito especial de escolas, portanto, pelas vidas de muitos jovens, crianças e adolescentes, e precisamos agir com responsabilidade. Que esse encontro seja uma importante alavanca para o crescimento do nosso trabalho a serviço da missão salesiana.”

Pe. João Carlos - Vice-Inspetor da Inspetoria Salesiana do Nordeste do Brasil

“Os salesianos têm uma presença muito forte na educação particular de Pernambuco pela contribuição que têm dado, assim como as outras congregações religiosas, mas o mais importante de tudo é o processo constante de estar com os olhos na realidade, na sociedade, atuando diretamente.”

José Ricardo Dias Diniz - Presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco

Próxima Parada: Rio de Janeiro

Após o sucesso das etapas de Campo Grande (MS), Manaus (AM), Goiânia (GO), São Paulo (SP) e Jaboatão dos Guararapes (PE), o ciclo itinerante do ENARSE/ENEL 2026 segue viagem. A sexta etapa regional acontecerá nos dias 28 e 29 de maio, em Campos dos Goytacazes (RJ), mobilizando novas lideranças em prol da excelência e da sustentabilidade das escolas salesianas no Brasil.

Por Janaina Lima, com apoio da equipe de Comunicação da Rede Salesiana Brasil

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